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Filosofia Jurídica

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A rebeldia dos rappers/mc's de esquerda segue firme, desde que não atrapalhe a narrativa oficial dos comunistas.

Quem diz não ter lado político, normalmente inclina pra esquerda.

Sim, eu me considero importante pra mim. Mais do que você jamais supôs.

Mataram o cavalheirismo acusando-o de machismo. Agora reclamam que os homens não abrem a porta, não pagam a conta e homens que não se comprometem. Igualdade tem custo. Aproveitem o 50/50 e a ausência de proteção. Foi escolha, não surpresa.

O homem que depende da validação externa já perdeu a guerra interna.

Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

Kamorra não é sobrenome apenas. É história. É escolha. É guerra.

As escolhas indicam valores.

Quanto mais você se compara aos outros, mais se aprisiona — e mais frustrado fica com quem você é.

Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.

Sou de direita, mas não compactuo com mentiras para atacar a esquerda. A própria verdade sobre eles já é suficiente para expô-los.

A inclusão do meu apelido como sobrenome foi fruto de oração e discernimento, não de impulso ou desordem.

A pergunta-chave: Na minha busca pelo sucesso, estou prejudicando
alguém? Se a resposta for não, siga em frente com confiança.

O ego pode ser um aliado, desde que esteja sob seu controle.

Alguns crentes de hoje aconselhariam Davi a apenas orar por Golias, não a enfrentá-lo. São os mesmos que distorcem o evangelho e acham que seguir Jesus é aceitar ser pisado por qualquer um.

Promessa não tem valor; cumprimento tem.

Cada versão passada, com seus erros, medos e aprendizados, foi essencial para moldar quem você é hoje.

Seu amor-próprio precisa pesar mais do que a sua fome por aceitação.

Kamorra não é, nunca foi e nunca será a Camorra Italiana.
A semelhança no nome não cria vínculo, não cria herança e muito menos identidade.

Na Itália, Camorra é crime organizado.
Kamorra não nasce do crime — nasce de princípios.

Kamorra vem do “camorra” do espanhol, termo ligado a conflito, enfrentamento, resistência.
Aqui, o sentido não é desordem gratuita, mas postura firme diante daquilo que precisa ser enfrentado.

No hebraico, a referência é “kamocha” — “como tu”, expressão ligada a identidade, semelhança e responsabilidade diante de Deus.
Kamorra carrega esse peso: saber quem se é, a quem se responde e quais valores se sustenta.

Um termo foi manchado pela corrupção, pelo medo e pela exploração.
O outro se firma em valores, consciência e compromisso com Deus, pátria, família e liberdade.

Confundir Kamorra com máfia é ignorância ou má-fé.
Kamorra não opera nas sombras — opera na consciência.

Não existe neutralidade: até o seu silêncio escolhe um lado.