Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Não temos nada quando não temos amigos, porém quando temos amigos, temos tudo.

Não é por só poder comida sem tempero, não é por ter que beber água o tempo inteiro, é a saudade do teu riso gigante, do teu cheiro de banho, da tua alma escancarada no prazer de viver. É saudade de você...

Mas não adianta: um dos meus males é ter medo de magoar as pessoas. Não precisar de ninguém... E há pouco me queixava de solidão. Eu não me entendo mesmo. (...)

A indecisão é fatal. É melhor tomar uma decisão errada, do que criar o hábito da indecisão.

Meu universo inteiro se evolui em torno da sensibilidade das emoções.

O êxito não é permanente, e fracassar não é mortal.

Sinto muito, não consegui impedir, vocês me deixavam feliz, foram minha terapia, viram minhas lágrimas, viram meus momentos de devaneio, meus sorrisos olhando o céu... e eu... não consegui impedir... vocês foram mortas na minha frente, foram arrancadas e quebradas, meus sentimentos vão com vocês, pensei que poderia defendê-las, mas estava errada. Eu não consegui.

São nas passagens rápidas que nos deparamos com momentos raros e insubstituíveis, emoções que a gente descobre em meio a tantas loucuras, que nem o tempo é capaz de apagar

Prova de que os valores estão invertidos é perceber alguns amando sapatos e pisando em pessoas!

Ação de Paz

No teu círculo de amigos não faltam aqueles que cultivam
a violência, a arrogância, o espírito perturbador…

Bulhentos, irrequietos, gostam de promover desordens,
sempre armados contra tudo e todos.

Cuidado com eles!

Aconselham a anarquia, estimulam as arruaças, encorajam a malquerença.

Não te inspires na sua poluição mental, responsável pelo seu comportamento alienado.

Trata-os com gentileza, no entanto, poupa-te à sua convivência malfazeja.

Eles são cansativos pela instabilidade e exaurem aqueles que os cercam,
em razão da agressividade em que se debatem.


* * *


Há quem aconselhe revide a qualquer ofensa;
reproche a toda insinuação; respostas ácidas às provocações…

O fogo não se acaba, quando se lhe atira combustível.

Assim também acontece com o mal.

A única alternativa é a que decorre da ação do bem,
que apaga as labaredas da violência
e estabelece a paz na qual o progresso se firma.


* * *


És instrumento da vida, para a tua e a felicidade geral.

Esparze alegria, sem fomentar o pandemônio.

Irradia dignidade, sem carantonha ou simulação sisuda.

Favorece a paz, sem pieguismo ou receio da perturbação.

Tua realidade íntima, tua forma de vida pessoal.

Vive em paz, e apazigua todos quantos se acerquem de ti.




Psicografia de Divaldo Pereira Franco.

Em 28.12.2010.

Que as nossas palavras ofendam menos e edifiquem mais.
Que os filhos tenham tempo de lembrar dos seus pais.
Que as famílias aumentem, com mais gente para chamar de pai,
mãe, irmão ou apenas amigo.
Que todos tenham soluções tão simples para a própria vida,
como costumam ter para a alheia.
Que os casais nunca precisem rasgar suas fotografias,
e possam contar sua história num único livro.
Que todos possamos rir sem motivos, e sermos felizes com o que temos.
Que cada um saiba pedir menos e agradecer sempre mais.

Última Visio

Quando o homem resgatado da cegueira
Vir Deus num simples grão de argila errante,
Terá nascido nesse mesmo instante
A mineralogia derradeira!

A impérvia escuridão obnubilante
Há de cessar! Em sua glória inteira
Deus resplandecerá dentro da poeira
Como um gasofiláceo de diamante!

Nessa última visão já subterrânea,
Um movimento universal de insânia
Arrancará da insciência o homem precito...

A Verdade virá das pedras mortas
E o homem compreenderá todas as portas
Que ele ainda tem de abrir para o Infinito!

O meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa.

Uma pipa no céu...
A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.

Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.

Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.

Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só.

Há uma cena que me ensina sobre tudo isso. Vejo o menino e sua pipa que não sobe ao céu. Eu o observo de longe. Ele faz de tudo. Mexe na estrutura, diminui o tamanho da rabiola, e nada. O pequeno recorte de papel colorido, preso na estrutura de alguns feixes de bambú retorcidos se recusa a conhecer as alturas.

O menino se empenha. Sabe muito bem que uma pipa só tem sentido se for feita para voar. Ele acredita no que ouviu. Alguém o ensinou o que é uma pipa, e para que serve. Ele acredita no que viu. Alguém já empinou uma pipa ao seu lado. O que ele agora precisa é repetir o gesto. Ele tenta, mas a pipa está momentaneamente impossibilitada de cumprir a função que possui.

Sem desistir do projeto, o menino continua o seu empenho. Busca soluções. Olha para os amigos que estão ao lado e pede ajuda. Aos poucos eles se juntam e realizam gestos de intervenção...

Por fim, ele tenta mais uma vez. O milagre acontece. Obedecendo ao destino dos ventos, a pipa vai se desprendendo das mãos do menino. A linha que até então estava solta vai se esticando. O que antes estava preso ao chão, aos poucos, bem aos poucos, vai ganhando a imensidão do céu.

O rosto do menino se desprende no mesmo momento em que a pipa inicia a sua subida. O sorriso nasceu, floresceu leve, sem querer futuro, sem querer passado. Sorriso de querer só o presente. As linhas nas mãos. A pipa no céu...

NO CAMINHO COMUM

Diz o Egoísmo – exijo.
Diz o Evangelho – cooperarei.

Clama o Egoísmo – eu tenho e posso.
Clama o Evangelho – O Senhor lembrar-se-á de nós com a sua Bênção.

Pede o Egoísmo – entende-me.
Pede o Evangelho – deixa-me auxiliar.

Grita o Egoísmo – sou amado.
Afirma o Evangelho – amo.

Diz o Egoísmo – nunca mais.
Diz o Evangelho – servirei ao bem, sem descanso.

Assevera o Egoísmo – não suportarei.
Assevera o Evangelho – o Céu dar-me-á resistência.

Clama o Egoísmo – jamais perdoarei.
Clama o Evangelho – desconheço o mal.

Diz o Egoísmo – tudo é meu.
Diz o Evangelho – tudo é nosso.

O Egoísmo reclama.
O Evangelho sacrifica-se.

O Egoísmo absorve.
O Evangelho se espalha em doações.

O Egoísmo recolhe para si.
O Evangelho semeia com amor, a benefício de todos.

O Egoísmo precipita-se.
O Evangelho espera.

O Egoísmo toma posse.
O Evangelho auxilia.

O Egoísmo proclama: - eu.
O Evangelho apregoa: - nós.

É fácil conhecer a nossa posição dentro da vida.

Pelas nossas próprias atitudes, no caminho comum, nas relações habituais de uns para com os outros sabemos, em verdade, se ainda estamos na noite do personalismo delinqüente ou se já estamos atingindo a alvorada renovadora com o inolvidável Mestre da Cruz.

André Luiz
Apostilas da Vida

queria colher todas as flores
do mundo e sentir o perfume de
cada uma delas,
porque tenho certeza que
nenhuma tem o mesmo perfume
da primeira flor que foi VOCÊ

⁠Desde que haja amor e lembrança, não existe morte de verdade.

Eu não sei o que é pior: não saber o que você é e ser feliz, ou se tornar o que você sempre quis ser, e se sentir sozinho.

Nossa maior responsabilidade é a de sermos bons antepassados.

Eu seguro com tanta força na mão das pessoas, como se elas fossem a unica saída pra tudo. Mas elas me soltam, e eu caio de joelhos no chão.