Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Um homem é realmente velho quando só pensa nisso.

Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos...

A perseverança é mais eficaz do que a violência, e muitas coisas que, quando reunidas, são invencíveis, cedem a quem as enfrenta um pouco de cada vez.

Abre a mente ao que eu te revelo e retém bem o que eu te digo, pois não é ciência ouvir sem reter o que se escuta.

O ciúme é um latido que atrai os ladrões.

O amor por um só é uma barbaridade: porque se exerce à custa de todos os outros. O mesmo quanto ao amor por Deus.

A vida fica muito mais fácil se a gente sabe onde estão os beijos de que precisamos.

De todas as perversões sexuais a castidade é a mais perigosa.

O valor de cada um é relacionado com o valor das coisas às quais deu importância.

Amamos as filhas por aquilo que elas são e os filhos por aquilo que prometem vir a ser.

Quando o ateísmo quiser mártires, que o diga, o meu sangue está pronto.

A minha língua jurou, o meu coração não.

Não há nada pior que um burro com iniciativa.

Como nenhum político acredita no que diz, fica sempre surpreso ao ver que os outros acreditam nele.

Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.

Simone de Beauvoir

Nota: Citação encontrada em "O Casamento", Jurandir Araguaia, Clube de Autores, 2010

Um excesso de vez em quando é ótimo. Impede a moderação de se tornar um hábito.

Parece-me que na escala das medidas universais há um ponto em que a imaginação e o conhecimento se cruzam, um ponto em que se atinge a diminuição das coisas grandes e o aumento das coisas pequenas: é o ponto da arte.

Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que apenas se planejam.

Quem deixa para fazer depois o que pode fazer logo, perde o que nunca mais encontrará.

Uma vez descoberto, o ciúme passa a ser considerado por quem é objeto dele como uma desconfiança que autoriza a enganar.