Fiz de Mim o que Nao Soube
Se desejas algum tipo de ajuda real, empática, espere daqueles que não tem muito a oferecer, mas conhecem o peso doloroso da necessidade que no seu passado imprimiu marcas importantes ou ainda imprime.
Não existe controle real sobre aquilo que nos cerca, mas total naquilo que fazemos sobre, como reagimos, entendendo que só uma opção existe.
O tolo tenta controlar os fatos, o sábio a sí.
Quem não agradece, reclama e cada vez mais desvaloriza o que tem em si e a sua volta até infelizmente chegar no inevitável, uma tristeza profunda e depois ser abraçado pela pior doença, a depressão.
Não basta soltar o barco do cais, precisamos navegar fora da enseada, sair da área de acomodação e cada vez ir mais longe, onde o medo nos eleva, dignifica, até não voltar mais.
Não se permita abraçar a TOLERÂNCIA e sentir-se satisfeito, pois ela é um poço quase seco, com apenas um palmo de água, escuro, profundo e que poucos dele escapam. É o refúgio da incompreensão, disfarçando o nojo com um sorriso morno, travestida para agradar. Compreenda, não tolere...
INTOLERÂNCIA é não aceitar e ser explícito.
TOLERÂNCIA é apenas não ser explícito.
Seja COMPREENSIVO e não TOLERANTE
Enquanto as pessoas não tratarem seus medos, angústias, ilusões e expectativas através de uma terapia, continuarão se debatendo feito peixes fora d'água, sufocados e agredindo os outros que também se debatem na mesma situação cíclica.
Sou do início ao fim o mesmo livro aberto e escrito com letras grandes e até desenhos e não admito mais me envolver como antes, onde sabia que o outro livro estava com rasuras e páginas arrancadas em muitas partes.
Aprimore-se, se aperfeiçoe para retornar a pátria espiritual sendo aplaudido e não recebendo tapinhas nas costas e olhares de compreensão e pena, com a sensação profunda de perda de uma oportunidade.
O erro não está no sistema de governo de um país, muito menos no líder, mas no povo e seu comportamento materialista, sua omissão ao não exigir seus direitos e necessidades e que transforma o país num inferno.
O passado, assim como todas as situações, se não mostrado e contado na íntegra, sem narrativas e preferências, serve apenas para criar mais divisão, pessoas reativas e parciais em suas ideias e palavras sobre.
Professores de história, sejam honestos com seus alunos.
Talvez a maior inquietude e angústia da humanidade não seja propriamente a morte, mas a FORMA como ela se apresentará, sendo rápida ou lenta, branda ou feroz.
Aquele que não vê em si um "faminto aprendiz de feiticeiro" certamente acredita ser aquilo que não é e um dia cairá no fundo do que chama de poço, onde nem água tem e é outra de suas ilusões.
Damos poder a tudo que não temos controle após tirarmos esse mesmo poder daquilo que podemos controlar.
O tempo não cura feridas, ele nos dá condições e ferramentas para fechá-las, mesmo que provisoriamente.
Existem relações pessoais que são drásticas e falsas, assim como em várias virtuais. O problema não está no meio usado, MAS em nós.
Ah, meu Livro de Referências é vasto e o acesso para não repetir erros, assim como acesso o meu Depósito de Metas para manter o rumo. Um é o passado, o outro o futuro e o presente (lindo nome) é onde me interesso em pensar e Viver.
Nós não somos "derrubados" pelas pessoas, pelo que falam ou fazem conosco, mas por nós, pelo que fazemos com aquilo que nos chega.
Não é a ação, mas a reação que conta!
A solidão é uma condição mental, espiritual e não social ou de ambiente.
Aqueles que são atormentados, presos a traumas, mesmo cercados de gente estão numa masmorra.
