Fiz de Mim o que Nao Soube
A empatia é um dos equivalente mais importantes da educação. Só que, ao invés de você se interessar por formas de conhecimento, você direciona sua atenção para outros seres humanos. Seres humanos que assim como você, são oscilantes de emoções, potencialidades e pontos de vista sobre a vida.
Viver a empatia é agir para que mundo melhor aconteça, ao invés de simplesmente esperar que ele surja em algum futuro.
O amor é uma força universal tão poderosa que mesmo que a vida esteja repleta de todas as outras sensações e experiências, sem ele existe um tipo de vazio inominável.
O amor é um brado sagrado. Um brado que liberta o seu corpo da condição de mero veículo do seu espírito.
A longevidade do amor é uma contradição em si mesma. É ver o extraordinário e inédito na pessoa amada, mesmo que as memórias e a sociedade gritem o contrário no seu coração.
O processo do perdão é um salto anormal da raiva, para o entendimento da imperfeições do mundo e das pessoas.
Viver em paz é uma recepção pacífica aos infinitos e imprevisíveis fenômenos que o mundo revela diante dos nossos olhos.
O conhecimento é uma estrada que nos conduz aos entendimento do nosso mundo interior, bem como dos mundos alheios a nós, as outras pessoas.
O conhecimento é uma paixão viciante em desnudar o mundo, além de nunca ficar satisfeito com as possibilidades existentes.
É por meio da arte que a alma fala a sua linguagem especial. Especial, pois nunca será decifrada pelas possibilidades da ciência.
Em uma sociedade em que a violência é vista como competência necessária para viver, agressões e mortes são sinônimos de excelência e habilidade.
Um ato violento é uma expressão gritante de que um indivíduo olha pouco para si, para tentar ajustar os outros aos valores, que ele julga corretos.
Alguém que navega no oceano da solidão vê outras pessoas, outros sorrisos, outras almas, porém é cego para a própria existência.
Solidão é um sentimento intenso de falta dos outros. Sentimento tão forte que anestesia a falta que você faz para você mesmo(a).
Quando estamos na solidão, o futuro parece um paraíso distante. O passado, um paraíso do qual você foi expulso.
