Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

A fome, que tanto marca a alma como o rosto.

Feliz daquele que encontra um amigo digno desse nome.

Quando somos belas, ficamos ainda mais belas sem adornos.

Gotthold Lessing
LESSING, G., Minna von Barnhelm, 1763

O espírito diz coisas deveras belas, mas só faz banalidades.

Arte é aquilo em que o mundo se transformará, não aquilo que o mundo é.

Quando desejamos pomo-nos à disposição de quem esperamos.

Uma nuvem sobre a alma cobre e descobre muito mais a terra, do que uma nuvem no horizonte.

a cigarra... ouvi:
nada revela em seu canto
que ela vai morrer

Ainda que morrendo
o canto das cigarras
nada revela!

Trégua de vidro:
o canto da cigarra
perfura rochas.

Negócios são negócios: como eles diziam isto, os daqui chamaram-lhes comerciantes. Mas eles o que queriam dizer era que negócios são negócios, e não vida e religião.

A carreira é um cavalo que chega à porta da eternidade sem cavaleiro.

As riquezas sem a generosidade são a pobreza dos plebeus.

Dever: aquilo que nos impele inexoravelmente, através do nosso desejo, na direcção do lucro.

Pederneira. Substância muito usada no fabrico de corações humanos.

O hábito é que me faz suportar a vida. Às vezes acordo com este grito: - A morte! A morte! - e debalde arredo o estúpido aguilhão. Choro sobre mim mesmo como sobre um sepulcro vazio. Oh! Como a vida pesa, como este único minuto com a morte pela eternidade pesa! Como a vida esplêndida é aborrecida e inútil! Não se passa nada, não se passa nada. Todos os dias dizemos as mesmas palavras, cumprimentamos com o mesmo sorriso e fazemos as mesmas mesuras. Petrificam-se os hábitos lentamente acumulados. O tempo mói: mói a ambição e o fel e torna as figuras grotescas.

Minha receita para enriquecer? Acorde cedo, trabalhe muito, ache petróleo.

Ergue-te, vingador, dos meus ossos.

A literatura é o esforço do homem para se indenizar pelas imperfeições da sua condição.

O espetáculo da injustiça acabrunha-me, mas isso deve-se provavelmente ao fato de ela despertar em mim a consciência dos atos de injustiça de que sou capaz.