Filha Amada
A distância me aborrece, o amor me fortalece;
Saiba filha mesmo com todos os percalços que tenho enfrentado em 18 anos de peleja, mesmo assim sempre lembro dos ótimos acontecimentos que passamos no passado. E sei que podemos virar a página e tentar ao menos começar uma nova história. Sei que se passaram quase um ano do nosso último encontro, mais eu ao menos estou aqui pronto a me redimir. Sei que não vai ser como foi anos atrás, também sei que como pai o amo muito, e podemos tentar um novo recomeço....
Minha querida filha Lara Thayte 💔 🙏
Há cinco meses você partiu, e desde então, minha vida nunca mais foi a mesma. O mundo perdeu as cores, e o som da sua risada, que antes preenchia cada canto, agora ecoa apenas em minhas lembranças. Viver sem você tem sido como caminhar por uma estrada escura e solitária, onde cada passo parece pesar mais que o anterior.
O vazio que você deixou é imenso, e todos os dias me pergunto como seguir em frente sem o brilho dos seus olhos para me guiar. Tento buscar força em nossas memórias, mas a saudade é cruel, trazendo uma dor que nenhuma palavra pode descrever.
Eu sinto falta de tudo: do calor do seu abraço, da sua voz suave chamando meu nome, dos momentos simples que compartilhávamos. Você era minha razão, minha alegria, meu maior presente. Agora, carrego essa ausência como uma marca permanente no coração, um pedaço de mim que partiu junto com você.
Mas, mesmo na dor, há amor. Um amor que transcende a ausência, que resiste ao tempo, que jamais será apagado. Eu te amo com cada parte de mim, minha menina, e prometo carregar sua memória com a dignidade e o carinho que você merece.
Até o dia em que nossos caminhos se cruzarem novamente, continuarei vivendo por você e com você dentro de mim. Meu amor por você é eterno, e mesmo na distância, você será sempre minha luz.
Com todo o meu amor,
Mamãe
Carta aberta 😭💔
Filha de uma mãe e vários pais,
Que tinham outros filhos em diversos cais,
A história se fazia, corrida diária,
Aquela sobrevida na zona portuária.
Pisquei os olhos, anoiteceu
Bocejei, o cabelo alvejou
Deu um pulo, a minha filha cresceu
Gargalhei, a aposentadoria chegou
*Te amo mais que um planeta inteiro.*
"Filha, meu amor de mãe por você não cabe em quilômetros.
Tem que medir em sistema solar."
_Van Escher _
Filha de Anselmo
Aprendi cedo que gentileza não fazia barulho.
Ela morava nas sacolas da feira, quando minha mãe voltava com frutas a mais, porque sempre havia um vizinho que precisava.
Morava no biscoito feito por quem morava sozinho, mas nunca quis ficar só.
Morava na panqueca trocada por um doce, sem nota fiscal, sem contrato, sem fotografia para provar.
Era assim que a gente se reconhecia gente.
Na escola, não havia tecnologia avançada, mas havia mãos estendidas.
Um ajudava o outro porque ninguém chamava isso de favor — chamava de convivência.
A vida nunca foi fácil.
Meu pai trabalhava à noite.
Meu avô acordava às quatro da manhã.
João Figueira, meu avô, foi um dos fundadores do Sindicato da Estiva.
Veio de Portugal, trocou o comércio pelo peso da sacaria, comeu seu peixe ensopado antes do sol nascer e saiu para trabalhar.
Não havia romantização. Havia esforço.
Havia luta.
E havia dignidade.
Hoje dizem que o mundo mudou.
Mudou mesmo.
Agora quase tudo tem preço.
Faz-se trabalho.
Faz-se prova.
Faz-se até aquilo que deveria ser aprendizado — desde que caiba no bolso.
A gentileza virou discurso.
O cuidado virou status.
A educação virou número.
Quando me incomodo, me rotulam.
Já me chamaram de petista.
Mas não sou de partido algum.
Sou filha de Deus.
Sou filha de Abselmo.
E talvez seja isso que incomode.
Porque não falo por ideologia.
Falo por memória.
Por crianças suando em salas quentes enquanto o discurso sobre natureza é feito no ar-condicionado.
Por professoras que aprendem a silenciar para sobreviver.
Por um tempo em que ninguém filmava tudo, mas todo mundo cuidava de alguém.
Não busco palco.
Busco coerência.
Não busco status.
Busco respeito pela infância.
Se isso hoje parece subversivo, talvez seja porque esquecemos demais.
E alguém precisa lembrar.
Mesmo em voz baixa.
Rosana Figueira
SENHOR MEU DEUS, nessa data..., peço-te que guie e proteja minha filha Bruna nos cuidados com minha neta Maria Cecília.
Que livre de todo mal, perigo e tentação.
Que a tua luz ilumine o caminho e dê força para ela enfrentar os desafios e a rotina de responsabilidades.
Que o Senhor te conceda dias de paz, onde cada decisão seja guiada pela sabedoria divina e cada passo seja abençoado.
OBRIGADO MEU DEUS 🙏❤️
Quero viver tanto a ponto de poder ver meus filha passar por todas as fases da vida, até chegarmos ao nosso fim.
A ingratidão é filha de uma alma pequena e mãe de todas as rupturas indignas: primeiro, porque não reconhece o que recebeu sem merecer; depois, porque renega sem vergonha o bem que se lhe fez.
Ode à Poesia
Ó Poesia, filha do silêncio e irmã da eternidade! Tu és o sopro invisível que desperta a alma quando o mundo adormece na monotonia dos dias.
Antes que existisse a tinta, já habitavas o coração. Antes que as mãos aprendessem a escrever, já desenhavas universos na delicada linguagem dos sentimentos.
És chama que não consome, rio que jamais se esgota, vento que atravessa os séculos sem perder o perfume da primeira inspiração.
Em teu templo, as palavras deixam de ser meras letras para tornarem-se asas. Elas voam sobre montanhas de dor, atravessam desertos de solidão e regressam trazendo o orvalho da esperança.
Tu conheces o nome de todas as lágrimas. Sabes distinguir a lágrima da saudade, a da alegria, a do reencontro, a da despedida e aquela que nasce quando Deus toca o coração sem pronunciar uma única palavra.
És jardim onde florescem os sonhos que o tempo não conseguiu apagar. És oceano profundo, onde mergulham os que procuram mais do que respostas: procuram sentido.
Quando o amor se torna pequeno para caber na linguagem comum, é em teus braços que ele encontra morada. Quando a dor já não suporta o peso do silêncio, é em tua voz que ela descobre a dignidade da beleza.
Tu transformas cinzas em primavera, feridas em sabedoria, espera em confiança e saudade na mais pura forma de permanência.
Poesia, tu não desafias o tempo; tu o santificas. Fazes de um instante uma eternidade inteira e de uma vida simples uma obra que jamais se apaga.
Por ti, o céu desce às palavras, e as palavras aprendem a subir ao céu. Ao teu encontro, o invisível ganha rosto, o impossível ganha caminho e o coração encontra o lugar de onde nunca deveria ter saído.
Que jamais se cale a tua voz! Pois quando a poesia silencia, o mundo perde um pouco da sua luz, a esperança se torna mais distante e a alma esquece que nasceu para contemplar a beleza.
Permanece entre nós, ó eterna companheira, ensinando-nos que viver é muito mais do que existir: é sentir profundamente, amar sem medida, esperar com coragem e descobrir Deus em cada pequeno milagre escondido nas entrelinhas da vida.
Salve, Poesia!
Enquanto houver um coração pulsando, um olhar voltado para o infinito, uma flor desabrochando ao amanhecer e uma alma disposta a amar, o teu canto viverá e ecoará para sempre por todos os tempos.
O orgulho de um pai ou de uma mãe pela vitória de um filho ou filha, às vezes é apenas uma lágrima que expressa simplesmente tudo...
Na mitologia grega, Europa era a filha de um rei fenício que foi seduzida por Zeus que, para alcançar o seu objetivo, assumiu a forma de um touro e a levou para Creta. Esta história inspirou os gregos antigos a usarem Europa como termo geográfico.
Filosofia da Mitologia poetica contemporanea.
Olá meu amor, estou cheio de saudades tuas a vida corre como um rio e nós vamos pela corrente sem ti. É como se a gitarra não tivesse uma corda ela toca, mas com a tua presença a musica É muito melhor, convida a dançar a desejar sonhar...
Para aquecer a minha alma meu coração e meu ser quer se perder pela paixão do suor do viver.
Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de Plutão caminho pela sombra de Platão na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia. Numa quimica de magnetismo que nos liga.
Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para a Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
"Não sou dona da verdade mas sou filha dEle. Desculpe levar minha sinceridade ao pé da letra em..(O que digo,vivo dela e convivo). É que não sei conviver com sandice de palavras vazias que só se utilizam de cobaía pra outros. Prefiro ser taxada de um pouco impetuosa, que cúmplice acumulada da covardia de muita falsidade que a vergonha esconde."
—By Coelhinha
Capítulo — Quando a porta se fechou
A chegada da minha filha mais nova deveria ter inaugurado um dos períodos mais felizes da nossa família. Mas, quase ao mesmo tempo em que ela nasceu, o mundo inteiro fechou as portas. A pandemia nos trancou dentro de casa, silenciou as ruas, modificou rotinas e obrigou milhões de pessoas a reaprenderem a viver.
Eu acreditava que estávamos enfrentando apenas mais uma fase difícil.
Não estávamos.
Enquanto o mundo parava, meu casamento também parava — só que de uma forma muito mais silenciosa.
Meu marido já não era mais meu marido.
Ele vinha para casa apenas para jantar e dormir. Nos fins de semana, trabalhava. As conversas desapareceram. Não existiam mais planos, risadas, confidências ou discussões sobre o futuro. Falávamos apenas do que faltava comprar, das contas da casa ou de alguma necessidade imediata das crianças.
Nem sobre os filhos ele perguntava.
É claro que eu percebia que alguma coisa havia mudado. Mas tentei justificar tudo.
Pensei que fosse a pandemia. Pensei que fosse o peso de um bebê recém-nascido. Pensei nas dificuldades financeiras. Pensei na minha própria dor, porque eu ainda não havia aprendido a sobreviver à morte da minha mãe. Havia dias em que a saudade voltava inteira, sem pedir licença, e eu mal conseguia respirar.
Talvez, eu dizia para mim mesma, fosse apenas uma fase.
Talvez estivéssemos todos emocionalmente cansados.
Passei um ano inteiro acreditando nisso.
Mas o amor, quando vai embora, deixa pistas por todos os cantos da casa.
Ele já não pegava nossa filha caçula no colo. Não brincava com ela. Não perguntava como ela estava. Saía cedo, sem sequer dizer bom-dia, e voltava apenas para cumprir uma rotina mecânica de comer e dormir.
O que mais me machucava, porém, era vê-lo perder a paciência com nosso filho do meio. Qualquer motivo era suficiente para uma explosão, e eu sempre precisava me colocar entre os dois para protegê-lo.
A casa já não era um lar.
Era apenas um endereço onde quatro pessoas dividiam o mesmo teto.
Até que chegou um sábado de novembro.
Ele entrou com um lanche nas mãos. Entregou às crianças. Sentou-se. Comeu em silêncio.
Então olhou para mim e disse, sem alterar a voz:
— Vou embora. Não aguento mais.
Foi como ouvir uma sentença.
Perguntei por quê.
Disse que podíamos conversar. Que poderíamos tentar. Afinal, eram treze anos de casamento. Treze anos de histórias, sonhos, dificuldades e conquistas.
Mas ele já havia partido antes mesmo de sair pela porta.
Disse apenas que estava com depressão e que precisava se afastar.
Naquele momento, eu acreditei.
Por mais que meu coração estivesse sendo despedaçado, minha maior preocupação deixou de ser o fim do casamento.
Passei a acreditar que o homem que eu amava estava doente.
E pessoas doentes precisam de cuidado, não de abandono.
Depois que ele saiu, tentei ligar todos os dias.
Mandava mensagens.
Perguntava se estava bem.
Perguntava quando veria as crianças.
Não havia respostas.
Nenhuma.
Nem para saber dos próprios filhos.
Naquela época eu também enfrentava outro medo.
Eu estava desempregada.
Precisava alimentar duas crianças pequenas e reconstruir uma vida inteira.
Foi então que decidi transformar um pequeno espaço da casa numa sala de reforço escolar.
Comecei com apenas dois alunos.
Era pouco.
Mas era um começo.
Em dezembro já atendia quatro crianças. Ainda não resolvia todos os problemas financeiros, mas me devolvia algo que eu havia perdido havia muito tempo: a sensação de que eu podia construir alguma coisa com as minhas próprias mãos.
Foi também em dezembro que ele voltou.
Não porque sentisse saudades.
Nem porque quisesse conversar.
Eu havia mandado uma mensagem dizendo que, se ele não buscasse seus pertences, eu colocaria tudo no lixo.
Ele apareceu.
Entrou em casa como quem nunca tivesse ido embora.
Deu bom-dia.
Sorriu para as crianças.
Brincou com elas.
Riu.
Como se nada tivesse acontecido.
Depois devolveu a chave da casa, pegou suas coisas e foi embora.
Simples assim.
Sem lágrimas.
Sem conversa.
Sem despedida.
Sem qualquer demonstração de emoção.
Parecia alguém visitando parentes distantes durante uma viagem: entra, cumprimenta, pega o que veio buscar e segue seu caminho.
Naquele momento, eu ainda alimentava uma pequena esperança.
O Natal estava chegando.
Treze anos juntos.
Dois filhos.
Talvez ele aparecesse.
Talvez quisesse reconstruir alguma coisa.
As crianças pediram para falar com o pai.
Liguei.
Ele atendeu.
Havia música ao fundo.
Estava arrumado.
Desejou feliz Natal.
Mas disse que não viria.
Naquele instante, algo dentro de mim finalmente acordou.
Ele não estava tentando se curar.
Não estava vivendo um tempo de afastamento.
Ele já estava vivendo outra vida.
E, pela primeira vez desde que tudo começou, compreendi que eu precisava parar de esperar.
Naquela noite, entendi uma verdade dolorosa.
Os filhos eram meus.
A responsabilidade era minha.
A força teria que nascer de mim.
Não porque eu tivesse escolhido isso.
Mas porque a vida havia escolhido por mim.
E, embora eu ainda não soubesse, foi exatamente naquele momento — quando todas as portas pareciam fechadas — que comecei, silenciosamente, a reconstruir a mulher que eu seria dali em diante.
Sou menina, sou mulher, sou esposa e amante
Sou mãe e filha, nesta vida viciante
Amo as artes
Minha paixão é dançar
Escrever é meu refúgio
Para a alma relaxar"
Filha:
Eu sei que não é fácil, mas também não precisa ser tão difícil, você consegue deixar as coisas do seu jeitinho e colocar no lugar, só parar de chorar e seguir em frente de cabeça erguida. Por mais difícil que esteja, agradeça pelo pouco e irás conquistar o muito.
Você é guerreira, a menina dos olhos de Deus ❤️
Bom dia minha filha, que seu dia seja feliz de bênçãos e vitórias, que Deus esteja presente em tudo e em todas as suas decisões não apenas hoje e sempre, que você não só realize seus sonhos, mas tenha a grandeza de agradecer por cada pequeno ganho, hoje é um dia muito especial, seu aniversário de 29 anos minha pequenina adolescente está cada vez mais linda e se tornou uma mulher forte e guerreira e eu só agradeço a Deus por ti.
Continue assim ❣️🫶 feliz aniversário 🎂🎈🎉 faz um Pix aí para a sua festa surpresa 😄 🥳
