Mensagens de final de ano para alunos da educação infantil cheias de carinho

"Investimos mais em brutalidades do que em escolas!"

"O papel do professor é ensinar a criança a pensar; a deseducação dela é reflexo do ambiente familiar."

"Criança, não viva tão intensamente.
-Armazene-se.
O futuro há de te agradecer"
Haredita Angel
27.04.10

"Já quis ser uma borboleta, dessas bem coloridas...
- Borboletas parecem com crianças!"
Haredita Angel
04.10.12

"Ao seu lado sou uma criança que vê o mundo cheia de esperança.
Proteja essa criança, não sabote
o seu mundo."
Haredita Angel
28.10.11

"Meu sonho de criança...
- Crescer.
Meu sonho de jovem...
- Amadurecer.
Meu sonho de adulto...
- Vencer.
Meu sonho para hoje...
- Permanecer por mais algum tempo."
Haredita Angel
08.12.25

É muito bom ser criança...
Onde os banhos de chuvas são aventuras, bombons e chocolates prêmios, e as cores dos picolés magia...
Muita felicidade!

Aí vem a adolescência, com suas primeiras vezes intensas e absurdas.
O primeiro amor, o primeiro beijo, as primeiras luzes neon, as primeiras dúvidas, as primeiras escolhas e as primeiras decepções...
Muita confusão!

Aí vem a fase adulta, contradições, responsabilidades, nostalgias e boletos... Muitos boletos!

Aí chega a velhice, com suas marcas físicas e psicológicas, e as lições...
Muitas lições!
Haredita Angel
31.05.25

*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)

A separação:

Ficaram as crianças/levei a recordação,
Ficaram as roupas/levei a pele,
Ficaram as almofadas/levei o cansaço,
Ficaram os lençóis/levei o sonho,
Ficaram as prateleiras/levei o bornal,
Ficaram as mesas/levei a fome,
Ficaram os fogões/levei a chama,
Ficaram os cômodos/levei o vazio,
Ficaram as plantas/levei a semente,
Ficaram os amores/levei a saudade,
Ficaram os dias/levei a alba,
Ficaram!/levei...
(Saul Beleza)

Hoje eu me minhas amigas conseguimos superar um dificuldade da escola, tiramos notas muito altas na matéria de programação, na qual tinhamos muita dificuldade. Então não desista, persista e você ira conseguir.

⁠Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.

Jardim de Pragas Antigas


Era uma quinta feira normal, fui pra escola como sempre, sentei-me em minha carteira e esperei a aula começar. Tudo estava ocorrendo normal como todos os dias, conversas sem pausa, professores pedindo por respeito e alunos que não fechavam a boca por nada. Até que chegou a aula de sociologia, a professora estava lecionando sobre cultura, e entre uma palavra e outra trouxe o exemplo do carnaval, uma cultura muito forte no Brasil. Quando que do nada percebi os diversos comentários horríveis: ‘O povo que vai pro carnaval deve ir pro inferno’, ‘esse povo da Bahia, que cultua a macumba, é do demônio’. Isso e muito mais foi o que alguns meninos falaram. O clima ficou pesado, senti como se tivesse caído uma tempestade em cima de mim, a umbanda faz parte de mim, e escutar aquilo colocou-me no tão temido inferno que eles acreditam.


Fiquei pensando naqueles meninos, esses atos não são de agora, remetem ao passado, são como ervas daninhas em um jardim florido, mas que apesar de destruir todos os diferentes à sua volta, tem raízes profundas, tão fundas que remetem ao descobrimento das terras que conhecemos hoje. São plantas tão bem estruturadas que não são mortas com qualquer veneno, a cada novo ser que nasce nesse jardim, ele é brutalmente infectado, fazendo-o proferir a mesma praga de seus antecessores. Aqueles que não são contaminados, sofrem com essa praga, combatem-na com toda a sua força, são pessoas que ainda acreditam na salvação desse canteiro. Esses novos seres que nascem, são os únicos que podem acabar com o padrão de contaminação, já que estas plantas jovens têm seus caules mais puros e se olhassem para outro lado, poderiam se agarrar em vegetações firmes, assim seriam livres dessas ervas daninhas.


O silêncio ecoava pelos corredores, era uma quietude que doía e ao mesmo tempo ardia na alma, tudo aquilo estava sem controle, nenhuma palavra vinha para acalmar aquela tempestade, e nem se quer uma tentativa de segurar aquelas pragas. Tudo estava já danificado, eu teria de ser forte, já que ninguém estava lá para arrancar as ervas daninhas. Mas mesmo que calassem-nas, não adiantava mais, raízes profundas não morrem com o corte do caule, devem ser tratadas em essência.


Quando bateu o sinal para finalmente ir para casa, fechei a mochila e fui caminhando para casa. O peso da mochila era gigante, o silêncio amedrontador da escola misturado com todas aquelas ervas daninhas ao meu redor, e aquela tempestade imensa em cima da minha cabeça. Refleti o caminho todo, não sou como eles, pensei, e é isso que importa. Enquanto mergulham em águas turbulentas, eu vivo a minha fé, e caminho por jardins límpidos. Claro, tenho muita vontade de curar suas pragas, mas não sou capaz, só eles próprios podem acabar com um padrão imposto em seu interior. Só sei de uma coisa, algum dia a própria terra em que estão plantadas, cobrará o preço, o inverno chega e só fica quem é verdadeiro e saudável por dentro.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.

Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.


Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…


É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.


Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.


Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.


E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.


A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.


Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.


A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.


A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!


Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!

⁠E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!


Então, Bom novembro!

⁠Os Frequentadores Assíduos da Agridoce Escola da Solitude dificilmente se contentam com meia companhia.


Há algo que a solidão ensina, e não é apenas o silêncio — é a escuta.


Quem se demora nesse espaço aprende a reconhecer o próprio ruído interno, a distinguir carência de presença e distração de encontro.


E, depois disso, já não dá para aceitar qualquer preenchimento como se fosse conexão.


A solitude, quando atravessada com coragem e disciplina, deixa de ser ausência e se torna critério.


Ela afina o olhar.


Mostra que companhia não é sinônimo de proximidade, nem conversa é garantia de vínculo.


E, sobretudo, revela que estar com alguém pela metade cobra um preço inteiro.


Por isso, quem já se formou — ainda que provisoriamente — nessa escola agridoce, passa a estranhar o raso.


Não por arrogância, mas por memória.


Memória de quando estar só era muito mais honesto do que estar mal acompanhado.


Memória de quando o vazio, ao menos, não fingia ser plenitude.


Meia companhia cansa porque exige que a gente finja completude onde só há fragmento.


E quem já fez as pazes com a própria inteireza, mesmo imperfeita, começa a preferir o desconforto da ausência à ilusão da presença incompleta.


No fundo, não se trata de rejeitar o outro — mas de recusar o que não chega inteiro.


Porque, depois de aprender a estar consigo e gostar disso, qualquer companhia que não soma, diminui.

"Seja sincero comigo (ou consigo). Ao falar criança, ao invés de 'kid'; jogo, ao invés de 'game'; entrega, ao invés de 'delivery'... Quem está fazendo papel ridículo sou eu? Seja sincero comigo (ou consigo)!"
Frase Minha 0237, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Se pudesse voltar aos 10 anos de idade qualquer criança iria desejar chegar rápido à idade adulta!"
Frase Minha 0239, Criada no Ano 2008


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Ir a festa de criança sem conhecer ninguém lá (nem mesmo a criança) não é cumprir agenda social. Para mim é um tipo de tortura... Mesmo eu adorando crianças!"
Frase Minha 0342, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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thudocomh.blogspot.com