Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia
A cura pelo poder ilimitado de Deus
Há três tipos de doença: física, mental e espiritual. A doença física ocorre devido às diferentes formas de condições tóxicas, processos infecciosos e acidentes. A doença mental é causada pelo medo, preocupação, raiva e outros distúrbios emocionais. A doença espiritual deve-se à ignorância do homem sobre sua verdadeira relação com Deus.
A ignorância é o mal supremo. Quando a eliminamos, também eliminamos as causas de todos os distúrbios físicos, mentais e espirituais. Meu Guru, Sri Yukteswarji, costumava dizer: “A sabedoria é o melhor depurativo.”
Tentar vencer os vários tipos de sofrimento pelo poder limitado dos métodos materiais de cura muitas vezes acaba em frustração. Somente no poder ilimitado dos métodos espirituais pode o homem encontrar a cura permanente para as “desordens” do corpo, da mente e da alma.
Devemos procurar em Deus esse poder infinito de cura. Se você tem sofrido mentalmente com a perda de entes queridos, poderá reencontrá-los em Deus. Tudo é possível com o Seu Auxílio.
Se não conhecemos realmente a Deus, nada justifica afirmar que só a mente existe, e que não é preciso observar regras de saúde, nem recorrer a quaisquer meios físicos de cura. Enquanto não atingirmos a verdadeira realização, temos de usar o bom senso em tudo que fizermos. Ao mesmo tempo, jamais devemos duvidar de Deus e, sim, reafirmar constantemente a fé em Seu divino poder onipresente.
Os médicos procuram conhecer as causas das doenças e eliminá-las, para que as enfermidades não retornem. Geralmente, são muito hábeis no emprego de determinados métodos materiais de cura. Entretanto, nem todas as doenças reagem aos métodos e à cirurgia; nisso reside a principal limitação desses métodos.
Substâncias químicas e remédios afetam apenas a composição física externa das células do corpo, mas não alteram sua estrutura atômica interna ou princípio vital. Em muitos casos, nenhuma cura é possível enquanto o poder curativo de Deus não tiver corrigido, internamente, o desequilíbrio dos “vitrátrons”, ou energia vital inteligente do corpo.
As duas causas básicas das enfermidades são a subatividade e a superatividade do prana, energia vital que estrutura e sustenta o corpo. O funcionamento inadequado de uma (ou mais) das cinco correntes prânicas que governam o corpo-vyana, circulação; udana, metabolismo; samana, assimilação; prana, cristalização; e apana, eliminação – afeta negativamente a saúde.
Quando o equilíbrio natural e harmonioso das energias sutis é restaurado pelo divino poder de Deus, o equilíbrio atômico das células físicas por elas sustentadas também se restabelece; nesse caso, a cura é perfeita e muitas vezes instantânea.
Enquanto a vitalidade se mantiver equilibrada pelo modo de viver correto, dieta apropriada e meditação com pranayama (técnicas de controle da energia vital), a energia vital do próprio corpo “eletrocutará” a doença antes que ela possa se desenvolver.
Bem-vindo, fevereiro
Um novo mês se inicia, e com ele a esperança de dias melhores. Ainda não sei o que me espera lá na frente, mas tenho a certeza de que Deus já preparou tudo do melhor jeito, e tudo acontecerá no tempo Dele. Então, só me resta ter calma e esperar por suas bênçãos. Afinal, Ele nunca nos abandona, apenas faz tudo na hora certa. Confie!
-Amor Platônico-
O amor platônico pode começar por uma amizade, ou simplesmente por um olhar.
Amores platônicos são divertidos no começo, mas depois de um tempo a pessoa pode acabar se iludindo.
Quando isso acontece, esse amor deixa de ser tão divertido e passa a ser dolorido.
Você passa horas pensando na pessoa, se iludindo cada vez mais, tendo esperanças de algo possa acontecer entre ambos.
Sente saudades (muitas), chora pelos motivos mais bobos, e odeia a pessoa pelo fato de ela não corresponder o amor que você sente.
Mesmo que esse, nem saiba o que você sente por ele(a).
Quando ela lhe dá atenção, pela mínima que seja, você deixa de odiá-la e passa a ama-la novamente.
Por que todos sabemos que do ódio pro amor é somente um passo.
Se ele lhe abraça, ou faz algum tipo de contato físico, você derrete. E passa a achar que ele sente algo (Mais ilusão).
Mas isso muda novamente quando ele faz algo que a deixa com ciúmes, ou quando ele deixa de te dar atenção (mesmo que só por algumas horas).
Assim, você fica na dúvida, iludida. Chora, fica depressiva, achando que ninguém gosta de você e etc.
Começa a pensar, "Será que vale a pena chorar por alguém que mal sabe que você existe? Não. Mas então, se não vale, porque insistir?".
Daí você começa a dizer, tentar convencer a si mesma que não vai mais pensar na determinada pessoa, que não falará mais um simples "oi" ou sorrir quando a vê-la. E você fica determinada a fazer isso, mas no segundo em que você vê de novo seu amor platônico, tudo isso se dissipa, mesmo que você tente e consiga ficar sem contato por certo período de tempo. O sentimento volta. E aquele "ciclozinho" acontece novamente: Olhares, sorrisos, contato, ilusão, choros, ódio, amor , ódio, falta de contato breve, olhares...E por aí vai.
Infelizmente (ou não) o amor platônico só acaba quando encontramos alguém bem melhor, que nos aprecie do mesmo jeito que nós os apreciamos.
E isso pode demorar muito tempo. Enquanto esperamos temos que viver com as dores e as alegrias de se ter um "Amor Platônico".
Claro, pode acontecer desse amor platônico não ser platônico e você ser correspondida. Mas pra isso, você tem que insistir, correr atrás e esperar que o destino junte os dois. Afinal, o que tiver de ser, será.
Liberte sua mente e desperte a mulher forte que existe em você. Se você ainda não é forte é porque ainda não se descobriu!
Cantar, só, não fazia mal, não era pecado. As estradas cantam. E ele achava muitas coisas bonitas, e tudo era mesmo bonito, como são todas as coisas, nos caminhos do sertão.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)
Fases da vida
Os anos passam:
Os sonhos mudam,
As fantasias se desfazem,
A gente cresce,
Cai e se levanta,
Erra, aprende
Erra novamente;
Torna-se ativista
Idealista
Realista
Acomoda-se
E no final,
Vive-se do passado
Que se torna presente
Sempre.
É claro que o futuro imediato é incerto. A América enfrenta o desconhecido desde 1776. É que algumas vezes as pessoas focam na grande quantidade de incertezas que sempre existe enquanto em outras épocas as pessoas ignoram isso (geralmente porque o passado recente não teve muitos eventos).
Amor e Amizade
O Amor e a Amizade são árvores da mesma semente. Podem crescer juntos, ou vir um primeiro e outro depois, mas em essência são a mesma coisa. Uma Amizade, quando bem cuidada, desde que não podam seus galhos, ela se expande como uma Supernova, em uma explosão repleta de cores e sentimentos sublimes, característicos do Amor.
Por sua vez, o Amor é sentimento tenaz, floresce com grande rapidez se regado com Paixão. É espaçoso, gosta de carinho e de atenção. É dedicado e, apesar de não gostar de ser podado, pode, sim, transformar-se em uma bela Amizade, do tipo que se carrega para toda a vida.
Mas não se engane com este aparente contentamento do Amor: ao contrário da Amizade, que se contenta e se aquieta ao ser podada, o Amor tem sua alma repleta de Paixão, e é semelhante a um pássaro selvagem, que está sempre pronto para ganhar asas, basta que alguém abra a porta e deixe-o voar...
Não dá para ficar, não dá para voltar atrás, você sente. E então você tenta recordar em que momento tudo começou, e descobre que tudo começou antes que você imaginava... Muito antes... E é ai, bem neste momento, quando se dá conta que as coisas só acontecem uma vez, que por mais que se esforce, nunca mais irá sentir o mesmo e nunca terá a sensação de estar a três metros acima do céu.
Amar não é apenas sentir atração pelas as características físicas e psicológicas de uma pessoa, é ter a consciência de que ela esquadra-se perfeitamente com as suas ideologias e que ela irá lhe ajudar a constituir a sua vida, tanto no presente como no futuro.
A UM SUICIDA
À memória de Tomás Cabreira Júnior
Tu crias em ti mesmo e eras corajoso,
Tu tinhas ideais e tinhas confiança,
Oh! quantas vezes desesp'rançoso,
Não invejei a tua esp'rança!
Dizia para mim: — Aquele há-de vencer
Aquele há-de colar a boca sequiosa
Nuns lábios cor-de-rosa
Que eu nunca beijarei, que me farão morrer
A nossa amante era a Glória
Que para ti — era a vitória,
E para mim — asas partidas.
Tinhas esp'ranças, ambições...
As minhas pobres ilusões,
Essas estavam já perdidas...
Imersa no azul dos campos siderais
Sorria para ti a grande encantadora,
A grande caprichosa, a grande amante loura
Em que tínhamos posto os nossos ideais.
Robusto caminheiro e forte lutador
Havias de chegar ao fim da longa estrada
De corpo avigorado e de alma avigorada
Pelo triunfo e pelo amor
Amor! Quem tem vinte anos
Há-de por força amar.
Na idade dos enganos
Quem se não há-de enganar?
Enquanto tu vencerias
Na luta heroica da vida
E, sereno, esperarias
Aquela segunda vida
Dos bem-fadados da Glória
Dos eternos vencedores
Que revivem na memória —
Sem triunfos, sem amores,
Eu teria adormecido
Espojado no caminho,
Preguiçoso, entorpecido,
Cheio de raiva, daninho...
Recordo com saudade as horas que passava
Quando ia a tua casa e tu, muito animado,
Me lias um trabalho há pouco terminado,
Na salazinha verde em que tão bem se estava.
Dizíamos ali sinceramente
As nossas ambições, os nossos ideais:
Um livro impresso, um drama em cena, o nome nos jornais...
Dizíamos tudo isso, amigo, seriamente...
Ao pé de ti, voltava-me a coragem:
Queria a Glória... Ia partir!
Ia lançar-me na voragem!
Ia vencer ou sucumbir!...
Ai! mas um dia, tu, o grande corajoso,
Também desfaleceste.
Não te espojaste, não. Tu eras mais brioso:
Tu, morreste.
Foste vencido? Não sei.
Morrer não é ser vencido,
Nem é tão pouco vencer.
Eu por mim, continuei
Espojado, adormecido,
A existir sem viver
Foi triste, muito triste, amigo, a tua sorte —
Mais triste do que a minha e malaventurada.
... Mas tu inda alcançaste alguma coisa: a morte,
E há tantos como eu que não alcançam nada...
Lisboa, 1° de outubro de 1911
(aos 21 anos)
Um bom Natal, prosperidade no novo ano e que vocês alcancem todos os seus objetivos. Que Deus, em sua infinita bondade, abençoe e encha de paz nossos corações na noite de Natal. Boas festas!
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