Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia
AUTORRETRATO
Meu nome é Cristiane, mas pode me chamar de Cris! Nasci no dia 10 de setembro de anos passados. Sou de virgem ascendente Escorpião. Ou seja, uma chorona com temperamento explosivo. Não sou uma pessoa fácil, confesso! mas já quis ser diferente.
Vivo com os sentimentos a flor da pele...
Morro de saudade dos tempos do colegial, das farras da faculdade, dos amigos de infância e de alguém especial. Choro de saudades do meu querido pai que se foi! Sinto saudades também de um tempo que não vivi. Adoraria ter vivido na década de 50, e ter conhecido Elvis. Diria a ele que Aways of My Mind foi feita para mim.
Não posso viver sem música. Acredito que meus 257 músicos prediletos me dão o melhor gosto musical do mundo. Adoraria cantar como a Marisa Monte. Queria muito ter ido a um show do Legião Urbana.
Para mim, escrever é uma terapia. Gostaria de escrever como o Renato Russo, ou a Clarice Lispector. Amo as poesias de Vinicius de Moraes e o romantismo negro de Edgar Alan Poe.
Sou apaixonada por Pearl Jam. Nunca comprei um disco do Pearl Jam.
Tenho medo do escuro, mas, não tenho medo da morte. Amo viajar, mas muito raramente viajo! Gosto de dormir tarde e acordar cedo.
Me apaixono com certa facilidade mas tenho medo de compromissos!
Meu primeiro beijo foi aos 13, me apaixonei a primeira vez aos 19, me apaixonei pela última vez aos 26. Já gostei muito e fui rejeitada, já magoei um coração e me arrependi. Não tenho sorte no amor e tão pouco no jogo. Não ligo para dinheiro! Queria ter muito dinheiro para dar muitos presentes!
Sou muito desastrada, já perdi a conta de quantos tombos levei na vida. Nunca quebrei um osso.
Agradeço a Deus pelo céu estrelado, e por minha linda e numerosa família. Tenho inúmeros Conhecidos, alguns colegas, pouquíssimos amigos, e nenhum inimigo. Não odeio nada e nem ninguém, mas pouquíssimas pessoas me encantam.
Amo as tarde de outono, céu nublado, cheiro de grama molhada. Amo a natureza. Não gosto muito de natal, mas gosto de ver a cidade enfeitada.
Adoro tirar fotos, e tenho um medo inexplicável por fotos antigas em preto e branco.
Tomei dois porres na vida; O primeiro foi no réveillon de 99, quando mudei de cidade, e o segundo em 2002 no 1 ano da faculdade. Tirando isso, bebo com certa moderação. Para mim, coca cola é a melhor bebida do mundo. Cerveja gelada combina com Boteco e Amigos. Vinho tinto combina com jantar a luz de velas, e chocolate quente combina com frio. Bebo café demais e água de menos.
Tenho manias extremamente estranhas como estalar todos os dedos das mãos a cada 15 minutos, guardar coisas debaixo da cama, cheirar tudo o que ponho a mão e ir ao cinema sozinha. Amo cinema!!! Devo ter assistido uns 1000 filmes na vida, mas posso fazer uma lista dos que realmente valeram a pena.
Sou idiota às vezes, mas na maioria das vezes me faço de idiota. Detesto regras sociais e falso moralismo. Não suporto crueldade. Amo todos os animais do mundo. Amo todas as crianças do mundo! Amo tudo, muito mais que deveria!
Às vezes preciso ficar só, e algumas vezes me sinto muito só. Para mim noite chuvosa num quanto escuro ao som de Beethoven é o ideal de descanso. Sou meio estressada por natureza, e também muito radical. Sou também critica e, em geral muito observadora, me empolgo com facilidade e às vezes falo rápido demais. Estou sempre correndo!
Já quis parar o tempo, já quis avançar o tempo. Já quis esquecer o tempo!
Já quis ser medica atriz, diplomata. Nunca quis ser Presidente da república. Não gosto do senso comum. Mas tenho bom gosto! O dia mais triste de minha vida, foi quando perdi meu pai. O dia mais feliz, ainda não aconteceu. Choro por qualquer motivo! Nunca chorei de felicidade. Gosto de ouvir a verdade, mas acho que verdade demais às vezes machuca. Não sei ser meio amiga, ou quase amor. Sou tudo ou nada. Gosto de ajudar os outros, mas dificilmente peço ajuda. Não gosto de quem me faz sofrer, não suporto ver alguém sofrer. Gosto de ser assim como sou, mas meus amigos dizem que eu mudo demais.
Meu nome é Cristiane. Mas pode me chamar de Cris.
Breve me mudo.
Estou de partida. Breve me mudarei para a curva do teu braço. Busco a terra sem vento, a mansa terra do teu peito. E a batida surda e quente do magma mais profundo para embalar o meu sono. Busco a tranquilidade da enseada. Já conheci as águas que eu preciso saber. Fui bem além das colunas de Hércules, e há muito descobri que, por mais longe o mar, jamais despenco.
Desbravei os mares, lancei-me por entre espumas. Naveguei seguindo as estrelas do céu, contando as estrelas do mar, até chegar a portos dos quais nem suspeitava a existência.
Agora é tempo de lançar meus braços'a água, deixando que enlacem nos rochedos ancorando - me ao meu destino. Escolho o teu lado esquerdo , onde me beija o sol poente. E espero que tua mão direita amaine minhas velas.
Assim, acima do teu coração, encosto a cabeça. E pequena como um grão, deito raízes. Aprenderei a conhecer-te através da planta dos meus pés, como o cego sabe onde pisa, como o índio que conhece a trilha.
Se for mansa a maré das colinas, terei certeza de que dormes, ou pensas em silêncio.Se de repente meu solo se encrespar tangido por um vento só seu, será o frio que te toca. O medo, saberei no tremor subterrâneo. E quando o suor correr farto enchendo rios sem peixes, ameaçando me levar, será tempo de calor, será o verão cantando na tua pele.
Aprenderei a tatear-te com as mãos, procurar meus caminhos nos vales dos músculos. Fluirei devagar, dormirei nas axilas. Não preciso de casa. Não preciso de abrigo. A terra de tua carne é quente, e nada me ameaça. Posso deitar-me nua, tranquila, ou ficar acordada olhando para o alto. O céu é calmo, as nuvens passam indo a outros lugares. Nenhuma traz a chuva ou a tempestade.
Não preciso de pente, não preciso de panos. O orvalho da tua pele me banha de manhã, e a tua respiração arruma os meus cabelos. Só quero um cavalo. Galoparei com ele as dunas do teu corpo, descerei pelos braços, avançarei pelas mãos, arriscando-me a queda nos penhascos dos seus dedos.
Explorarei teu ventre, matarei minha sede no poço do teu umbigo. E armada de desejo, penetrarei na selva de teus pêlos, emaranhada e perfumada noite, delta dos sumos, labirinto que imperioso me chama e suave me perde.
Só depois, percorridas as pernas, visitado os pés, voltarei corpo acima ; ventre, peito, subindo em peregrinação até o pescoço, repousando no vale da omoplata. Talvez leve um cantil, para a dura escalada do teu queixo. Subirei com cuidado, procurando a caverna das orelhas para repouso e abrigo. Barulho não farei, prometo. Nada que te perturbe.
Talvez no dia seguinte, ou mais ainda, passando-se outro dia na difícil subida , eu procure chegar até os teus olhos. Se estiverem fechados , sentarei com paciência esperando o milagre da íris descoberta, o nascer dos olhos que se renova a cada despertar, o astro de luz surgindo sob o horizonte da pálpebra . Se estiverem abertos, sentarei a beira deste lago, fonte, olho d'água, encantada com a dança dos reflexos ilusórios, peixes deslizando suas sombras sobre um fundo sem algas. E haverá um momento em que vencendo o medo, mergulharei na transparência para nadar em direção ao redemoinho negro da pupila.
A aresta do nariz é perigosa. Eu bem conheço sua linha sinuosa , sua falsa maciez sobre o duro arcabouço. Não convém que a acompanhe. Seguirei pelo lado, encostando -me as
ventas, esgueirando-me para não ser tragada. Não tentarei desvendar o mistério do sopro.
A boca chegarei com respeito. Irei pelo canto, para descer ao lábio inferior, o mais carnudo. Avançarei deitada, rastejando de leve na pele úmida, até chegar a borda. E me debruçarei sobre suas palavras...
Breve me mudo para a curva do teu braço. Não saberei mais de você do que já sei. Nem você saberá mais de mim. Mas talvez assim tão perto , encostada na raiz do teu ser, eu possa me esquecer de onde começo, e me esquecer em ti na minha entrega...
Acredite, você é afrotite contida no amor proibido, você é a fada verde que habita dentro do absinto, me enlouquece de loucura e paixão, você é pandora, que curiosa, desvenda meu coração.
... perdoem-me a preleção moralística, é que vocês não sabem, não o podem saber, o que é ter olhos num mundo de cegos, não sou rainha, não, sou simplesmente a que nasceu para ver o horror, vocês setem-no, eu sinto-o e vejo-o, e agora ponto final na dissertação, vamos comer.
- E se o novo padrão de beleza fosse a inteligência?
- 98% da população mundial seria considerada horrorosa!
Precisa entender que democracia é a convivência da diversidade. Não quero que quem votou no Aécio goste de mim. Eu quero que a gente aprenda a conviver de forma civilizada com as nossas diferenças.
Contra todas as provas de seus sentidos, um homem que se ache enamorado declara que ‘eu’ e ‘tu’ são um só, e está preparado para se conduzir como se isso constituísse um fato.
Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem idéias, não vamos a parte nenhuma.
O que hoje você faz com alguém, amanhã com você também irão fazer o mesmo! Quem planta vento colhe tempestade! Quem com ferro fere, com o ferro será ferido.
A cada dia que passa eu gosto muito mais de você.
Estar ao seu lado é maravilhoso, estamos construindo nossa história e o nosso relacionamento tem me dado muita alegria.
Você é uma pessoa que demonstra seu sentimento de uma maneira pura, e isso realmente me encanta e muito.
Cada sorriso, cada beijo, cada toque seu me faz a cada dia mais envolvido no seu universo.
Gostaria de te dizer mais e mais o quanto estou feliz por ter você, te dizer de tudo que está guardado e tem acontecido dentro de mim.
Mas nessa hora demonstrar com atitude é muito melhor.
Essa conquista diária é o que me fascina o tempo todo.
Espero que passemos muito tempo juntos e que o nosso futuro seja tão belo quanto o nosso presente.
Um beijo de quem a cada dia aprende a gostar mais e mais de você.
A QUE ESTÁ SEMPRE ALEGRE
Teu ar, teu gesto, tua fronte
São belos qual bela paisagem;
O riso brinca em tua imagem
Qual vento fresco no horizonte.
A mágoa que te roça os passos
Sucumbe à tua mocidade,
À tua flama, à claridade
Dos teus ombros e dos teus braços.
As fulgurantes, vivas cores
De tua vestes indiscretas
Lançam no espírito dos poetas
A imagem de um balé de flores.
Tais vestes loucas são o emblema
De teu espírito travesso;
Ó louca por quem enlouqueço,
Te odeio e te amo, eis meu dilema!
Certa vez, num belo jardim,
Ao arrastar minha atonia,
Senti, como cruel ironia,
O sol erguer-se contra mim;
E humilhado pela beleza
Da primavera ébria de cor,
Ali castiguei numa flor
A insolência da Natureza.
Assim eu quisera uma noite,
Quando a hora da volúpia soa,
Às frondes de tua pessoa
Subir, tendo à mão um açoite,
Punir-te a carne embevecida,
Magoar o teu peito perdoado
E abrir em teu flanco assustado
Uma larga e funda ferida,
E, como êxtase supremo,
Por entre esses lábios frementes,
Mais deslumbrantes, mais ridentes,
Infundir-te, irmã, meu veneno!
Muita calma, tem que subir degrau por degrau. Cada vez que antecipa a jornada, antecipa também seu final.
A natureza é a manifestação divina como Mãe, pródiga em beleza, doçura, bondade e ternura. As flores perfumadas, o riso das águas que fluem, a fecundidade da terra, o desenvolvimento das plantas e dos seres, o amor de toda criatura para com seus filhotes, o bosque, a montanha, o céu azul, a areia branca, o mar refulgente; vendo isto, uma profunda ternura surge em nosso interior.
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