Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Mente focada
Deu uma olhada
Lá fora e sorriu
Viu que enfrentar todos os escuros
Do sol do meio dia era parte

Saiu de si mesma
Pra ver que o trocar de passos
Era parte do dilema

Seu mundo girava
Enquanto pisava
Passos altos incalculados

Olhou a janela
Do canteiro central
Pensando se aquilo era real
Entendeu que sim
Mas que não definia
Todo o seu momento
De dor e alegria

Sorriu outrora e percebeu
Que rótulos não descrevem
Criou a coragem de acelerar os passos
E viu que mesmo não sendo certa no espaço
Passo alto, salto baixo
Da consciência do que era si
E do que era interferência

E percebeu,
Que não é dono de suas verdades absolutas.
E descobriu,
Que nem tudo que afirma é real.
E entendeu,
Que é preciso respeitar o tempo.
E explicou,
Que é possível passar de nível sem retirar a dor.

Enquanto estiver preso no passado, não irei construir o meu futuro.

Corrija os defeitos que costumam te derrubar,mas cuidado com os que te mantem em pé,por nada e nem ninguém.
Ivânia D.Farias

Tantas coisas nos rodeiam, mas qual delas você olha? Qual seu olhar crítico ou amante? Alguns amam roupas, vitrines, o mundo moderno e os status.
Eu amo flores, a vida, a leveza e os sorrisos que recebemos nas calçadas da vida.

Será que a Academia pode serrar o troféu em cinco e dar um pedaço para cada diretor?

O que eu te fiz, para merecer tão pouco?
Seja lá o que as outras fizeram, fico feliz por elas, que de ti tiveram tudo,
alguém merece ser/ter tudo, mesmo que este alguém não seja eu.

Há muita emoção extrema no cinema coreano. É porque existem muitos extremos na sociedade coreana.

Tem dias que ela não quer se redescobrir
Quer se deixar inerte, onde nem as sombras são capazes de se mover
Tem dias que não há fome
Não há sorrisos
Não há vontade
E não tem nada de errado nisso
Viver seus dias
Como quiser
Como der
Como vier
Viva suas dores
Viva seu luto
Viva suas tristezas
Dizem que o tempo cura tudo...
Ela segue esperando.

O encontro

Uma memória, uma xícara de café, uma boa música e um perfume marcante.
Estaria ela esperando alguém?
Certamente sim. Mas ela não espera um homem de barba feita, terno e um buquê na mão. Ela espera o seu antigo eu, ansiosa, atenta a janela.
Entre uma golada e outra de café, sentada na mesa vê o seu eu chegando... toda preocupada se a roupa se adequa, se o corpo se esculpe com aquele vestido vermelho de alta costura, se o status do aplicativo foi atualizado. O antigo eu senta na mesa, mas se recusa ao café. Quer um vinho em uma boa taça, que é para garantir a próxima atualização do status. Não olha para a atual, não tem tempo para isso. Liga a câmera frontal e confere se o cabelo e a maquiagem estão intactos. Para quem? Por quem?
Para o mundo virtual.
Ela, o eu atual, olha fixamente para a estante, onde as fotografias não mostravam o amor e a cumplicidade de alguém e sim os momentos luxuosos vividos e os países visitados: sozinha.
Mergulha em pensamentos e revive a morte dos pais, naquele acidente de carro em que somente ela sobreviveu. Entretanto lembrou -se das mensagens de consolo que recebeu pelo celular, percebendo mais uma vez o quanto as pessoas deixaram que o celular as substituíssem. Mensagens de fé, amor, consolo e carinho, mas o calor de um abraço e o toque das mãos naquele momento não existia mais.
O eu atual começou a elucidar as coisas e resolveu entregar ao antigo eu todas as memórias que para ela se tornaram fúteis. Sem expressão nenhuma entregou também o celular.
O tempo passou e...
As pessoas que sentiram sua falta no meio virtual a viam caminhando todos os dias (coisa que ela não fazia antes) no parque. Ela estava abrindo horizontes e fazendo coisas que acabara de descobrir que gostava. Começou a trabalhar numa creche e descobriu uma paixão por criança. Abraços não faltavam mais na rotina da nova "tia".
Cada dia mais trazia para si o contato corpo a corpo, olho a olho.
A casa que já não tinha mais cor começou a colorir-se novamente. A mesma recebia muitas visitas e passava horas lembrando vagamente das paisagens que conheceu mundo afora e transformando em arte com seus pincéis multicores. Pintava quadros lindos que tiravam o fôlego e mexiam com o intelectual.
Após esse encontro, ela afirma que não retomou a vida e sim que aprendeu a viver. Pois antes ela existia em um mundo oco, de curtidas e meias palavras e não sentia o prazer, o real prazer de existir.
Quem sabe em uma caminhada matinal ou em um momento inesperado ela tromba com o amor da sua vida. Afinal, agora ela é real e desperta olhares reais.

Meu gênero favorito está dentro de mim e, quando sigo minhas histórias, personagens e imagens, isso resume um certo gênero. Então, às vezes até eu tenho que tentar adivinhar de qual gênero será um filme depois que eu acabar de fazê-lo.

Ser amado com defeitos é afronta na terra dos egocêntricos.

É comum que ao se deitar à noite surjam grandes questões em mente e dentre elas a principal é: o que posso fazer para ser feliz?

Quando compreendemos que não somos donos de nada, a vida flui suavemente sem pesos e sem cobranças, pois tudo que está ou retorna em nossas vidas se encontra espontaneamente onde o coração faz moradia.

Minha vida excedeu qualquer coisa que eu poderia ter sonhado porque eu nunca teria sido tão audaciosa em sonhar que essas coisas poderiam acontecer comigo.

Ela fala e os relâmpagos surgem!

Ela pode parecer uma ovelha, mas por dentro é uma raposa.

Mesmo quando ele parece estar prestes a passar dos limites, ele nunca passa do limite.

E sempre vai ser amor.
em cada olhar,
em cada toque, em cada beijo.

Eu não sou o tipo de romântica que se agracia em ganhar flores arrancadas de um jardim.
Eu Sou a romântica que se encanta com passeios de mãos dadas, apreciando os colorido das flores...Que exalam seus perfumes junto às suas raízes.
Ah...flores... Onde borboletas pousam, e passarinhos cantam celebrando a vida.