Fiz de Mim o que Nao Soube

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Você não sabe, mas eu gosto muito de você, ou melhor dizendo eu te amo!

Você não sabe, mas eu penso em você todos os dias principalmente antes de dormir!

Você não sabe, mas eu lembro de cada detalhe seu!

Você não sabe, mas eu lembro dos momentos que passamos juntos, ate mesmo os que não nos “tocamos”!

Você não sabe, mas toda noite eu sonho com você, nem que você apareça por apenas um segundo e eu já acordo mais feliz!

Você não sabe, mas toda vez que penso em você meu coração dispara, e me vem um aperto no coração!

Você não sabe, mas toda vez que eu te vejo fico boba, mais eu tento disfarçar!

Você não sabe, mas eu choro por você!

Você não sabe, mas eu adoro o seu sorriso, e quando você sorri pra mim então!

Você não sabe, mas às vezes troco o nome de algumas pessoas pelo seu, e fico muito sem jeito!

Você não sabe, mais arrumo qualquer motivo pra ir falar com você, e morro de raiva quando não consigo pensar em um assunto qualquer, quando eu só consigo pensar na saudade…

Alguém que não pode fazer sacrifícios nunca pode mudar nada.

(Armin Arlert)

Não é sobre o que você diz, é sobre o que você faz.

Embora não sangre... essa parte aqui dói muito!

Você não escolhe sentir medo. Mas escolhe o que fazer em relação a isso.

A verdade é como um leão; você não precisa defendê-la. Deixe-a solta, e ela se defenderá a si mesma.

Amar às vezes é sofrer por um amor não correspondido.
É ser forte para saber dizer não ao coração.
Mais forte ainda para deixar o amor ser feliz sem pensarmos em nós mesmos.
E fazer um voto de despedida do amor, escrever no final da carta eu te amo e te deixo ser feliz sem interromper em sua vida amorosa e depois simplesmente rasgar a carta e abrir os olhos para o que o mundo te mostra e você não vê...

Ele levou a cruz, não para que você escapasse dela, e sim, para que pudesse suportá-la.

A chuva não mata, mas molha.
O amor não se vê, sente.
A amizade não se compra, constrói.
E pessoas como você não se esquecem, guarda-se no fundo do coração.

Não é nossa função controlar todas as marés do mundo, mas sim fazer o que pudermos para socorrer os tempos em que estamos inseridos, erradicando o mal dos campos que conhecemos, para que aqueles que viverem depois tenham terra limpa para cultivar. Que tempo encontrarão não é nossa função determinar.

Não vejo vantagem na reencarnação, a não ser que conte tempo para o INSS.

E eu não me importava se ele não me queria. Eu nunca iria querer nada além dele, não importava quanto tempo eu vivesse.

Nada que não começou tem chance de chegar no fim

Eu não quero a rotina desleixada do estresse, dia a dia comum. Quero disciplina, luz, foco, tempo e espaço. O aqui e o agora repetidos em diferentes aquis e agoras.

Não existe saudade mais cortante do que a de um grande amor ausente,dura, feito diamante, corta a ilusão da gente.

Acima de tudo sê fiel a ti mesmo,
Disso se segue, como a noite ao dia,
Que não podes ser falso com ninguém.

A ADIADA ENCHENTE

Velho, não.
Entardecido, talvez.
Antigo, sim.

Me tornei antigo
porque a vida,
tantas vezes, se demorou.
E eu a esperei
como um rio aguarda a cheia.

Nenhum homem é maior do que sua vida de oração. O pastor que não está orando está brincando, as pessoas que não estão orando estão se desviando. O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo.

Leonard Ravenhill
Why Revival Tarries (1959).

Olhos verdes


Eles verdes são:
E têm por usança,
na cor esperança,
E nas obras não.
Cam. Rim.


São uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos de verde-mar,
Quando o tempo vai bonança;
Uns olhos cor de esperança,
Uns olhos por que morri;
Que ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Como duas esmeraldas,
Iguais na forma e na cor,
Têm luz mais branda e mais forte,
Diz uma — vida, outra — morte;
Uma — loucura, outra — amor.
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

São verdes da cor do prado,
Exprimem qualquer paixão,
Tão facilmente se inflamam,
Tão meigamente derramam
Fogo e luz do coração
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
depois que os vi!

São uns olhos verdes, verdes,
Que podem também brilhar;
Não são de um verde embaçado,
Mas verdes da cor do prado,
Mas verdes da cor do mar.
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Como se lê num espelho,
Pude ler nos olhos seus!
Os olhos mostram a alma,
Que as ondas postas em calma
Também refletem os céus;
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Dizei vós, ó meus amigos,
Se vos perguntam por mim,
Que eu vivo só da lembrança
De uns olhos cor de esperança,
De uns olhos verdes que vi!
Que ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!

Dizei vós: Triste do bardo!
Deixou-se de amor finar!
Viu uns olhos verdes, verdes,
uns olhos da cor do mar:
Eram verdes sem esp’rança,
Davam amor sem amar!
Dizei-o vós, meus amigos,
Que ai de mim!
Não pertenço mais à vida
Depois que os vi!

Gonçalves Dias

Nota: Poema de "Últimos Cantos".

Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve.