Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Nós não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos

Ensina-me:
Teu jogo.
Teu passo.
Compasso.
E dança.
Mostra-me:
Teu laços.
Teus abraços.
Amassos
Teus beijos.
Reviva-me:
O desejo.
A paixão.
O pudor.
E a vida.

O mundo precisa de amor;o mundo precisa de Deus.

Fale com Deus todos os dias, pois qual é o filho que não fala com o pai todos os dias ?

"Aguente firme, querida, é um mundo muito louco."

Quero beijar tua boca

Estar com você nessa cama vazia

Te agasalhar quando vier o frio

Te esquentar com os meus beijos

Quero você

O melhor sentimento de alegria que existe é aquele que vem por meio da graça de Deus!

eu te perdoo mas quando chega sua vez de me perdoar vc vira a cara


pur@verdade

Senti que o amor era mais forte a partir do momento que me peguei sonhando acordado pensando em você. Percebi que era pra valer quando passei a te ver em cada canto…. Quando o vento lembrava seu suspiro, quando o brilho do sol lembrava seu olhar, quando o perfume de qualquer coisa me lembrava seu perfume, e assim eu me apaixonava cada vez mais. O irresistível sabor do teu beijo estava guardado na boca e no coração..

Não lute pela verdade, e só rejeitar a mentira

Se permita, dê ouvidos ao seu coração, caso contrário você nunca vai saber o que é ser feliz.

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

Das nuvens cai a chuva
Dos seus olhos caem lágrimas
Do meu coração morre o amor que um dia já teve asas.

Num dia como esse, preferia estar com você
Não precisaria te tocar, te beijar ou te abraçar
Para mim só bastaria te ver.

Uma nova mensagem no whatsapp: saudade! O q faria normalmente? Opção 1- visualizava e não respondia
Opção 2- visualizava e respondia 4h depois
Opção 3-(num é que eu tava com saudade também) ei! Vc também não tá com saudade? Então diga!
Normalmente escolheria entre as duas primeiras opções facilmente.. Sempre fui dessas que gosta ou não foge de um joguinho... Mas, surpreendendo sobretudo a mim mesmo, olha eu lá executando a opção 3! É assim..o tempo vai passando, a idade chegando (falou a coroa) e a maturidade aparece querendo entrar. Quantas chances desperdiçamos por não dizer o que sentimentos, não fazermos o que temos vontade...Quer ir, vá, quer falar, fale, quer dizer que gosta digaaa! E daí se você for visualizada e não respondida ou depois de 4h vier de lá a resposta que você não espera? Importante é que você fez o que sentia. Ponderar demais é a linha tênue entre quem sonha e quem vive... E eu fico no grupo dos que vivem- tudo que há pra viver. Dos que arriscam, quebram a cara, mas sabendo que fizeram o que teve vontade, que não economizaram sentimento, palavra... Coisa mais chata essa de limitar-se! Deixe que digam, que pensem, que falem... DEIXA O POVO FALARRRR, fala povooo! A menina dos joguinhos ta dando espaço pra mulher verdadeira e decidida. E não é que tô gostando disso? Não faça jogo, faça amor!

Quando a ave já não cabe mais sob as asas da mãe, é porque já é hora de voar mais alto.

Sentimentos são sensações indescritíveis que nos levam a extremos em segundos, fazem o mundo parar, tudo perder e ganhar sentido e o que parecia impossível, real.

Alma

Caminhei ao som do coração ouvindo um chamado longínquo.
Por entre estrelas, céus, desertos, mares e oceanos.
Sem rosto, sem corpo, sem sombra, só Alma.
Sonho distante ou realidade esquecida, fragmento de estrela caída, de eras incalculáveis cruzando o destino na dimensão paralela.
Luz refletida em um prisma de tons multicoloridos, partilhados, espiralados projetados ao infinito. Foi quando vi passar os incontáveis dias eternos de Alma Antiga nos infinitos Círculos Sagrados, sem início, nem meio e nem fim.

Deus nos limitou com a distância para que déssemos valor à magia do encontro.

Se alguém lhe ofender, chore, pois o choro libera a mágoa, o azedume alheio. A insensibilidade, a indelicadeza, a soberba, o desamor são energias péssimas. Quem tem sensibilidade e bom trato não se conforma e nem compactua com ela. Depois, jogue tudo ao mar do esquecimento. Respire Luz, inspire Amor. Por que tudo passa, mas a nossa sensibilidade e a nossa essência continuam. Toque a Luz.