Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Você...

Brincou de passar o anel e de corre cotia?
Usou caneta de 10 cores com cheiro de tutti-frutti?
Usou botas de chuva vermelha ou azul pra lavar o quintal ou ficar andando por ai? Colecionou figurinhas de bichinhos que vinham no chocolate Surpresa? Ou tinha o albúm de figurinhas da Moranguinho? Da melhor novela que você ja viu até hoje (Carrossel) ou dos Super Heróis Changeman, Ultraman, Jaspion? Morria de pena do Cirilo e odiava a Maria Joaquina? Pulava de pogobol? Nossa...lembra? Pulava corda com aquela musiquinha "um homem bateu na minha porta e eu abri, senhoras e senhores, ponham a mão no chão..."? Brincava de Uni-Duni-Tê, Salamê-Minguê, o sorvete colorê, o escolhido foi vô-cê!? Assistia "Caverna do dragão", "He-man" e não tinha problema em gostar da Xuxa (e você gostava)e cantava a musiquinha "Uni duni tê, ôôôô, salamê-minguê, ôôôô, sorvete colorê, sonho encantado onde está você"? E a musica do Didi "Amigo do peito"? Cantava a musica do comercial do Guaraná Antartica "Pipoca na panela, começa a arrebentar, pipoca com sal, que sede que dá..." e do pirulito que bate-bate que tinhha aquela helicinha pra você girar e fazer com que ele voasse? Fazia brincadeira do copo e depois ficava morrendo de medo? Amarrava uma bandana na cabeça pra fingir que era o Rambo? Queria ter os óculos-canudo do Chaves? Hahahahahaha. Dançava "Não se reprima" do menudo? Se você respondeu afirmativamente a maioria das perguntas ou teve um ataque de risos durante a leitura deste texto, se sentiu uma sensação gostosa no peito de saudade,você é um privilegiado, como eu, pois a felicidade é o resultado de vários fatores na nossa vida e, um deles, pode ser medido pela forma como encaramos nossas lembranças. Fala sério...e no futuro, do que as nossas crianças atuais irão lembrar? Do "É o Tchan"? Da Carla Perez rebolando até o chão? Da Feiticeira? Da Tiazinha? Da Bandida do Funk? Dos bate-papos virtuais no MSN, da Internet e dos Video-games Playstation I, II e III? Do Pókemon, da dança da motinha? Acho que a nossa foi a ultima infancia feliz...quem sabe pelo menos nós temos consciencia de que fomos felizes, afinal, pulamos elástico, nadamos em rios, brincamos de esconde-esconde e, talvez, alguns de nós até trocaram cartas pelo correio, cartões de natal não virtuais...é, acho que nós fomos mais felizes.

Deus torna homens em servos, e estes servos em filhos, de modo a serem no final reunidos a Ele, não como 'almas absorvidas', mas como indivíduos aprimorados, desfrutadores de todo o deleite e prazer que a presença de Deus proporciona.

Aperta meu peito
o inverno que não chegou:
amigo esperado.

A droga ilegal é ilusória, ela faz mal.
Você vai encontrar pessoas na vida que vão dizer para você experimentar.
Saiba! Você é livre para experimentar, MAS VOCÊ TAMBÉM É LIVRE PARA NÃO EXPERIMENTAR. E desse ponto de vista, VOCÊ NÃO É OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES NÃO SÃO CORRETOS.
VOCÊ É SIM...OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES SÃO CORRETOS. Isto é, um benefício precisa ser imitado, o malefício não.
Aqui está; a escolha agora é tua.

Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.

Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.

Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada. Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.

Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça.
Come com alegria. Para satisfazer a fome de todos os famintos. Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai.
A chuva, o sol, o vento, o guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.

Ser zen é ser livre e saber os seus limites.

Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.

Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.

Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.

Ser zen é morrer.
Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniqüidade.

Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.

Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuro­passado.

Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.

Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.

Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.

Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.

Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada. Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.

Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade. É oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.

Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar. Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante. É estar bem aqui onde quando se fala já se foi. Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.

Ser zen é Ser Tempo.

Ser zen é Ser Existência...

Os sentimentos devem estar sempre em liberdade. Não se deve julgar o amor futuro pelo sofrimento passado.

Infelizes aqueles que na ânsia de prosperar atropelam os outros.

Chorou muito? Foi a limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las. Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.

Não espere um sorriso para ser gentil
Não espere ser amado para amar
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado
Não espere ficar de luto para reconhecer o que hoje é importante em sua vida
E especialmente quem hoje é importante em sua vida

Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar
Não espere a queda para lembrar-se do conselho
Não espere a enfermidade para reconhecer o quão frágil é a vida
E quanto você deve cuidar dela

Não espere pessoas perfeitas para se apaixonar
Não espere a mágoa para pedir perdão
Não espere a separação para buscar a reconciliação
Não espere a dor para acreditar em oração ou adquirir a fé
Não espere elogios para acreditar em si mesmo
Enfim, não espere

Não espere ter tempo para servir
E não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado
Não espere o "eu te amo" para dizer "eu também"
Não espere ter dinheiro aos montes para contribuir e ajudar alguém

Pare de esperar
A vida é feita do presente
É vivida hoje
Se aprende com o passado
Se deseja coisas para o futuro
Se sonha com o futuro
Mas se vive no presente

Portanto,
Não espere o dia da sua morte
Sem antes amar a vida verdadeiramente
Somente você é capaz de não esperar

Eu não tenho medo de voar. Eu tenho medo de estar fechada num lugar e de ter escolhido estar fechada nesse lugar. Tenho medo porque meus pés sentem o chão mas ele é falso. Meus pés sempre me obrigam a sentir a verdade e eu sou obrigada a dizer a eles que aquele chão não dura e nem é de terra. Tenho medo do absurdo que é sorrir e dizer "guaraná normal e sem gelo, grata" enquanto se quer dizer "que merda é essa de estar voando se não sou a porra dum passarinho?". Tenho medo porque quando acabar estarei em outro lugar. Agora, se eu pudesse escolher o maior de todos os medos, eu diria "a chance disso cair agora é muito pequena". Estou sobrevoando, sem inteligência, a água profunda que aprendi a chamar de casa mas também de intervalo. A verdadeira angústia de voar é estar acima da nossa vida. Voar é tornar nossa rotina banal. Estou voando há dias, de primeira classe, com vista para o desenho de um país que não sei o nome. Ao lado de uma pessoa que, até que enfim, não é mais uma barrinha de cereal.

Vivemos em um mundo onde tudo tem preço, mas quase nada tem valor.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Clarice Lispector, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

...Mais

Ninguém te sacudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora, a argila de que és feitos já secou e endureceu e nada mais poderá despertar em ti o místico adormecido ou o poeta ou o astrônomo que talvez te habitassem.

Seja protagonista da sua própria vida, e não plateia da minha!

O quarto em desordem.

Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor. Que dor! que pétala
sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor

que não se sabe como é feita: amor,
na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar

a nuvem que de ambígua se dilui
nesse objeto mais vago do que nuvem
e mais defeso, corpo! corpo, corpo,

verdade tão final, sede tão vária,
e esse cavalo solto pela cama,
a passear o peito de quem ama.

Melhor um pequeno fogo para nos aquecer do que um grande fogo para nos queimar...

Os primeiros erros são de quem os comete; os segundos são de quem os permite

Eu sou assim... uma pessoa feliz, de bem com a vida.
Para uns, sou simpática, para outros antipática.
Vejo o mundo com os olhos da alma e do coração.
Adoro poesias e conjugo o verbo amar frequente e intensamente.

Sentir-se só mesmo quando estamos acompanhados
não significa que a companhia não seje agradável;
mais sim, que a gente é que não está sendo boa companhia
para ninguém neste momento; porque estamos ocupados demais
tentando ser boa companhia para si mesmo.

“Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim” Salmos 61:2
Muitos de nós sabemos o que significa estar abatido de coração. As descobertas de nossa corrupção nos colocarão neste estado, se o Senhor permitir que as águas profundas de nossa natureza pecaminosa se agitem e lancem de si lama e imundícies. Mágoas e desapontamentos nos tornarão abatidos de coração, quando uma onda após outra rola sobre nós e nos tornamos como uma concha arremessada por elas. Bendito seja Deus, porque em tais ocasiões não estamos sem uma consolação todo-suficiente. Nosso Deus é o porto para os navios batidos pelas intempéries, o abrigo para o peregrino solitário. Ele é mais elevado do que nós. Sua misericórdia é maior do que os nossos pecados; e seu amor, mais sublime do que os nossos pensamentos.

É doloroso ver homens colocarem sua confiança em algo menor do que eles mesmos. Nossa confiança está colocada em nosso sublime e glorioso Senhor. Ele é uma Rocha, visto que nunca muda; Ele é uma Rocha alta, visto que as tempestades que nos abatem destroem-se aos pés deles. Se nos refugiarmos no abrigo dessa Rocha elevada, podemos enfrentar o furacão, pois tudo é calma sob a proteção da Rocha elevada. A confusão da mente atribulada frequentemente é tão severa, que precisamos de um guia celestial para esse abrigo divino. Ó Senhor, por meio do teu Santo Espírito, ensina-nos o caminho da fé e guia-nos ao teu descanso. O vento nos empurra para o mar, e o leme não responde à nossa mão enfraquecida. Somente Tu podes conduzir-me entre as rochas submersas e levar-nos com segurança ao porto formoso. Quando dependemos de que Tu nos guie com sabedoria e nos conduza à segurança e paz!

Quem esqueceu rápido demais nunca se importou de verdade.