Fiz de Mim o que Nao Soube

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⁠Você me ama, então não finja que não, me faz saber, sentir e entender o quanto me ama. Não permita que a raiva ou qualquer outro sentimento te afaste de mim e se eu te der trabalho me ame mesmo assim.

Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.

Enquanto tu ficas procurando a resposta.
Estou processando a informação.
Afirmo, não sou a pergunta, não digo, eu faço.
Sou um ser humano em constante mudança.
Estou em busca do próprio caminho à margem das críticas.
Estou indo, não quer ir? Então fique.
Mas eu não quero ver você se lamentando e me criticando.
Você é uma luz, então brilhe.

Desculpem me os emergentes que buscam quadros coloridos para combinarem com a cor do sofá.Eu não realizo a intermediação de quadros e sim de importantes obras de arte. Também não busco intermediações de " estautuas" e sim de esculturas significativas para a historia da arte. O comum e o abundante das feirinhas de arte e de antiguidades, não são meu foco. Busco obras primas, para um grupo seleto com historia e qualidade que por si só são investimentos únicos, patrimônio diferenciados e cada vez mais raros, pelo mundo de hoje, todo.

"Kairós é o tempo da alma, não vem quando o chamamos, mas quando estamos prestes a esquecer quem somos.

"A coragem nasce no silêncio da oração, quando o coração se entrega ao Criador.
Não temo muralhas nem tempestades,
pois a luz divina me veste como armadura."

"A sabedoria é rio que corre sereno, não se prende às pedras do orgulho.
Quem bebe dela aprende a ouvir,
e encontra no silêncioo segredo da verdade."

Lamento do coração
Juro que não queria amar você
Briguei com meu coração
Mas ele com seu amor plantado em mim avisou
Olha esse amor é impossível, mas você está preparado?
Não entendi o que ele quis me dizer naquele momento
Agora sei coração que é seu lamento.

"A vida não para pra ouvir você chorar."

Saberiam os tais pronomes destituídos, que, ao projectarem bofetadas de agravo, não explícitas, me abanavam a vulnerabilidade da emoção? No entanto, tal como a brisa que balança as folhas e, que ao abaná-las, as volta a deixar incólumes, assim ficava eu sob a protecção das palavras geniais dos Grandes.

Eu aprendi que não podemos generalizar, porque até mesmo nos lixões tem coisas para se aproveitar. Elias Torres

Mulheres que florescem na presença de Deus não competem entre si... apenas perfumam o caminho umas das outras.💐

Não tente forçar os cegos a verem a realidade nem os surdos a ouvirem a verdade. Mas seja íntegro com quem te valoriza: não minta para quem te escuta e jamais decepcione os olhos de quem te admira.

Talvez o sol não dourasse as lembranças, como ali, naquele momento no interstício de tempos, entre a noite e a madrugada.

Quando entregamos nosso coração a alguém não podemos esperar apenas momentos prazerosos e de alegria. Além das lutas, temos que estar preparados também, para a rejeição, e ele em pedaços. Elias Torres

CONVERSÃO.
CONVERSÃO é não ter absolutamente nenhum outro ponto de vista que não venha do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro ponto de partida que não parta do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro chão para caminhar que não seja o do Evangelho de Jesus Cristo.
CONVERSÃO é não almejar nenhum outro ponto de chegada que não seja o do Evangelho, sem nenhum interesse à não ser, caminhar com Jesus.
OU SEJA! CONVERSÃO é estar impregnada do Evangelho, dando razão a Deus todo dia, em um processo que pode ter começado um dia, mas que só terminará no Dia em que transformados de glória em glória nós nos tornarmos conforme a semelhança de Jesus.
CONVERSÃO é renovar a mente todo dia, sendo que, cada dia, se faz ou tenta ser melhor do que ontem.
CONVERSÃO é discernir este século e não nos conformarmos com ele.
CONVERSÃO é ver o mundo no mundo, e ver “mundo” também no que se chama de “igreja”, lar e em si mesmo.
CONVERSÃO é chamar de mundo não necessariamente o ambiente fora das paredes eclesiásticas, e nem tampouco chamar de “Igreja” o ambiente dentro das paredes eclesiásticas, pois o mundo estar dentro, como á igreja fora, ter discernimento, se fundamentar em Cristo
CONVERSÃO é saber que mundo é um espírito, um pensamento, ou uma atitude que pode estar em qualquer lugar,principalmente dentro de si, com seus preconceitos fora do evangelho, e está freqüentemente nos concílios de um modo muito mais sofisticado do que está nos congressos políticos explicitamente definidores de política no mundo.
CONVERSÃO é manter a mente num estado de arrependimento constante, de metanóia, de mudança de mente, que por vezes acontece com dor e outras vezes só pela consciência que vai abraçando o entendimento e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dizendo Deus tem razão. Sim! Conversão é crer que a Palavra tem razão sempre; e se ela tem razão eu quero conformar a minha vida conforme a verdade do Evangelho.

O que é, afinal, a emoção?


Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.


Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.


O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".


A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.


A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.

A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.


Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.


Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.


As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.

A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.

As emoções não são apenas expressões no nosso rosto que todo mundo tem igual. Na verdade, elas são criadas o tempo todo pelo nosso cérebro, misturando o que acontece no nosso corpo, o que sentimos por dentro e o que aprendemos vivendo em sociedade