Fiz de Mim o que Nao Soube
Pessoas têm manias, viciam-se. Mas, o transtorno mais recente, nos falantes, de verve dialética na comunicação formal, é a compulsão por palavras da moda, academicistas, semieruditizadas, que descambam em vício de linguagem (palavrofobia). Reduz-se o discurso a palavra pela palavra, simplesmente, para que ela se lhe pareça douta. Isso fica impactante pela especificidade, sobretudo, quando desvirtua-se o discurso foco no ouvinte, fragmentando-o. Momento quando não prestamos mais atenção em nada, pela multiplicidade de repetições, deslocadas em nível de desconstrução multidisciplinar, transverbal, com semântica confusa de retórica aleatória. É a hora em que o olhar para as unhas entra em cena. Isso procede? De novo, isso faz sentido para você? Você TEM que concordar comigo.
Eu escolhi essa carreira. Me esforcei para chegar até aqui. Engole o choro! Seja forte!
(Akira Tendo)
Prefiro ser comido por zumbis a me arrepender dos sentimentos que tive pelos últimos três anos!
(Akira Tendo)
As horas intermináveis de trabalho me destruíram e me fizeram esquecer como é viver como um humano.
(Akira Tendo)
Podemos morrer hoje ou daqui a 60 anos. Nunca haverá tempo suficiente para fazer tudo o que queremos.
(Akira Tendo)
Podemos viver numa bolha mental, fantasiando uma vida perfeita como se fôssemos personagens de novelas; ou podemos nos mexer em direção ao que desejamos, buscando aprender diariamente as lições necessárias para alcançarmos tudo que merecemos.
