Fiz de Mim o que Nao Soube

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⁠— ⁠Ele disse que era vontade de Deus, mas você não é Deus
— Não, eu não sou Deus... Ainda não.

° ೋ✿ As pessoas doces não são ingênuas, nem estúpidas e muito menos indefesas. Afinal elas não usam máscaras , e são completamente livres em sua vulnerabilidade para sentir , amar , correr o risco e ser feliz!

Aquele que não cultiva seu campo, morre de fome.

Meu nome é Carol Danvers. Desde criança, eu não me encaixava. É que eu sempre quis voar.

Eu vou me machucar de qualquer jeito. Não é melhor ser quem eu sou?

Sex Education
1ª temporada, episódio 7.

Quando o coração está cheio de fé, a alma fica leve e o corpo se ilumina de graça. Não é ter sorte que define, é ter Deus. É tão bom ser cheio(a) de fé, aquela linda e inabalável que enche o coração e transborda em nossos atos. É ter aquela certeza de que tudo de melhor virá, pois se tivermos fé, temos tudo o que é preciso para realiza nossos sonhos.

Lágrimas nem sempre significam tristeza, assim como um sorriso não diz que está tudo bem... Mas perante uma humanidade fútil e invejosa, às vezes é necessário usar máscaras para nos proteger.

Pinguins ficam juntos para sempre. Por isso eles não são como pessoas. Eles são melhores.

Mesmo a própria vontade de sermos salvos pela graça não vem de nós mesmos, mas é dom de Deus!

Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados. Não sabe como sou muito grata por nosso pequeno infinito.

Hazel Grace
A Culpa é das Estrelas (2014)

Nota: Filme baseado no livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

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Se nunca fizéssemos coisas que não deveríamos fazer, nunca nos sentiríamos bem fazendo o que devemos.

(Francis Underwood)

Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino, eu sou o capitão da minha alma.
(Nelson Mandela)

Não sou uma pessoa de muitos amores, então gosto de reciprocidade. Dei minha última cartada, a partir de agora apenas espero ou desapego, depende de como vem.

Lamento


As noites me atravessam como lâminas cegas.
Não cortam de uma vez, mas deixam a carne cansada.
Fico imóvel, presa num corpo que respira
sem me perguntar se ainda quero estar aqui.


A dor não grita mais.
Ela se aquietou como fera domesticada,
um silêncio úmido que escorre pelas paredes.
Choro sem lágrimas, sangro sem ferida,
vivo sem presença.


Há um vazio que pesa.
E pesa tanto que até o gesto mais simples,levantar a mão, virar a chave, abrir a boca
parece impossível.
O tempo me olha e ri:
sou prisioneira de segundos que nunca passam.


Não há música, não há claridade,
não há nem mesmo o consolo do choro.
Só a anestesia.
Um torpor que me segura pela garganta
e me faz existir em estado suspenso,
como quem vive de ausências.


Ainda assim, respiro.
E talvez esse seja o maior dos lamentos:
continuar aqui,
mesmo quando já me despedi tantas vezes de mim.




Jorgeane Borges
8 de Setembro de 2025

Não é covardia desistir quando as coisas estão difíceis, estão sugando sua energia e lhe fazendo infeliz. Isso é inteligência.

Covarde, penso eu, é aquele que não se deixa surpreender, não se abre para o novo pelo medo do desconhecido. É quando o medo de sofrer é maior que a coragem de ser feliz.

Meu maior medo, acredite, ainda é o de não sentir medo algum.

Não que eu goste de sofrer em silêncio, mas sofrer em silêncio hoje em dia é uma auto-defesa. São tantas mentiras, tanta hipocrisia, tanta falsidade por aí que já não da mais para confiar em qualquer que anda do seu lado. Quem você menos espera é que usa suas fraquezas contra você. Então como já dizia Renato Russo “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”.

Não é tão simples assim...
Meu compromisso não é tão simples como me vestir e cantar aos orixás. Não se resume em uma simples festa e jamais se interrompe além das paredes do axé.
Meu compromisso vai além de iniciar um Yawò, um Ogã ou uma Ekedji.
Meu compromisso é com o Tempo que passa pelos vãos de nossos ouvidos e coração.
Meu compromisso é com a dor de nossos ancestrais envoltos em pesadas correntes, dentro de seus cativeiros.
Meu compromisso é com nossas princesas e príncipes que morreram nos porões dos navios negreiros.
Meu compromisso é com o suor e o sangue das chibatas.
Meu compromisso é com o medo de tantas etnias acorrentadas e massacradas na África.
Meu compromisso é de honrar a coragem dos nossos antepassados em manter viva crença nos Orixás e na força da natureza, mesmo com o laço mortal da forca em seus pescoços.
Meu compromisso é com Zumbi do Palmares e sua incansável luta contra o açoitamento dos seus.
Meu compromisso é de alguma forma valorizar todo sofrimento que deu força para nossa crença resistir até os dias de hoje.
Meu compromisso é na contribuição e na transmissão segura dos adurás e fundamentos tão protegidos com dor e sangue dos nossos Reis e Rainhas do Cativeiro.
Meu compromisso é com a fé inabalável e por consequência da humildade dentro e fora do axé.
Meu compromisso é com Olorum, Orumilá, Oduduà e todos os Orixás.
Meu compromisso não é agradar ninguém e sim manter viva e forte a luz de nossa fé.

Não pode haver real amizade entre os que, antes de tudo, não têm fé nos mesmos valores.

“Apesar de tudo, a loucura não é assim uma coisa tão feia como muita gente julga. Há tantas loucas felizes!”

A felicidade não depende de condições objetivas de riqueza, saúde ou mesmo comunidade. Em vez disso, depende da correlação entre condições objetivas e expectativas subjetivas.