Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Os grandes homens são sempre os mais solitários.

Minha ambição é prejudicada pela preguiça.

O Homem é a única criatura que se recusa a ser o que é.

Perdoe e doe como se fosse sua última oportunidade. Ame como se não houvesse amanhã, e se houver um amanhã, ame novamente.

*SAGITÁRIO*
(de 22 de novembro a 21 de dezembro)

As mulheres sagitarianas
São abnegadas e bacanas
Mas não lhe venham com grossuras
Nem injustiças ou censuras
Porque ela custa mas se esquenta
E pode ser muito violenta.
Aí, o homem que se cuide...
- Também, quem gosta de censura!

Vinicius de Moraes
MORAES, V. de. A Mulher e o Signo. Rio de Janeiro: Rocco. 1980

Ô minha filha, as suas dores não são as maiores do mundo e nem vão ser. Sacode a poeira. Toma um banho de rio. Abre essas asas. Grita alto, chora baixo. Pula alto e cai de cara. Desenha toda a beleza do mundo. Compra uma caixa de lápis de cor e sai aí colorindo a vida.

TODA MULHER TEM UM POUCO

"(...) Eu quis que ele não soubesse meu nome, depois quis ter o dele logo depois do meu. Eu quis que ninguém soubesse de tamanha traição. Depois quis gritar na janela como o proibido era sopro no meu coração.
Eu quis sentir o poder de abalar com a vida dele. Depois quis que ele voltasse direitinho pra casa e esquecesse que existe a fraqueza.
(...) Como eu preciso ser amada meu Deus, pra parar de dar de bandeja o meu sorriso por aí.
(...) Maluca? Nas raras vezes que sou séria, me sinto tão maluca, que devo ser sempre maluca.
(...) Quem em cada pouco põe tudo que é merece ser feliz. E muito."

Apesar das minhas fragilidades, avanço.

Vida é memória.
Dei pra pensar que tudo que há de mais vivo em mim foi aquilo que já se foi.
As pessoas mais importantes foram as que ficaram.

Martha Medeiros

Nota: Autoria não confirmada

O que afeta diretamente uma pessoa, afeta a todos indiretamente.

DA ETERNA PROCURA

Só o desejo inquieto, que não passa,
Faz o encanto da coisa desejada...
E terminamos desdenhando a caça
Pela doida aventura da caçada.

Mario Quintana
QUINTANA, Mario. Espelho mágico. Porto Alegre: Ed. Globo. 2005

Até onde conseguimos discernir, o único
propósito da existência humana é acender
uma luz na escuridão da mera existência.

O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos. Sentir ou conhecer, nenhum dos dois é um guia confiável. Antes de poder seguir qualquer um dos dois, é preciso aprender a escolher os objetos de amor – e o critério dessa escolha é:
Quais são as coisas que, se dependessem de mim, deveriam durar para sempre?
Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.

O nosso amor é tão bom. O horário é que nunca combina.

Chico Buarque

Nota: Trecho da música Ela é dançarina.

De tudo que existe, nada é tão estranho como as relações humanas, com suas mudanças, sua extraordinária irracionalidade.

Dinheiro perdido, nada perdido;
Saúde perdida, muito perdido;
Caráter perdido, tudo perdido.

Me provoque, me desafie,
me tire do sério, me tire do tédio,
vire meu mundo do avesso, mas, pelo amor de Deus,
me faça sentir... um beliscãozinho que for, me dê.
Eu quero rir até a barriga doer, chorar com cara de sapo. Você aguentaria viver na montanha-russa do meu coração?

Fernanda Mello

Nota: Trecho de pensamento de Fernanda Mello, que costuma ser erroneamente atribuído a Clarice Lispector.

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Estas são as mudanças da alma. Eu não acredito em envelhecimento. Eu acredito em alterar para sempre o aspecto de alguém para a luz. Eis meu otimismo.

Um fim de mar colore os horizontes.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

A gente tem o direito de deixar o barco correr! As coisas se arranjam, não é preciso empurrar com tanta força.

Clarice Lispector
Montero, Teresa (org.). Correspondências. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

Nota: Trecho de carta para Elisa Lispector e Tania Kaufmann, escrita em março de 1956.

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