Filosofia
Eu não preciso ser de
esquerda, nem de direita
para defender indígenas,
negros, mulheres,
minorias, trabalhadores,
doentes, necessitados.
Só preciso usar
o cérebro,
o coração
e a alma.
A origem de toda a corrupção e hediondez humana, na sociedade fake, está no apego doentio às coisas materiais. E é esse apego doentio que levará a humanidade ao suicídio global, à extinção ou, na hipótese mais otimista possível, de volta à Idade da Pedra.
A cada momento vivido, nos movemos pelo tempo e para além dele. Passado, presente e futuro estão conectados assim como 'o tudo de todos entre si e ao grande todo, o Grande Cosmos'.
Salvo raríssimas exceções, o que são as escolas e as universidades, senão prisões da criatividade, campos de extermínio de talentos, masmorras da genialidade, cemitérios de mentes?
A guerra contra a desinformação é uma guerra tão perdida quanto a guerra contra a corrupção sistêmica e a guerra às drogas.
Acho medonho alguém viver sem paixões mas o excesso me comove e entendo os adultos infantilizados, pois elas não são eternas, eterno é o que passará numa fração de segundos daquilo que nunca mais voltará a não ter acontecido e daqui a um instante, memórias e nada mais, porque o corpo só nos ensina a ser mortal e a mente ilude que a estabilidade é ter um mundo correto, porém, é preciso o caos para você esquecer que a felicidade é superior aos infortúnios da complexidade da existência.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Enquanto os politicopatas, de bolsos cheios e contas abarrotadas nas Offshore, fingem que brigam entre si, o povo segue sendo a carne moída dos já podres de ricos, sobrevivendo na mega bolha do abismo social de injustiças, misérias, abusos criminosos, ilusões e falsas esperanças.
A vida quando acaba, acaba do nada, de repente e tudo o que amamos, tudo o que fomos, sonhamos e gostaríamos de ser estará exterminado, destruído sem dó, nem piedade.
O silêncio é o paraíso dos sábios, é nele que se faz a filosofia, é dele que eu encontro inspiração para escrever, o silêncio é a fabrica dos sonhos, a quimera que perturba a mente dos poetas.
