Fiz de Mim o que Nao Soube

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Eu não busco a perfeição
Procuro a simplicidade
Pra eu poder atingir
A minha totalidade.

⁠Santo Antônio do salto da Onça RN
24/04/2024

⁠Todo aquele que se vende
Pensa ser superior
O que ele não entende
É que perde o seu valor.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
18 Março 2025

Coisas que a gente perdeu
E que nós não desfrutamos
São pra criarem espaços
Pra outras que precisamos.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
31/07/2025

Se estiveres esperando
O Tempo para agir
Quando o tal Tempo chegar
Podes não mais existir.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/08/2025

Já vi tanta coisa antiga
Voltando à Modernidade
Mas tem umas que não voltam
E isto me dar saudade.
O que era bom que voltasse
E todo mundo usasse
Era Ética e Honestidade.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
21 outubro 2025

Não é o Pulo do Gato
Que muda a Vida e dá fama
O Pulo que muda a Vida
Será o Pulo da Cama.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
21 outubro 2025

Nunca prometa FELIZ,
Não responda IRRITADO
Não decida com TRISTEZA
Faça tudo bem pensado.
FELIZ, IRRITADO e TRISTE,
Modifica o resultado.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
08/01/2026

Não tem como não vencer
Se fizermos tudo correto
Se até a flor que é sensível
Surge em meio ao concreto.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25 janeiro 2026

PASSADO é uma Luz
Que se foi, não vai voltar
FUTURO é uma Visão
Que tá expressa no Ar
E o AGORA a Permissão
De Deus para o Melhorar.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
01/02/2026

Semeia-se o tempo em solo de espera, num gesto manso de quem sabe o rito;
Não se apressa o fruto, nem a primavera, pois tudo o que é grande nasce no infinito.
A paciência é a calma que tempera
O ímpeto voraz do que é aflito;
É a voz que cala enquanto o mundo impera, eo silêncio que vence qualquer grito.
Como o rio que a pedra lenta fura, sem força bruta, mas por persistência.
A alma se molda em sua própria cura, aprende, enfim, na mais sutil ciência, que a vida só entrega a luz madura aquem soube honrar a arte da paciência.

Tanta coisa eu quero fazer, mas tanta coisa eu acabo a não fazer.

Se um dia você estiver com alguém e perguntar a si mesmo se é amor, com toda certeza, não é. O amor não deixa dúvidas

Não me preocupo em tirar dúvidas, mas minhas falsas certezas.

Porque andamos por fé e não por vista.


Em meio às incertezas e desafios da vida, somos convidados a caminhar não pelo que vemos, mas pela fé no Deus que nos guia. Quando a estrada parece turva e o futuro incerto lembre-se confiar em Deus é o melhor caminho. Ele conhece cada passo e está com você em cada momento.
Hoje escolho andar pela fé...
Escolha você também E Deixe que a confiança em Suas promessas ilumine seu caminho, mesmo quando a visão estiver embaçada.

Aqueles dias, de dúvidas, medos e segredos não contados.

E eu vou deixando doer mesmo,
Ate que passe e não sinta exatamente mais nada. Ninguém nos deve nada. 😶


_Artur Agostinho

Leio poemas como alimento.
Não leio com os olhos,
Nem leio com a liguagem.
Leio com a fome
De quem busca significados.
E isso é sempre arriscado.
Em meio a palavras herméticas,
Entendo como quem conhece.
E tudo flui organicamente.
Se as vejo em um conjunto
De produção e sensibilidade,
Cuidadosamente arquitetadas.
Não sei vocabulário rebuscado.
Mas sei sentir cada palavra:
Um peixe vivo em minhas mãos.
Raramente encontro o retrato fiel
Do que vivo febrilmente.
E por um minuto me sinto compreendida.
Eu que tantas vezes me dei por vencida.
Não sei nomear o que a vida faz de mim,
No momento presente, incoerente.
Cansada que estou
De movimentos lineares.
Reprimo sentimentos viscerais,
Se sou muito nesse mundo,
Que observa e constrói regras.
Sentada longamente não esboço ação,
Mas meu peito corre mundos
E cria realidades imprevessentes.
Como conter impulsos
De um ser que transborda
Dimensões caosmáticas?
Se penso em Deus,
É porque Deus está em mim.
Sem religião, sem plateia.
Apenas uma força
Que sereniza minhas visões.
E me faz tratar o outro
Com a tenulidade que espero.
Estou isolada de todos.
Sei que amo e sou amada
Por amigos caros em
Minhas afetivas lembranças.
Mas preciso estar só,
Para que minha mente
Não se vá por caminhos
Que desconheço e temo.
Solidão ontológica
É o que me resta,
Se não encontro pares
Que eu ouço e me ouvem.
Mas nada lamento.
Se tive o corpo torturado,
Aumentou minha noção de justiça.
Talvez eu seja dócil na aparência,
Velho hábito polido na educação.
O que dizer sobre
O que se passa em minha mente?
Nasci como sou e sou como nasci.
Mas sei conversar calmamente
Como se minha mente não estivesse em
Ebulição, com pensamentos contínuos.
Escrevo essas palavras,
Que ouso chamar de poema.
Se falo tanto de mim,
Não é ferida narcísica.
Tenho consciência da minha
Peculariedade, se não sou
Uma pessoa pragmática.
A maturidade se aproxima,
E faço um restrospecto.
Erros e acertos se entrelaçam.
Sinto vontade de pedir perdão,
Mas palavras não curam sentimentos.
E já não sei mais onde errei ou acertei.
Sinto paz e me aceito com minha
Mente idiossincrática.
E sei sentir afeto duradouro,
Mesmo no descartável do
Nosso tempo veloz.
Sei que estou prolixa
E o poema se demora.
Sem garantias.
Espero que você me leia,
E se sinta capaz de entender,
Sem banalizar minha confissão.
Mas se eu não te interesso mais,
É justo que essas palavras caiam
No esquecimento sem nada dizer.
Minhas palavras são normoses,
E posso disser que sem palavra
Eu fiz um poema.
Sem nenhuma força,
Sem nenhum apoio.
Eu sou resistência plantada
No chão árido.
E estou feliz,
Porque a felicidade mora em mim.
E sorrio sozinha,
Por que minha ternura,
Não conhece opressão humana.
Sigo em frente, olhos abertos,
Navegando no amor
Que vislumbro no horizonte.

Se deus não pode interferir no livre-arbítrio, então ele não ele onipotente, se ele não quer interferir, então ele não é bondoso!

Não é pressa,
é necessidade.
Não é entrega,
é instinto.
Quando te chegas,
meu corpo se curva em silêncio,
porque deseja ser lido devagar,
linha por linha,
até que o desejo transborde
e não reste nada além de nós.

Meus ancestrais não inventaram arco e flecha para caçar repolho