Fiz de Mim o que Nao Soube
Achamos que conhecemos as pessoas, mas conhecer só Deus conhece, nós tiramos apenas impressões superficiais, que podem estar longe de condizer com a totalidade de um ser
Tá Perdendo o sono? A paz?
A culpa você sempre atribui a alguém correto?.....Saiba que o responsável por seus erros e acertos, sonhos e fracassos é você mesmo que não leva em consideração as pessoas a sua volta como se o mundo girasse em torno de você e suas vontades
Pedir algo que deveria ser natural dói, na hora de pedir e na hora de receber, sentir-se obrigando alguém dói e destrói, em algum momento um dos dois lados cansa!!!
As pessoas estão cada vez piores, porque os pais estão cada vez melhores!!!
saíram da posição de educadores e pais, para a posição de melhores amigos admiradores
Fale suas dores com quem quer cuidar, jamais com que quer saber, se interessar e se importar sao completamente diferentes
os cacos ferem, para junta los é necessário cuidado…só ajude se estiver interessado e paciente…Isso não é sobre vidro
Sou como a água, que se molda aos caminhos difíceis, contorna os obstáculos e segue sempre em frente, sem nunca perder sua essência. Minha força está na suavidade, que esculpe até mesmo as pedras mais duras, e na persistência, que nunca desiste de encontrar o mar. Mesmo diante das tempestades, permaneço fiel à minha natureza. Às vezes sou calmaria, refletindo o céu em minha superfície; outras, sou correnteza, impetuosa e determinada. Carrego em mim o poder de transformar, de purificar e de renascer, mostrando que, assim como a água, há força na fluidez e grandeza na simplicidade.
Sou paciente, pois sei que o tempo é meu aliado. Não importa quanto tempo leve, continuarei meu curso. E, ao longo do caminho, deixarei minha marca — nas margens, nas pedras e nos corações daqueles que cruzarem meu trajeto. Mesmo quando barrada, não me desespero. Se um muro se ergue à minha frente, encontro um jeito de passar por cima, por baixo ou ao redor, sempre avançando, porque é da minha natureza não desistir.
Mas também sou imprevisível. Posso ser uma chuva mansa que nutre a terra ou uma torrente avassaladora que limpa o caminho. Sou mudança constante, adaptando-me a cada situação, mas sem jamais perder minha essência. Assim como a água assume diferentes formas — líquida, sólida ou vapor —, também aprendi a me transformar para sobreviver. Há dias em que me congelo, guardando forças para o momento certo de fluir novamente. Há outros em que me evaporo, alcançando alturas inimagináveis antes de voltar à terra em um ciclo contínuo de renovação.
Em meu interior, carrego memórias. Cada gota de mim traz histórias de onde estive, do que superei, e das vidas que toquei. Sou o reflexo de minhas jornadas, cada curva, cada queda, cada calmaria. Ao mesmo tempo, sou esperança. Assim como os rios encontram o mar, acredito que cada esforço, cada sacrifício, me levará ao destino que almejo.
Há momentos em que a água é tão transparente que revela tudo, e assim também sou. Não temo mostrar minha verdade, porque é nela que reside minha força. Mas também sei ser misteriosa, profunda e reservada como o oceano, guardando segredos em minhas profundezas que poucos podem alcançar.
Minha força não é apenas resistência, mas também flexibilidade. É a capacidade de ceder quando necessário, de me adaptar sem quebrar. Quando me lançam pedras, faço delas parte do meu leito. Quando enfrentam minha força, mostro que não é o poder bruto que vence, mas a persistência.
Sou como a água, que acolhe e nutre, mas também exige respeito. Não permito ser contida ou subestimada. Assim como uma correnteza pode parecer tranquila, mas guarda força suficiente para mover montanhas, também guardo em mim a capacidade de enfrentar o que vier, por mais desafiador que pareça.
E, assim, sigo. Sou o rio que encontra o mar, sou a chuva que fertiliza a terra, sou o gelo que preserva a vida, sou o vapor que sobe às alturas. Não importa a forma que assumo, permaneço fiel à minha essência: moldável, resiliente, forte. Sou como a água — simples em minha natureza, mas infinita em possibilidades.
Sou como o vento, seguindo o caminho sem obstáculos, leve e livre, percorrendo o mundo sem amarras. Minha essência é a liberdade, e meu destino é onde quer que eu deseje estar. Não me prendo, não me limito. Fluo entre as montanhas, acaricio as folhas das árvores e danço com as ondas do mar.
Carrego em mim a força de quem não conhece barreiras. Mesmo quando me tentam conter, encontro uma forma de passar, porque sou invisível, mas poderoso. Posso ser uma brisa suave que acalma o espírito ou uma tempestade intensa que anuncia mudanças. Sou versátil, adaptável, e sempre em movimento.
Há uma beleza em minha imprevisibilidade. Posso ser o vento que sussurra segredos entre as flores ou aquele que carrega tempestades no horizonte. Trago renovação onde passo, varrendo o velho para abrir espaço para o novo. Levo comigo os sonhos, os perfumes e até mesmo as dores, espalhando tudo pelo mundo como uma lição de que nada é permanente.
Sou mensageiro do tempo, trazendo as mudanças das estações. No verão, refresco e alivio o calor. No inverno, açoito a face e convido ao abrigo. E na primavera, sou aquele que espalha as sementes da vida, garantindo que tudo continue a florescer.
Mas também sou silencioso. Muitas vezes, não me veem, apenas sentem minha presença. Uma leve brisa que toca o rosto, um assobio que passa pelas janelas, um movimento sutil nas cortinas. E mesmo assim, minha presença é inegável, como uma força constante que ninguém pode ignorar.
Não sigo regras; sigo meu próprio caminho. Posso cruzar mares e desertos, escalar montanhas ou me perder em vales. Onde há espaço, lá estou. Onde há limites, eu os atravesso. Porque sou o vento, e minha essência é a liberdade.
Assim como o vento, sou imparável. Mesmo diante dos maiores obstáculos, encontro formas de seguir em frente. Quando me tentam bloquear, eu me fortaleço. Quando me enfrentam, mostro minha força. Mas nunca perco minha leveza, porque é ela que me permite ir tão longe.
Carrego em mim o poder de transformar. Posso mover as folhas caídas de um outono melancólico ou carregar as nuvens para anunciar a chuva que a terra tanto precisa. E, ao fazer isso, deixo minha marca, mesmo que intangível, no coração do mundo.
Sou como o vento, que não se prende ao passado nem se preocupa com o futuro. Vivo o agora, o momento, a jornada. Porque para mim, o destino não importa tanto quanto o movimento. É no fluxo, no sentir, no tocar que encontro meu propósito.
Livre, forte e incessante. Sou como o vento, sempre seguindo, sempre sendo.
Sou como o fogo, intenso e cheio de vida, consumindo tudo o que encontra com paixão e energia. Em mim há um poder que tanto aquece quanto transforma, uma chama que nunca se apaga. Minha natureza é arder, brilhar e iluminar o caminho, trazendo luz aos lugares mais escuros.
Sou calor nos dias frios, um conforto em noites solitárias. Mas também sou força destrutiva, capaz de mudar tudo ao meu redor, deixando espaço para novos começos. Assim como o fogo renova a terra ao consumir o velho, também trago em mim a capacidade de transformar, de destruir o que já não serve e criar algo novo em seu lugar.
Minha essência é dual. Sou aquele que aquece e acolhe, mas também aquele que desafia e queima. Não sou feito para ser controlado, pois, quando tentam me conter, torno-me ainda mais forte, mostrando que minha liberdade é minha maior força.
Sou o símbolo da paixão. Onde estou, levo intensidade, vida, e emoção. Não faço nada pela metade; tudo em mim é completo, verdadeiro e ardente. Meu calor inspira, move e desperta o que há de mais vivo nos outros.
No entanto, sou também delicado. Minha chama pode ser pequena e tímida, mas nunca deixa de existir. Mesmo quando pareço apagado, há brasas em meu interior, esperando apenas um sopro de vida para voltar a arder com força total.
Sou o fogo que guia aqueles perdidos na escuridão. Meu brilho é um farol, um sinal de esperança, um lembrete de que há luz mesmo nos momentos mais difíceis. Mas também sou o fogo que consome, que purifica, que ensina a lição de que, às vezes, é preciso deixar ir o que não serve para dar espaço ao novo.
Carrego em mim a coragem de avançar mesmo diante dos ventos contrários, porque sei que minha chama não se apaga facilmente. Sou persistente, determinado, e levo comigo a certeza de que minha energia é infinita.
Assim como o fogo, sou movimento constante. Não fico preso a um único lugar ou forma; estou sempre mudando, crescendo, buscando algo novo para consumir e transformar. Sou a faísca de um novo começo, a chama que aquece corações e a força que nunca desiste de brilhar.
Sou como o fogo, indomável e vital. Levo calor, luz e transformação onde quer que vá. Minha essência é arder, iluminar e deixar minha marca no mundo. Porque, assim como o fogo, não nasci para ser ignorado; nasci para ser sentido, respeitado e admirado.
Nosso amor é feito de histórias e emoções, entrelaçadas em um tecido que o tempo e as experiências juntos ajudaram a costurar. Cada momento vivido se torna uma página escrita com detalhes únicos, que só nós dois conseguimos compreender por completo. Não somos apenas protagonistas dessa narrativa; somos também os autores, constantemente moldando o enredo com escolhas, palavras e gestos que refletem o que sentimos um pelo outro.
A conexão veio primeiro, como uma centelha que despertou algo novo e indescritível. Foi aquele instante mágico em que percebemos que, apesar das diferenças, havia algo profundo que nos unia. Uma troca de olhares, uma conversa que fluiu sem esforço, ou simplesmente o silêncio confortável de quem já não precisa dizer nada para ser entendido. Essa conexão não nasceu do acaso, mas da abertura de ambos para realmente enxergar o outro, sem máscaras ou defesas. Foi ali que nossos mundos começaram a se entrelaçar.
Depois veio a reciprocidade, essa dança delicada de dar e receber, de cuidar e ser cuidado. Não é uma troca calculada, mas um movimento natural que surge quando ambos se dedicam com sinceridade e intensidade. O nosso amor não é feito de cobranças, mas de doações mútuas. Você me inspira a ser melhor, e eu busco fazer o mesmo por você, não porque seja uma obrigação, mas porque é um desejo que nasce do coração. A reciprocidade nos lembra que somos iguais em nossas vulnerabilidades e forças, e que caminhamos juntos, lado a lado.
E então, como o toque final de uma obra de arte, vem a química. É aquele algo a mais, inexplicável e irresistível, que faz com que nossos corpos e almas se entendam em perfeita harmonia. Não é apenas o desejo físico, embora ele esteja presente e seja intenso; é também a energia que sentimos quando estamos perto, o calor que percorre a pele com um simples toque, o arrepio que surge com um sussurro no ouvido. A química é a magia que mantém tudo vivo e vibrante, transformando cada momento juntos em algo inesquecível.
Esses elementos — conexão, reciprocidade e química — se complementam e se reforçam, criando um amor que é único em sua essência. Não é um amor perfeito, porque somos humanos, com nossas falhas e desafios. Mas é um amor real, que cresce e amadurece com o tempo, que enfrenta tempestades e celebra o brilho do sol.
Nosso amor é também uma jornada. Há dias em que ele é leve como uma brisa, fluindo naturalmente, e outros em que precisa ser trabalhado, cultivado com paciência e cuidado. Mas em todos os momentos, ele é verdadeiro, sustentado pela base sólida que construímos juntos.
E assim seguimos, escrevendo nossa história com emoção e dedicação. Cada capítulo traz novas lições, cada página é marcada por risos, lágrimas, conquistas e aprendizados. Nosso amor é um livro que não queremos terminar, uma obra que continua a surpreender e encantar a cada palavra escrita.
