Fiz de Mim o que Nao Soube
EMBUSTE:
Aquela pessoa que aparece na sua vida do nada, te trata como princesa, faz você criar a porra da expectativa e depois te decepciona e faz passar anos na terapia.
Meu Signo Tá Louco
Não Fala Bernardete
Só com disciplina, esforço e trabalho duro e constante é possível realizar aquilo que quer de verdade.
A verdadeira liberdade é aquela que permite você escolher o seu destino e se libertar daquelas tentações momentâneas que querem te tirar do caminho.
A vida é cheia de altos e baixos, mas só porque você falhou agora ou não consegue ver resultados, não quer dizer que nunca chegará lá. Um passo de cada vez, melhore 1% por dia.
Onde não somos bem vindos, procure sair rapidamente sem despedidas para que ninguém perceba, assim ninguém vai lembrar de que vc esteve onde nunca deveria estar.
Eu sou uma loucura em dias de tpm, as vezes sou muito amor outras nem tanto… sou carente, choro atoa, acho qualquer coisa ofensiva, não gosto de ser trocada e preciso de toda compreensão do mundo em dias assim.
Eu sinto minhas veias esquentarem, eu não aguento lidar com esses olhares, rindo e falando de mim, uma hora eu vou explodir e revelar oque sinto por dentro.
"Tem um ritmo perfeito, com momentos eletrizantes seguindo-se uns aos outros como batimentos cardíacos, e um mistério atrás do outro."
Verdade de minha alma.
A melhor maneira de viver,
É viver em Ti.
Que é a fonte do amor,
E que me faz prosseguir.
É a verdade de minha alma.
Essência do meu existir.
Criaste-me por amor,
Para eu amar em Ti.
Se vivo é porque
vives em mim.
E hoje vejo que
meu maior desejo
é repousar em ti.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
Se afastou porque queria deixar saudades, mas exagerou na dose da ausência, e deixou de fazer falta...
