Feridas
Há feridas em mim
Que um amor deixou.
Ouve tantas partidas
Em meu olhar.
Que nem as lágrimas
Mais profundas
Conseguiam evaporar.
.
Ouve tantos suspiros
Em meu coração
Que nem o ar
Ala Katrina
Em meus pulmões
Eu conseguia controlar.
Ouve tantos dias
Que pareciam noites
Que minha cama
Ao me ver chorar
Não conseguia suportar.
Triste, triste mesmo:
Triste não é o grito da partida
Mas sim o silêncio da solidão.
Há feridas em mim
Que um amor deixou.
Ouve tantas partidas
Em meu olhar
Que nem as lágrimas
Mais profundas
Conseguiam evaporar.
Ouve tantos suspiros
Em meu coração
Que nem o ar
Ala Katrina
Em meus pulmões
Eu conseguia controlar.
Ouve tantos dias
Que pareciam noites
Que minha cama
Ao me ver chorar
Não conseguia suportar.
Triste, triste mesmo:
Triste não é o grito da partida
Mas sim o silêncio da solidão.
A dolorosa vida ensina o que a felicidade jamais poderia explicar. É nas feridas que a alma aprende o valor de existir.
Talvez não seja o nosso momento. Talvez só em outra vida possamos fechar as feridas que hoje não nos deixam ter paz. Mais uma tragédia, e então virá a felicidade que tanto buscamos. Talvez lá possamos olhar para o passado que nos foi roubado, e saber o que o cosmo não queria que soubéssemos. Talvez apenas sejamos felizes, sem conhecer o peso que vivemos até aqui. Talvez a melhor coisa que eu possa dizer, seja, "até lá".
- Marcela Lobato
“Nada é mais perigoso do que um homem que curou suas feridas sozinho. Esse homem mergulhou no mais profundo dos seus medos; caminhou nos labirintos da Alma, sem bússola ou luz que guiasse seus passos; gritou pedindo socorro e não conseguiu ouvir o eco dos seus gritos; lambeu suas cicatrizes e sentiu o gosto amargo da solidão; abraçou a solidão e sentiu o arrepio de experimentar a assustadora condição humana; conversou com seus demônios e compreendeu cada um deles e... agradeceu.
No entanto,nada é mais libertador do que curar as próprias feridas, bater o pé no fundo do poço e subir até a superfície.
Sentar no olho do furacão e dizer a si mesmo - Eu sou o furacão!”
As maiores feridas não são as que o corpo carrega, mas as que o coração guarda. Muitas famílias estão doentes porque o silêncio virou muro, as palavras se transformaram em armas e o orgulho tem ocupado o lugar do perdão.
Deixa eu te dizer uma coisa: a falta de perdão é uma prisão invisível. Enquanto você não libera, o inimigo aproveita para semear divisão, frieza e afastamento.
Mas quando o perdão entra, as cadeias caem, os lares são restaurados e o amor de Cristo volta a reinar. Hoje é dia de você dar o primeiro passo: peça perdão, libere perdão, restaure o diálogo.
Não deixe o orgulho falar mais alto do que o amor!
“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.”
Colossenses 3:13
Aos poucos vou me curando das feridas que emergem em meu peito,o tempo trará a cura para essa dor,que aos poucos cessará.
Deus é o sopro que restaura, capaz de transformar as feridas mais profundas da alma em testemunhos vivos de cura e redenção.
A falta de comunicação machuca
Feridas invisíveis que o coração reproduz um ruído forte ou estrondoso, uma pancada.
Palavras não ditas, sentimentos guardados
Criam um abismo entre os apaixonados
A mente tece teias de suposições
E forma-se um emaranhado de ilusões
O silêncio alimenta a insegurança
E gera desconfiança, sem esperança
Por isso eu digo, com toda convicção
Que a chave para a verdadeira conexão
Está em falar, explicar, dialogar
Para que o amor possa sempre prosperar
Que as palavras sejam pontes, não barreiras
E que a comunicação seja a verdadeira parceira
Para que os corações possam compreender
Que é no diálogo que se encontra o bem-querer.
"Carrego um chamado"
Carrego marcas que o tempo não levou,
feridas que a infância deixou sem cura,
silêncios que o mundo nunca escutou,
e um coração que aprendeu a ser forte na dor mais dura.
Não sou culpado das sombras que caminham comigo,
sou apenas alguém que tentou ser luz no meio delas.
E mesmo tropeçando no mesmo antigo perigo,
Deus insistiu em me levantar,
como quem recolhe estrelas.
Faltou pai… faltou mãe… faltou abraço.
Mas sobrou presença divina nos espaços vazios,
sobrou Cristo nos cantos do meu cansaço,
sobrou fogo no meio dos meus dias frios.
E quando eu penso que sou nada,
que não mereço, que não carrego talento,
Deus sopra em mim aquela voz calada:
“Filho, Eu faço morada no teu sofrimento.”
Porque o chamado é maior do que o peso que sinto,
é maior do que o erro que insiste em voltar.
E quando Ele me usa, eu só pressinto
que o céu inteiro começa a respirar.
Eu não sou grande,
não sou forte,
não sou perfeito.
Sou só barro nas mãos do Rei.
Mas mesmo assim Ele escolheu meu peito
pra acender um fogo que eu nunca acendi.
E hoje entendo:
não sou culpado,
sou escolhido.
Não por mérito…
mas por graça.
E onde o mundo me feriu,
Deus construiu estrada.
Mesmo as feridas curadas sofrem rejeição pelas cicatrizes visíveis aos olhos de quem não te representa.
Ainda assim, acredita em ti — foste capaz de superar todos os obstáculos.
Gosto do seu jeito áspero, rachado,
da tempestade que escurece seus olhos,
das feridas que o silêncio não cicatrizou.
Gosto da sua luta, do seu grito preso,
da força crua que se esconde na vulnerabilidade,
da coragem que sangra por debaixo da pele.
Mesmo quando o mundo desaba,
mesmo quando parece que tudo vai rasgar,
gosto de você — mulher, com suas rachaduras,
com sua fúria misturada à doçura insistente do amor.
Porque amar é resistir,
é abraçar o caos sem perder a ternura,
é escolher ficar quando todos fogem,
é ser abrigo e tempestade ao mesmo tempo.
Eu gosto de você — desse jeito real,
dessa pele que queima e acalma,
desse amor que não se esconde atrás da delicadeza,
mas se mostra forte,
feroz — e, ainda assim, doce.
Gosto de você, até nas horas difíceis.
A música é justiça em sua forma mais pura: dá voz a quem não tem, une quem é diferente, cura feridas coletivas e organiza o caos do coração. É a verdade cantada que nenhum silêncio consegue calar.
