Mensagens de final de ano para alunos da educação infantil cheias de carinho
Na primeira página, a criança escreve com a tinta da certeza absoluta. O mundo é simples, concreto e real como seu próprio corpo. Ela não duvida do que vê e toca.
Na segunda página, o adolescente vira-se para dentro. É o sonhador. Precisa entender o furacão de seus sentimentos antes de entender o que está lá fora. É um mundo de ideias e descobertas.
A terceira página pertence ao adulto, o prático. Ele aprendeu a perguntar. Duvida dos caminhos, para não se perder neles. Sabe que os planos podem mudar, e por isso mantém a mente leve, pronto para corrigir a rota.
A última página é do Idoso, que desenha com a pena da serenidade. Ele olha para trás e vê que a vida é feita de sorte e acaso. A lógica falha, o inesperado acontece, e a paz está justamente em aceitar esse mistério. Ele contempla o que foi e o que ainda virá, e ali encontra seu descanso.
A educação é um tripé formado pelo Professor (Escola), o aluno e a sua família (Encarregado de educação).
O papel do encarregado de educação na escola é crucial para o sucesso do aluno. Eles são a ponte entre a escola e a família, ajudando a garantir que o estudante tenha o suporte necessário para aprender e crescer.
A vida é uma escola onde aprendemos a ser melhores todos os dias. Cada desafio é uma lição, cada obstáculo é uma oportunidade de crescimento e cada pessoa é um professor. A cada dia, podemos escolher aprender, evoluir e transformar a nossa vida e a dos outros.
Educar as crianças é investir no futuro! Quando ensinamos valores, conhecimento e habilidades, estamos moldando cidadãos conscientes e capazes de contribuir positivamente para a sociedade. É uma responsabilidade compartilhada que pode transformar gerações!
O perfeito louvor sai dos lábios de uma criança, onde o coração é puro, sem maldades ou desejo de vingança.
Muitos acham vivem no engano e ilusão, achando que louvar é interpretar um arranjo musical, expressar em voz a letra de uma canção.
Louvar é fazer a vontade do Altíssimo e Soberano Pai Celestial, Deixar os vícios e caminhos mal.
É expressar a todo o tempo o verdadeiro desejo em praticar o bem, servir e ajudar o próximo sem importar a quem.
Louvar a Deus não é segurar o microfone na congregação e fazer uma linda apresentação. Vai muito além de dominar as técnicas vocais e se apresentar também.
De que adiantar louvar com os lábios e manter o coração tão distante do Senhor?
Qual proveito tem se glorifica com a boca, e o coração vazio do verdadeiro louvor?
Louve ao Senhor, em espírito e em verdade, não importa onde estiver, seja no campo ou na cidade.
Exalte ao Senhor Jesus, nosso único e verdadeiro mediador, o elo perfeito entre nós humanos e o Eterno e Altíssimo Pai criador.
Tudo o quanto tem fôlego, Louve ao Senhor.
Halleluyah!!!
"Diminuímos os detalhes para que uma criança assimile melhor; aumentamos para adultos que já possuem um arcabouço cultural."
(PERRONE FILHO, 2022)
Na história, seu nome é esperança! Um olhar que encanta, uma pureza de trança, seu olhar de criança brilhando Perseverança, valor a identidade é sua herança, sorrir com altivez e autoconfiança.
A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”
Os tesouros da vida estão bem mais perto do que pensamos. Podem ser como isto, um sorriso de criança.
Pessoas altamente espirituais não envelhecem porque estão conectadas com sua criança interior (alma), devido ao seu grande magnetismo. Quando você passa a vida correndo atrás de bens materiais, dinheiro, validação e afins, isso rouba sua energia vital, pois você fica preso ao tempo. Os Escolhidos não correm atrás de NADA, porque se tornam o catalisador vibracional que atrai tudo o que merecem. Não busque estímulos, torne-se a vibração.
A criança não guarda rancor...
Devemos fazer o mesmo, pois quem guarda coisas que não presta é lixeira...
E o nosso coração não é lugar de lixo...
É lugar para sentimentos bons...
Guardar mágoa é manter a sua alma em cárcere...
È trazer infelicidade e doenças para o corpo...
Para resgatar o coração de criança que um dia habitou em nós precisamos nos livrar da raiva, da mágoa, dos sentimento de vingança, e do pior deles o ódio! Precisamos principalmente exercitar o perdão acima de tudo...
Saudade do tempo de criança
Saudade do tempo de criança
quando corria na chuva
ou brincava no barro
sem medo de se sujar
saudade do tempo de criança
dos pés descalços no quintal
do vento no rosto
e do cheiro de terra molhada
saudade do tempo de criança
da bola correndo solta
na rua de terra
do interior
onde morava a felicidade
e da bicicleta velha
que parecia voar
saudade do tempo de criança
das noites calmas
com grilo cantando no escuro
e o céu vermelho
se despedindo da tarde
saudade do tempo de criança
quando criança queria ser grande
engraçado
quando cresceu
deu saudade de ser criança
saudade daquele tempo
em que tudo que se imaginava
parecia possível
porque tem coisas
que o tempo não apaga
a criança ainda mora aqui
nos sonhos guardados
na esperança teimosa
em tudo aquilo
que um dia a criança sonhou
e que ainda pode acontecer
porque no fundo
a criança nunca foi embora
ela só ficou ali
quietinha
esperando a gente lembrar dela.
" Um brilho de um sorriso de uma criança faz o coração pulsar, sabendo que tua ação de dar atenção a um simples cidadão, e aquele aperto na mão que nenhum coração aguenta de tanta emoção".
Se você quer educar uma criança e tem dificuldade? Então percebe que ela gosta de sorvetes? Ensine-a com sorvete e terá sucesso !!!!
"Você acha difícil educar uma criança até ter que educar e ensinar uma inteligência artificial!!"
— [Júlio César da Silva]
Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.
Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.
A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.
A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.
A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.
Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.
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