Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Amor só existe a dois. Amor sozinho chama-se tristeza.

Se tiveres paciência num momento de raiva, cem dias de pesar evitarás.

Flagra: Chuck Bass perdendo algo que ninguém sabia que ele tinha, seu coração.

Às vezes eu acho que não sou normal, e eu fico mais louco a cada dia.

Hoje,
no seu aniversário,
levante o rosto para o Sol
e siga a sua estrela!

Vá buscar seus sonhos
além do arco-íris,
por mais impossíveis
que pareçam.

Embale no peito
as maiores esperanças
e ouça sempre o
seu coração.

Acredite sempre
e siga o seu caminho,
pois o amanhã nasce
do que você
sonha hoje.

Que neste aniversário
e a cada dia que vier,
você esteja
sempre mais perto
dos seus sonhos!

Felicidades.

Sem crueldade não há espetáculo.

Em todos os momentos existe uma escolha. Podemos nos agarrar ao passado, ou aceitar a inevitabilidade da mudança, e permitir que um futuro melhor se desenrole diante de nós. Um futuro incerto, que pode atrair até mesmo pessoas incertas. De qualquer forma, um novo dia está chegando. Quer queiramos ou não. A questão é: Você irá controlá-lo ou ele vai te controlar?

Eu me coloco em chamas, e o povo vem para me ver queimar.

Lute sempre pelos seus sonhos, projetos, ideais, por quem amas.
Acredite em Deus, pois sem Ele você não é nada e nada pode fazer.
Acredite nas pessoas, mesmo que muitas delas tenham te ferido e se feriu as perdoe, porque todos nós somos eternos aprendizes da vida.
Acredite em você, porque não és obra do acaso, antes de você nascer
Deus sonhou com você e te fez um ser humano especial e mais do que vencedor.
Sonhe, jamais desista dos seus sonhos, pois se Deus te fez sonhar,
é porque és capaz de realizar... E sem sonhar você deixaria de viver...
Lute sempre e acredite em todas estas coisas Deus te fez mais do que vencedor
e no final disso você verá que não somente existiu na vida, mas a viveu e dirá:
Valeu a pena lutar, perseverar, foi difícil, mas, olha eu aqui, eu consegui!

Eu não quero ser a paixonite de ninguém. Se alguém gosta de mim, eu quero que goste de mim de verdade, e não pelo que pensam que eu sou. E não quero que carreguem isso preso por dentro. Quero que mostrem para mim, para que eu possa sentir também.

Quando eu morrer, as pessoas vão entender do que eu estava falando.

Quando você entrega todo o coração a uma pessoa e ela não aceita, não dá para pegar de volta. Você o perde para sempre.

Sylvia Plath
Sigmund, Elizabeth. 'Sylvia in Devon: 1962.' in Sylvia Plath: The Woman and the Work. Ed. Edward Butscher. New York: Dodd, Mead & Co., 1977.
...Mais

Não viro a cara para meus acusadores, embora eles só mereçam desprezo, mas os enfrento com um olhar límpido como minha consciência e um leve sorriso no canto da boca.

Meu pai disse-me um dia:

"- Filho... você terá três tipos de pessoa na sua vida:

Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande
estima, que sabe que poderá contar sempre;
que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e
a ajuda está sendo dada;

Um amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar;
que fará com que você flutue e
nada importará quando vocês estiverem juntos;

Uma paixão, aquela pessoa que você amará,
desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importando
se ela lhe quer ou não,
e talvez ela nem fique sabendo disso.

Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só
- pode ter certeza, minha filha:

- VOCÊ ENCONTROU A FELICIDADE."

Não corra atrás de quem você ama, pois a vida trará quem você merece.

Deus segue um plano ao escrever a música de nossa vida.
A nossa parte deve ser aprender a melodia e não desanimar nas "pausas" e nos "contratempos".

Críticas e elogios são bem vindos, mas se for criticar, antes faça melhor.

Quando a noite esconde a luz,
Deus acende as estrelas!

Padre Fábio de Melo

Nota: Trecho da música Ao coração.

A PIPA E A FLOR

Era uma vez uma pipa.

O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
- “Vocês não me pegam, vocês não me pegam...”
E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.
Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.
Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...

Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim elo corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam...

Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!
Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia. Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só...

Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era...
A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...

E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.
E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.
Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:

- “Florzinha, me solta...” E a florzinha soltou.
A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no não. E teve inveja da pipa.
Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela... Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
- “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo...”
E à inveja juntou-se o ciúme.
Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer.
E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.
Via ali do baixinho, de sobre o quintal (esta essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início...
Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar... E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.
Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.
- “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.
E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de vôos e nos risos de outros tempos.
Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos...
Terceiro: a pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas.

Acordar na manhã seguinte com gosto de corrimão de escada na boca: mais frustração que ressaca, desgosto generalizado que aspirina alguma cura.