Filhos
Filhos e filhas de mãe solo deve ter orgulho de suas mães, independente das qualidades e dos defeitos que cada uma tiver.
As mães e os pais podem estressar os filhos .
No entanto,a pessoa ideal para se relacionar não é aquela que te estressa,
mas a que te acalma.
Mães solteiras,filhos "bastardos" e principalmente filhas "bastardas" sofrem com o preconceito social e com a violência de algumas pessoas.Mães solteiras abandonadas precisam arcar com a criação dos filhos sozinhas sofrendo humilhações de todas as partes.Filhos não devem ser abortados.Por isso,métodos contraceptivos podem ser usados como prevenção e no caso de gravidez a responsabilidade é dos dois parceiros.Logo,casais homossexuais costumam ser mais responsáveis por planejar os filhos.
A sexualidade é algo muito particular.Filhos de pais heterossexuais podem ser homossexuais ou bissexuais e filhos de homossexuais podem ser heterossexuais ou bissexuais.Os pais jamais devem impor que os filhos sejam da forma como eles idealizam,mas devem respeitar seus gostos e opiniões.
Chegará o dia em que os filhos seguirão seu caminho, formarão seus próprios lares, e nós permaneceremos com o fruto do que cultivamos na vida a dois!
O amor do Pai não conhece limite, e está sempre pronto para receber seus filhos de volta, independentemente do que fizeram.
Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.
Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.
Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.
Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.
Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que, ao ver meus filhos crescidos, se assusta por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.
Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.
E não há estrada mais bela do que essa.
Em Amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o Bom Propósito da Sua Vontade.
