Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Ela queria ele pra sempre. Ele também queria ela pra sempre, mas como amiga.

A marca de sua ignorância é a profundidade da sua crença na injustiça e na tragédia. O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta.

"Se vc quiser ser bom o mundo não vai levá-lo a sério, se quiser ser mal o mundo não vai acreditar em vc, consiste nisto a espantosa besteira do otimismo".

Se vivo só
É marcha-a-ré
Se nego o sol
Só penso em mi
Se sofro lá
Ninguém tem dó
Se você fá
Eu quero si

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Poesia Reunida. Porto Alegre: L&PM, 1999.

Porque, no momento em que partirmos em busca do amor, ele também parte ao nosso encontro

Tenta demonstrar de alguma forma. Do jeito errado, do jeito certo, sem jeito, do seu jeito, mas tenta.

Porque tinha a coragem mais bonita que se podia ter, tinha coragem de tentar ser feliz.

Viver é experimentar, e não ficar pensando no sentido da vida.

O sorriso que eu levo hoje apaga todos os outros rastros. Eu aprendi, aos trancos, que ser feliz não dói. Ser feliz não dói!

Odeio a parte de mim que perdoa o que é imperdoável.

Muitos homens querem uma namorada bisexual
para realizar com elas as mais loucas fantasias...
O problema é quando suas namoradas têm este mesmo desejo:
que eles sejam bisexuais,
para viverem loucas fantasias com eles.

O mundo não precisa de melhores mestres, nem de melhores palavras, mas de melhores atitudes!

Não tenho facilidade de escrever. Jamais consigo expressar-me como teria desejado. Escrever é uma múltipla escolha entre mil expressões das quais nenhuma me satisfaz, ou melhor, nenhuma me satisfaz isoladamente

Eu vejo as pernas de louça da moça que passa
e eu não posso pegar...
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar

Se tiver coragem, eu me deixarei continuar perdida. Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo – quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.

A civilisação não suprime a barbárie, aperfeiçoa-a.

Se a paz não puder ser mantida com honra deixa de ser paz.

As pessoas quase não percebem que falta metade do meu corpo e que não posso ser muito simpática porque toda a minha energia está concentrada para eu não tombar.

"Se eu gritar, quem poderá ouvir-me, nas hierarquias dos Anjos?"