Filha Sinto a sua falta

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Pegue seu envelope,
Pague seu quinhão,
Então virá a galope a sua salvação.

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Quantos quilos pesa sua sinceridade ?
Beleza não se opõe a mesa.
Ser extremo é uma necessidade,
O rústico duela com a delicadeza.

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Pequena Preciosa,
Sei de sua trajetória.
Pequena Preciosa,
Cantarei sua história.

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Na euforia de sua alforria,
Ganhou a atenção que então merecia.
O vil e perverso aliciador,
Malvado medíocre seria enjaulado,

Foi algemado pelo defensor,
Que tirou a Pequena de seu triste passado.

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Brilha Graciosa

Em sua roda de amizades,
Era querida e engraçada,
Realizava varias bondades,
Sua presença era prezada,

Compreensiva, encantadora,
Esperta, investigadora,
Queria ser médica,
Ginasta e cantora.

Bem mais madura que as outras meninas,
A vida foi dura e a fez menos manhas, Se propunha a ousar e auxiliava,
Estendia a mão onde estava,
Prestativa, precavida, delicada,
Nunca mais seria forçada a nada.

Ajudava a mamãe no bordado,
Segurava o rolo de linha,
Ficava atenta a cada traçado,
Da rede ao rendado até a barrinha.

Pintava o bordado, ornava a borda,
Combinava sua roupa com a da bonequinha,
A pequena brincava, cantava, pulava,
Imaginava e sabia, nada mais a detinha.

Nada mais a deteria.

Brilha Graciosa !
Brilha o quanto quiseres brilhar.
Pequena Preciosa !
Motivo maior prum pai se orgulhar.

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Em sua roda de amizades,
Era querida e engraçada,
Realizava varias bondades,
Sua presença era prezada,

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Pintava o bordado, ornava a borda,
Combinava sua roupa com a da bonequinha,
A pequena brincava, cantava, pulava,
Imaginava e sabia, nada mais a detinha.

Nada mais a deteria.

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Seu apelido era uma piada, sua cor era parda,
Mas Branca de Neve já estava acostumada,
Pois desde jovenzinha tinha sido discriminada.

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Ele não fomentou sua longa empreitada, Mas trombou com Branquinha,
Numa noite estrelada.

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Educar é o ato mais difícil da Vida, porque ele começa em casa, entre a pessoa e sua família, depois envolve a escola e os professores, enquanto simultaneamente se torna um compromisso de toda a sociedade, inclusive e principalmente do próprio ser que está se educando.

Mas não é aí que se encontra a dificuldade, o verdadeiro problema é alcançar o objetivo da Educação, que consiste em transformar o sujeito, a família, a escola, os professores, a sociedade, para que estes compreendam que só as revoluções podem alcançar a equidade, a liberdade, a felicidade e a justiça social.

É a maior dentre todas as batalhas a serem travadas.

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⁠Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.

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⁠Asami alcançou a imortalidade,
Mártir por sua alvura e conchego.

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⁠Mamãe nunca mais arrumou sua gola,
Asami nunca mais, calçou seus sapatos
E foi à escola.

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⁠O ilustre se cativou
Com aquele avental,
Sua política interna
Virou extrema liberal,

Ao contemplar a lavadeira
Numa tarefa eventual.
Uau.

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⁠Deu as costas à realeza
E o galanteio virou papo,
Seria ele e sua duquesa
A Imperatriz do Farrapo.

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⁠Berto se revoltou completamente ontem, um surto capaz de mudar toda a sua trajetória até então, mas ele não mudou. Era imutável, era fechado, era Berto. Pediu demissão de mais um emprego entre inúmeros no último ano, eremita insaciável, insatisfeito, inconsolado. Mandou seu superior pro inferno, engolia ofensas há meses, Berto não nasceu para se submeter, era insubmetível. Jogou uma caixa de arquivos na cara do canalha, que lhe ordenava ordens insensatas, um cretino munido de idiotices hierárquicas.

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⁠Aspirante a Vilão

Berto se revoltou completamente ontem, um surto capaz de mudar toda a sua trajetória até então, mas ele não mudou. Era imutável, era fechado, era Berto. Pediu demissão de mais um emprego entre inúmeros no último ano, eremita insaciável, insatisfeito, inconsolado. Mandou seu superior pro inferno, engolia ofensas há meses, Berto não nasceu para se submeter, era insubmetível. Jogou uma caixa de arquivos na cara do canalha, que lhe ordenava ordens insensatas, um cretino munido de idiotices hierárquicas.

Berto virou um demônio e pediu a Deus que lhe desse discernimento, para não cometer ali uma atrocidade. Aquela saleta fedia uma loção barata e desodorante vencido, misturado com cheiro de banheiro e desinfetante caseiro. Divisórias mofas exerciam sua tarefa mal sucedida de serem repartições, isolando os ambientes, descumprindo a missão de ocultarem as conversas em voz alta e os berros exaltados de chefes e subordinados neuróticos e estressados.

Aquele bairro tinha se tornado uma grande privada satélite, anexada ao centro velho e abandonado da cidade, um território esquecido por seres civilizados, antro supremo das mais relevantes categorias do tráfico, drogas, armas, contrabandos e piratarias de todos os gêneros imagináveis, prostituição. O lar do crime rigorosamente organizado, refúgio de marginais, imigrantes, putas, travecos, ligeiras, minorias, desempregados, miseráveis e mais miseráreis, mas nenhum culpado.

Dizer que não é fácil ser honesto no paraíso dos corruptos seria inocência demais, honestidade e dignidade não existem, são basicamente impossíveis de serem praticadas, num lugar como este. O próprio ar em si é corrompível, as ruas não alimentam o crime, o crime alimenta as ruas, sem ele não há forma de vida aqui; e ninguém é culpado.

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⁠Mostre-me sua ridicularidade,
Igual por igual na totalidade,
Vou me vestindo a prova de shock,
Nada imune à descarga pop.

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⁠Haja latrina para tantas fezes,
Toneladas de excrementos leves.
Sou fumaça em sua chaminé,
Mostre-me quão ignorante você é.

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⁠ID (ota) é aquele que acredita
Que arbitra sua imprópria existência,
Sua própria inexistência insiste em não ser nada.

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