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Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Para ser um bom observador é preciso ser um bom teórico.

O dinheiro que temos é o instrumento da liberdade; aquele de que andamos atrás é o da servidão.

É pela ironia que começa a liberdade.

Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. É a única.

Fica responsável por tudo aquilo que domesticaste.

Mantenha-se afastado das pessoas que tentam depreciar sua ambição. Pessoas pequenas sempre fazem isso, mas as realmente grandes fazem você sentir que você, também, pode se tornar grande.

Mark Twain

Nota: Citação atribuída a Mark Twain em 1938 por Gay Zenola MacLaren. Ela o conheceu quando era criança e recebeu esse conselho do renomado escritor.

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Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar.

Ser homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo.

Crê nos que buscam a verdade. Duvida dos que a encontraram.

Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la.

Que a inspiração chegue não depende de mim. A única coisa que posso fazer é garantir que ela me encontre trabalhando.

A alegria é a pedra filosofal que tudo converte em ouro.

Se um homem é feliz então está triste todos os dias. Cada dia tem o seu quinhão de tristeza ou a sua pequena preocupação.

Pouco importam as notas na música, o que conta são as sensações produzidas por elas.

Pela liberdade, assim como pela honra, pode-se e deve-se arriscar a vida.

Não procures esconder nada; o tempo vê, escuta e revela tudo.

Ninguém é mais escravo do que aquele que se julga livre sem o ser.

Os homens inteligentes não podem ser bons maridos, pela simples razão de que não se casam.

O único transformador, o único alquimista que muda tudo em ouro, é o amor. O único antídoto contra a morte, a idade, a vida vulgar, é o amor.

Os bons e os maus resultados dos nossos ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma maneira bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprová-lo, para congratularmo-nos ou para pedir perdão, aliás, há quem diga que é isto a imortalidade de que tanto se fala.

José Saramago
Ensaio sobre a cegueira. Lisboa: Editorial Caminho. 1995