Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

O dia em que a opinião dos outros pagar minhas contas, vou pensar se levo em consideração...

Escrever e ler são formas de fazer amor. O escritor não escreve com intenções didático-pedagógicas. Ele escreve para produzir prazer. Para fazer amor. Escrever e ler são formas de fazer amor. É por isso que os amores pobres em literatura ou são de vida curta ou são de vida longa e tediosa.

Livre para poder sorrir, livre para poder buscar o meu lugar ao sol...

Te amo... meu amor!
Trago essa rosa para lhe dar!

Tim Maia
Álbum "A Arte de Tim Maia"

Nota: Trecho da música "Primavera", composta por Cassiano e Silvio Rochael

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Faça valer a pena, que eu faço acontecer! :)

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações...

Fernando Pessoa
Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa), in "Poesias". 15-1-1928.

O mundo já foi por tempo demais um hospício.

A maioria dos brasileiros não gosta de carnaval,
mas a minoria que gosta faz um barulho imenso.

Amo vocês como quem escreve para uma ficção: sem conseguir dizer nem mostrar isso. O que sobra é o áspero do gesto, a secura da palavra. Por trás disso, há muito amor.

O rei está rodeado de pessoas que só pensam em diverti-lo e em impedi-lo de pensar em si mesmo. Porque, se pensa em si mesmo, é infeliz, por mais rei que seja.

Tu és cego e eu sou surdo mudo, toquemo-nos com as mãos e compreendamo-nos.

Hoje uma conversa me fez parar e olhar para mim. Uma guerreira sonhadora que estava adormecida dentro de mim, resolver dar uns gritos. Sabe aquele tenso momento que o seu eu começa a conversar com você? E você pensa assim: "Pronto, endoidei!", sabe?
Então, essa garota disse algumas coisas bacanas que eu querida dividir com vocês, vai que ela esteja tentando falar com você também, mas você não consegue ouvir...
Ela disse assim:
"Ei menina, se olha no espelho, para um pouquinho e lembra do último cara que você beijou, aquele gato, loiro, dos olhos de mar, que te olhava nos olhos e não se cansava de te beijar. Lembra das coisas picantes que ele falou no seu ouvido enquanto você gemia de prazer? E daí que ele não era o seu grande amor? Foda-se esse amor, sinceramente amor não combina com dor, esquece esse cara que não reconhece o seu valor. Tá bem, não da pra esquecer? Então não esquece, mas volte a viver. Você é linda, lembra dos suspiros no elevador? E aquele seu professor, fala serio, ele é muito mais lindo e sarado que esse seu amor, e boba, ele é louco por você! Você é especial, não deixe nada nem ninguém te fazer esquecer disso. Tem gente que não vive sem o seu sorriso, fica perto de quem te faz bem, te quer bem, te quer de verdade, quer só sacanagem, mas deseja você, é só separar, não deixar se envolver se sentir que vai sofrer.
Esquece as magoas, não se deixe abater. Não é você quem diz que o que não mata fortalece, e o que não é benção é livramento? Então, passa um batom, coloca aquela sua roupa linda, vá ver os amigos, eles adoram você. E quando as lembranças tristes, das feridas, dos amores perdidos, das alianças quebradas, daquilo que não te fizeram sofrer, lembre-se: Triste deve ser a vida de quem perdeu você!"

Safado é o cara que te pede desculpas porque aprontou. Cafajeste é o que, além de tudo, ainda te faz pedir desculpas.

O negócio é só sentir, meu irmão, só sentir. Pensar já era. Pensar acabou, não se usa mais.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão.

Da cunhã é que nos veio o melhor da cultura indígena. O asseio pessoal. A higiene do corpo. O milho. O caju. O mingau. O brasileiro de hoje, amante do banho e sempre de pente e espelhinho no bolso, o cabelo brilhante de loção ou de óleo de coco, reflete a influência de tão remotas avós.

Gilberto Freyre
FREYRE, G., Casa-Grande & Senzala

Quantas vezes não reencontramos alguém por acaso, em uma tarde qualquer, e aquela pessoa nos traz tantas lembranças boas ou uma palavra que nos faz ver tudo de outra maneira.

Preciso aprender a não precisar de ninguém.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Ao correr da máquina.

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Quando vem a madrugada, meu pensamento vagueia.

A paixão já passou em minha vida
Foi até bom mas ao final deu tudo errado
E agora carrego em mim
Uma dor triste, um coração cicatrizado.