Fiz de Mim o que Nao Soube

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Uma parte de mim pode querer desistir, mas a outra persiste. Carrego minhas bagagens silenciosas e sigo a caminhada, levando nos ombros fardos e sonhos que se registram na corrente da existência.

Eu nunca vou conseguir retribuir todo o amor e cuidado que minha mãe e meu pai dedicaram a mim. Foram tantas vezes em que estiveram ao meu lado: nos puxões de orelha (que eu mereci), nos acertos e nos desafios. Sou grato por cada sacrifício e por cada bronca, por tudo o que me ensinaram ao longo do caminho. Obrigado por me guiarem pelas curvas e reviravoltas da vida, porque isso vai muito além do que as palavras podem descrever.

Toda a vossa crítica sobre mim é natural, pois muitos edificaram a própria identidade à minha sombra; porém, esqueceram-se de que também sou feito de falhas, de histórias não contadas e de um passado que me antecede e me define. Furucuto, 2026.

Enquanto Deus for a minha fortaleza,
o meu amparo e a minha proteção,
tudo que vier contra mim tomará
outra direção.

27/09/2019

Meu Deus...
Põe para longe de mim tudo aquilo que envenena a minha alma.
Aproxima de mim tudo aquilo que eleva e abençoa.
Amem.
_____________FranXimenes
16/06/2013

sinto só a metade de mim
um vazio me perturba
e me entristece minha alma
que chama por você
pelo teu cheiro
que me ascende
e eu, penetro na imensidão
do teu olhar que me completa
quando você me sorri
nos meus braços
e nos teus abraços
eu me completo
e sinto-me seguro
onde corpo e alma
se transforma na
mais pela expressão
da vida
o amor
que une
duas metades
em uma só

Tem momentos que eu canso-me de mim, e canso-me de tudo é de todos... a vontade de ir, lá, sei lá, aonde...

To virando a página, to mudando de rumo, de estratégia e confiando mais em mim. Daqui pra frente tudo vai ser diferente! As minhas lutas e as minhas tempestades estreguei nas mãos de Deus, não vou mais olhar pra trás, pois se tem uma coisa que aprendi é que independente de qualquer contexto, a VIDA SEMPRE CONTINUA. (Priscilla Rodighiero)

Amor, és canção que nunca cala,
és silêncio que sempre me fala,
teu nome ecoa em mim,
como chuva que não tem fim. - Frase da música Chove lá fora do dj gato amarelo

Eu sempre estarei aqui. Venha quando quiser, quando sentir vontade, quando precisar de mim.

Vem em mim. loba solitária indomável,
rasga com teus dentes o véu da minha razão.
Deixa que tua pele selvagem se misture à minha,
num ritual de luxúria e liberdade.

Quero tua respiração como tempestade,
teu olhar como lâmina que corta certezas,
teu corpo como território proibido
onde só os corajosos ousam entrar.

Serei teu alfa, teu cúmplice, teu pecado,
e juntos faremos da noite um altar profano.
No teu covil, quero perder-me sem retorno,
ser prisioneiro voluntário da tua ferocidade.

Que o mundo nos julgue,
que os céus se escandalizem,
pois na tua matilha de desejos
eu escolho ser fera, não homem.

Eu sou várias pessoas,
e cada um desperta uma dessas versões em mim.
Em todas elas, tento entregar o meu melhor,
mas não esqueça: eu também sou espelho.
O que eu reflito depende da frequência
que você decide emitir.

Amor, és verão que nunca tem fim,
és o vento que sopra em mim,
meu desejo é viver contigo,
meu eterno sol, meu abrigo. Te amo muito meu amor - Frase da música Um dia de verão de você do dj gato amarelo

Amor, és manhã que sempre floresce,
és o sol que em mim permanece,
cada foto é uma emoção,
cada memória uma saudade. - Frase da música quero dizer baixinho do dj gato amarelo

“⁠eu te esperei.
tanto, que o tempo cansou de mim.
tanto, que você se cansou de mim.
tanto, que já não distingo mais o motivo pelo qual esperei;
o “esperei” nem existe —
o tempo falhou,
assim como eu falhei em te esperar.

o tempo errou…
o tempo se cansou de mim…
nem o tempo foi capaz de me corrigir.

eu te espero.
tanto, que percebi meu erro.
tanto, que o pretérito virou presente.
tanto, que pela primeira vez,
eu estava certa:
você realmente se cansou de mim.”

Distante, eu olho para mim.
Um passado de guerras e batalhas sem fim.
Vencida pela guerra que habita em mim.
Luto para encontrar a paz que perdi.


As cicatrizes do passado ainda dolentes,
As memórias de dor, ainda presentes.
Mas em meio à tempestade, busco a calma,
E encontro a força para seguir em frente.


Presente, eu olho para o futuro.
Cheio de termos que exigem coragem e pureza.
Minha espada, símbolo de luta e glória.
Reportará digna das minhas histórias vencidas.


As lutas do passado me ensinaram a ser forte,
As glórias alcançadas me deram a confiança para seguir.
Agora, eu olho para o futuro com determinação,
E sei que minha espada continuará a brilhar.

"Venha até mim"
Eu me lembro.
Era tudo que ecoava na minha mente
Sob estes ventos
e a luz do luar,
E eu atendo.
Abdicando da minha humanidade,
me entrego a você por inteiro.


Banhados de sangue,
chuva de caos nos nomeia.
Agora sabes que te pertenço.
Meu Criador, minha luz, meu relento.
Sacie a sede que há no meu peito.
Me proteja do medo.


Diga que serei teu até o fim dos tempos.
e que não me abandonará
O destino Sempre irá nos juntar
Ninguém em tantos séculos ocuparia o teu lugar.
O nosso amor é milenar


Nada faz sentido com a tua ausência.
Você é minha perdição.
Somos os donos da noite.
Você é meu luar.
Para sempre te amarei,
Meu eterno Lestat.

"Janeirando, ando, ano a ano por esse imenso jardim. Entre mim e as flores, alguns espinhos. Porém, sei: somos todos passarinhos, passando fugazes
— alguns mais vorazes que outros,
voam à frente."

Setembrisse

Há em mim uma agonia abrandada
Um ar indecente, instigante, polêmico
Um cheiro de álamo com ar excêntrico
Quando chega setembro voo aflorada
Pelas alvoradas me repagino matutina
Feito um pássaro da manhã mais libertina
Eu me reapaixono por minha pessoa
Me sinto gaivota sobre o mar que avoa
Então eu me setembro em setembrisse
Feito as águas arroladas em crispadura
Igual Hilda Hilst libertada em amavisse
Me beijo aspirante primaveral
Velejo flutuante além do meu portal
Me oceano e me faço vergéis frutíferos
Me amo tanto em jardins paradisíacos...
Nos desejos é onde libero mea-culpa
Dissicuto minha alma sem culpa d’utopia
Em setembro me primavero liberta
Relembro os ciclos me reitero poeta
Me reciclo em finura me rabisco poesia
Amor e loucura a setembrisse me planta
Ah!... Setembro floreiro que de flor me amanta...

O brilho ofuscado pelo vício


Oh, brilho…
Brilho lindo que carrego dentro de mim,
onde é que tu estás?


Quebro-te com os vícios,
perco-me por falta de equilíbrio,
por tapar os ouvidos
e fingir que ainda tenho o domínio.


Toda vez que prometi que seria a última vez ,
ela voltou a ser a primeira vez.


Oh, brilho ☘️
deixei-me levar pelas influências,
sem saber ou fingindo não saber
que escolhas também cobram consequências.


E mesmo assim…
ainda te chamo.


19 de Janeiro de 2026
Quitério Joaquim Muita ✍🏾.