Filosofia do Amor
"Um chute no saco
Ou a lei do cangaço?
A morte com sorte
Com um tiro no peito
Religião do mais forte!"
Rogério Pacheco
Poema: Chute no saco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
"Um soco na boca
Do estômago vazio!
E um exame de sangue
De quem passa fome
E ainda exigem jejum!"
Rogério Pacheco
Poema; Chute no saco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
"Quarta-feira de cinzas!
Sexta-feira Santa!
Não se come carne.
E a única galinha do terreiro
Está na menopausa!"
Rogério Pacheco
Poema; Chute no saco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
"Vou pescar lambari!
No riacho…
Isto é…
Se ainda acho!
O lambari ou o riacho!?"
Rogério Pacheco
Poema: Chute no saco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
"Pedaços de pedaços
Que se fazem em porções.
Pelas migalhas feitas de estilhaços;
São as divisões que se fizeram
E não querem ser frações."
Rogério Pacheco
Poema: Pedaços da humanidade
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
Entre o masculino e o feminino quantas quantidades de gêneros existem?
Comprovadamente não existe apenas XX e XY. E mesmo que só estes existissem há diversidade na fauna humana.
Há um determinado nível de testosterona ou outro hormônio que define isto? E quem não está incluso nestes níveis?
Até na programação binária 0 e 1 obedecem a níveis de tensão elétrica e não a uma quantia exata.
Entre a noite e a manhã existe a madrugada.
Aprendam com as formigas, com os cavalos marinhos, com o yin e o yang...
Chega de bastarmo-nos e subjugarmo-nos em extremismos.
A idade média precisa acabar um dia.
Tem gente que paga na mesma moeda, mas quem é de Deus paga na moeda de Deus, cuja face estampada é a de Cristo, e a inscrição é: "Eu te perdoei sem você merecer, agora vai e faz o mesmo, porque Eu o Senhor te dei o exemplo"
Ref. Atos 7:55-60
Renato Mendes Urso
Se a fumaça que saia a cada trago daquele velho cigarro de palha, desenhasse o sorriso dela, nem que o vento levasse em questão de segundos, fariam com que minha noite fosse melhor.
Chega certo momento na vida que é necessário reavaliarmos tudo o que fazemos ou deixamos as pessoas fazerem conosco. Nesse momento, o NÃO é a melhor arma e escudo para a nossa sobrevivência.
Como posso te amar?
Não posso.
Mas amo?
Acho que não. Espero que não.
Não é medo, é incerteza.
Compatibilidade de almas, incompatibilidade de corpos.
Não é uma miragem vivida,
é apenas uma realidade estendida—
como se o tempo fosse o mesmo para nós.
Mas não é.
Há uma vida de distância.
Talvez mais do que uma.
O que devo fazer em meio a essa realidade assustadora?
Nunca cheguei nessa parte.
Não sei ao certo pelo que me apaixonei,
se é que me apaixonei.
Seria seu riso doce, seu olhar de abrigo,
seu tom de intimidade, sua escuta ativa?
Talvez eu tenha me apaixonado pela forma
como me vi pelos teus olhos—
como se meu coração pudesse bater
e, pela primeira vez,
não houvesse nada de errado nisso.
Mesmo que não seja platônico,
preciso que seja!
Preciso ser como a Branca de Neve,
mas sem o príncipe.
Que ele nunca me beije.
Que eu nunca acorde.
Que isso fique aqui, onde é seguro:
dentro do meu próprio sonho.
A vida é breve. O verdadeiro legado que deixamos não é acumulado em bens, conquistas ou títulos, mas em como tocamos os corações à nossa volta.
O medo da rejeição é um sentimento um tanto irracional — porque é como perder uma corrida onde você tem 50% de chance de vencer, por nem tentar.
A pessoa que estará com você até o final de seus dias não é aquela que só é capaz de ver as suas qualidades, mas aquela que comprende perfeitamente quais são seus defeitos, e te ama, apesar deles.
Viaje...
Mas faça essa viagem para além das externas estradas... Viaje para os labirintos das profundezas de seu Ser... Explore os caminhos desconhecidos, e nesses caminhos, redescubra Você, e compreenda que És bem mais do que aquilo que durante muito tempo "tentaram fazer você acreditar".
Rubenita Olindo
Psicanalista
Diante das inúmeras sugestões que o mundo oferece, há uma substancial que se revela ao te ver passar e deixar a rua deserta.
Fechar as portas e janelas de casa é voltar-se para o temido silêncio da alma, que já não se contenta mais em apenas subsistir como sentido de vida.
Pobres são aqueles que adoram corpos e formas, esquecendo que a verdadeira beleza mora no que é invisível aos olhos.
