Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Essa mania de acreditar nas pessoas é coisa minha, você não me enganou. Eu é que me enganei a seu respeito.

O Machado era de Assis, a Rosa do Guimarães, a Bandeira do Manuel. Mas feliz mesmo era o Jorge, que era Amado.

Se era amor aquilo, eu não sei...Eu nunca fui muito boa pra distinguir emoções...Pra mim, naquele momento, o que importava era sentir, e mais nada!!!

A diferença entre amigo e colega...

O colega geralmente só interage com você no ambiente de trabalho, na escola ou na faculdade. O amigo lhe procura a qualquer momento. Colegas muitas das vezes lembram-se de você apenas nos momentos que lhe aprazem, nos momentos em que necessitam de sua valiosa mão para auxílio. Amigos, independentemente do lugar e da ocasião, irão lhe telefonar para saber como você está, ou convidar para sair. Colegas são pessoas com as quais você não pode depositar grandes expectativas, nem porções generosas de confiança; apenas interage-se com eles de maneira cordial e sem maiores laços sentimentais. Com os amigos, você pode agir com total lealdade, confiança e certeza de que esse tratamento gerará atitudes recíprocas. E a maior diferença de todas: muito mais do que colega, o amigo é um irmão conquistado para toda vida!

Quando se trata de FLAMENGO, somos nós contra o resto do Brasil e do Mundo!

"Liderança é assumir responsabilidades enquanto outros inventam justificativas".

Nem todos nascem com as mesmas oportunidades. Mas isso não quer dizer que você não pode alcançar seus objetivos.

Eu quero você. Com marra, com birra, com ciúmes. Eu quero você de verdade. Com chatisse, com beijo na boca, com mordidas e abraços.

Minhas mãos eram fortes
Mas meus joelhos eram muito fracos
Para permanecer em seus braços
Sem cair aos seus pés

O homem é que faz sua profissão; a sua inteligência é que a eleva; a sua honestidade é que a enobrece.

De nada valem as ideias sem homens que possam pô-las em prática.

A verdade por trás de uma pessoa fria

Observar o que leva as pessoas a ser quem são é uma das coisas mais curiosas da vida, e eu sempre gostei de matar meu tempo com isso. Na maioria das vezes não encontro qualquer resposta: O chato é chato porque gosta de sê-lo e ponto final. Algumas coisas simplesmente são, e não se pode querer mudá-las ou mesmo compreendê-las.

Vez ou outra esse tipo de reflexão sem sentido me leva a algum lugar, como, por exemplo, enxergar a autodefesa por detrás da arrogância e a solidão por detrás da frieza. Eu não me canso de repetir: autossuficiência é afrodisíaca. Nós gostamos de estar perto de pessoas que se bastam. Agem como se não precisassem de nada nem ninguém, e isso é fascinante.

É preciso, entretanto, enxergar além: ninguém é tão autossuficiente a ponto de não precisar de amor. O amor não é dispensável nem pelo mais autêntico dos seres. Todos nós dependemos dele. Não importa se você não gosta de abraços ou declarações: Existem muitas formas de amor, inclusive as omissas, e você, decerto, precisa de alguma delas.

A verdade por detrás da frieza é uma necessidade descomunal de amor. Uma necessidade tão grande que não consegue se revelar – fica subentendida, por medo de represálias. Por medo de não saber como manifestar-se. Por medo, na verdade, de perder de uma vez só, perde-se aos pouquinhos. A frieza é a autodefesa da necessidade exagerada.

É difícil e até arriscado falar com tanto desprendimento dos sentimentos alheios – ou da falta deles. Mas é fácil reparar: Pessoas frias não sofrem da ausência de sentimentos. Elas apenas os suprimem, os guardam tão bem guardados que não conseguem compartilhá-los. E, em meio à falta de habilidade para sentir e amar, vem a solidão. Solidão que essas pessoas fazem questão de degustar – preferem o inferno da abstinência de amor, a terem que livrar-se de suas armaduras, de seus medos, de seus escudos, tamanha a dor que o desabrochar dos sentimentos lhes causa.

Frieza não é falta e nem ausência. É excesso: de amor e de intensidade. A frieza só espera um abraço espontâneo, um sentimento que transborde pelos olhos e não precise de palavras, para que possa permanecer ali – intacto – em uma redoma de monossílabos vestidos de medo, sem que se tenha que pagar o preço com a solidão dos que pensam que não sabem amar. Mas sabem. Acredite – Eles sabem.

As pessoas que tenham sido iniciadas em bruxaria, e que tenham realmente aceitado a Antiga Religião e os Deuses Antigos em seus corações, voltarão a ela ou se sentirão atraídas por ela vida após vida, embora possam não estar conscientes de sua prévia associação com a bruxaria.

Temos que entender que tempo não é dinheiro. Essa é uma brutalidade que o capitalismo faz como se o capitalismo fosse o senhor do tempo. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida.

Antonio Cândido
Glass, Verena. Antonio Candido inaugura biblioteca do MST e fala da força da instrução. Portal Carta Maior, 8 ago. 2006.
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Quem é essa
Que me olha
De tão longe
Com olhos que foram meus?

Capitalismo ideal:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

Capitalismo americano:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo francês:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

Capitalismo canadense:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo japonês:
Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo italiano:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!

Capitalismo enron:
Você tem duas vacas. Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado. Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas. Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono. Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia. O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma. Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas. Ninguém fornece balanço das operações e público compra o seu esterco.

Capitalismo britânico:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.

Capitalismo holandês:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

Capitalismo alemão:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo russo:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.

Capitalismo suíço:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo espanhol:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo português:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...

Capitalismo chinês:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

Capitalismo hindu:
Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.

Capitalismo argentino:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

Capitalismo brasileiro:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo....

Por ser exato o amor não cabe em si... Por ser encantado o amor revela-se... Por ser amor, invade e fim

Eu conheci uma guria que eu já conhecia
de outros carnavais com outras fantasias
Ela apareceu, parecia tão sozinha.
Parecia que era minha aquela solidão

Engenheiros do Hawaii

Nota: Trecho da música Piano Bar.

SONHOS!
Um dia dei asas a minha imaginação e voei , voei ;
E voando, voando, cheguei a Deus;
E chegando a Deus pedi a ele que me
Transforma-se em Sol.
Deus me transformou num Sol, e como Sol
Eu lhe acompanhava por todo o dia;
Você sentia minha presença em você ,
Não da forma que eu queria, mas sentia.
ENTÃO O DIA CAIA, A NOITE SUBIA,
E EU LHE PERDIA.
Então voltei a Deus e pedi a ele que me
Transformasse na Lua.
Deus me fez a Lua.
AH... Eu penetrava pela fresta da sua janela
E protegia o seu sono;
Eu lhe tocava nos seus momentos mais íntimos,
Não da forma que eu queria, mas tocava.
ENTÃO A NOITE CAIA, O DIA SUBIA
E NOVAMENTE EU LHE PERDIA.
Pois bem: mais uma vez voltei a Deus
E pedi a ele que me fizesse seu sangue;
Deus me fez seu sangue.
AH!! Era maravilhoso!
Eu percorria por todo o seu corpo;
Eu tocava por inteiro, todo o seu interior.
Não da forma que eu queria, mas tocava.
Até que um dia me fez correr tanto em suas veias,
Que eu não entendi.
Foi quando você se apaixonou;
Eu fiz seu coração pulsar mais forte,
Eu fiz a sua cabeça sonhar por um amor,
Por um amor que não era o meu, mas fiz.
Finalmente voltei a Deus e pedi a ele
Gostar, apaixonar-se e amar.
Deus me fez humano, para
Que você pudesse amar;
Porque todo esse tempo eu
Sempre quis ser tudo o que você sonhava.
Deus disse que eu seria uma pessoa feliz e alegre,
Que eu saberia rir e brincar com as palavras...
E hoje rio e brinco com as palavras
Que eu encontro aqui
sem saber se um dia você iria ler...

Quero uma cartola de mágico,
mas que funcione bem,
para enfiar nela meu coração delirante
e retirar uma engrenagem melhor.
Quero esconder na manga, na bolsa,
nessa cartola encantada,
minha alma falida, a asa quebrada,
tanta contradição.
Prefiroum objeto mais útil:
calculadora de emoção, maquininha de escrever,
relógio de sonho preso num lugar.

(Umas peças de metal enfiadas no peito:
só o essencial, para que a cara
não desabe de todo no chão.)