Fiz de Mim o que Nao Soube
A falta de informação por vezes é importante. Há pessoas que alcançaram coisas porque não ouviram quem fracassou.
O tempo é mudança, evolução, transformação
O tempo é passageiro
Ora temos tempo, ora não temos
Use bem o seu tempo
Se não com o tempo faz ficar sem tempo
Não deixe nada para depois
Aproveite o tempo e desfrute da caminhada
O legado da desesperança
Não ao casamento
Não aos filhos
Não aos animais
Não há marido
Somente caos
Caos dentro, caos fora
Cacos
Dentro de mim há cacos de vidro
Despedaço quase sempre
A minha vida é uma tormenta
E em tudo há água
Ou a falta dela
Lágrimas correm dos meus olhos
Continuo engolindo dores nunca curadas
As tentativas de silenciamento e desistências são tantas
Que não sei até quando irei suportar.
A solidão
Mato não é lixo, folhas não são lixo
Provavelmente o lixo está presente no lugar da pineal, de quem ocasiona queimadas.
A escolha pelo veganismo não é apenas alimentar, mas existencial. É uma ruptura com a lógica da dominação.
Será que volta?
Será que não volta?
O quê?
Ele? A internet?
Ou os dois?
Allah ele
Depois de 2 anos
Where?
Vestes da Alma
Na seda que cobre o rosto, não há disfarce — há revelação. A vestimenta não oculta, ela molda o espaço onde o olhar respira.
Os olhos, espelhos do invisível, falam com o ar, sem som, sem pressa. São letras desenhadas no vento, caligrafias da alma em movimento.
Em árabe, dançam como poeira dourada: العيون مرآة الروح — os olhos são espelho do espírito. Em hebraico, gravam luz no silêncio: העיניים מראה לנשמה — o olhar revela a essência. Em sânscrito, flutuam como mantras: नेत्राणां प्रधानं मानं — os olhos medem o coração.
E assim, entre véus e vozes, a alma se veste de mistério, mas nunca se esconde. Ela se mostra — nos olhos que sabem falar com o ar.
