Fiz de Mim o que Nao Soube

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Sonhar alto não é só sonhar é realizar o que sonha aos poucos, mesmo que aos poucos seja por muito tempo.

Não espere que tudo chegue até você sem você fazer nada
Algumas coisas precisam de um impulso para começarem a agir.

Um pouco louco
Um louco completo
Um pouquinho louco
Um louco e meio
Não sei
Só sei que eu não nasci pra ser normal.

Quando a certeza é excessiva pode-se apegar na dúvida para não se perder do real.

"...e vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos".
Trecho da palestra proferida por: Marcelo Caetano Monteiro, no ano de 1995 no Centro Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e anos mais tarde repetida no Centro Espírita Manoel Soares.
Tema: Mediunidade.

"A sabedoria não vem do conhecimento de tudo, mas da aceitação de que sempre haverá algo mais para aprender."

A dor não é um castigo, mas a prova de que somos capazes de sentir a distância entre o que é e o que poderíamos ser.

"A verdade não é um farol que ilumina o caminho, mas o próprio caminho que nos faz aprender a enxergar."

"O silêncio não é ausência de som, mas o espaço onde todas as vozes do universo podem ser ouvidas."

"A liberdade não é o direito de fazer o que queremos, mas a coragem de ser o que somos, mesmo quando o mundo pede que sejamos outro."

"O amor não une dois seres ele revela que eles já eram um só, separados apenas pela ilusão da individualidade."

"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."

"Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou. O amor não partiu. Ele permaneceu distante. E a distância é mais cruel que a ausência."

"A verdadeira alegria não faz alarde, ela floresce silenciosamente no interior disciplinado."

O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.

O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.

⁠Mais sombria que uma noite fria é a solidão para os que não se habituaram a ela.

O ser dito "humano" não se julga ou não se entende capaz de algo sem a ajuda alheia. Raros são os que acreditam serem capazes de caminhar e de entender as forças que o cercam.
A vida tem estradas invisíveis de luz e de completa escuridão.
O livre-arbítrio é esse divisor. Vc não o enxerga, mas ele está ali para os que o percebem no sentir. Faz-se necessário comunhão com a vida e o bem-querer.

Não quero muito, ser feliz me basta.

... Quando alguém não aprende a habitar
o próprio silêncio e a própria companhia, passa a aceitar qualquer pessoa em sua vida
— não por escolha consciente —
mas por medo de estar sozinha,
consigo mesmo ...