Felicitações Casamento
Ela veio de um lugar
onde as pessoas estendiam as mãos,
não os julgamentos.
Onde a conquista de uma
não diminuía a outra.
Onde havia espaço para ajudar,
acolher e caminhar junto.
Talvez por isso ela ainda seja assim:
entrega ao mundo aquilo que um dia recebeu.
Não sabe viver na competição,
porque sua alma aprendeu a viver na conexão.
E, no fundo,
ela acredita que ninguém precisa perder a luz
para que outra pessoa possa brilhar.
A verdadeira grandeza
de uma conquista não
está no tamanho do
troféu, mas na
integridade da jornada.
De nada adianta alcançar
o sucesso se ele for
edificado sobre a negação
do valor de quem
caminhou junto. O topo
habitado pela ingratidão é
o lugar mais solitário e
miserável que alguém
pode construir para
si mesmo.
Marta Nassar
A vida é sempre um eterno movimento entre chegadas e partidas, luzes e escuridões. O importante é estarmos sempre felizes por tudo e buscarmos a melhor sombra pelos caminhos para recuperarmos o folego, para continuarmos as caminhadas.
As ultimas conquistas do planeta está no sub solo, no mundo das cavernas, centro da terra e nas áreas abissais. Além destas regiões, a sociedade cientifica mundial tem que explorar, mapear e divulgar o que de verdade existem nos polos, norte e sul. Com estas respostas objetivas sobre nossa morada, poderemos mais preparados, avançar nas pesquisas espaciais.
Meu mestre espiritual grego-armênio George Gurdjieff. G nos ensina como conquistar a perfeita harmonia em cada nível, por um processo de conquista: do corpo físico, do corpo causal, do corpo astral e do corpo mental. Além desses corpos, havia outros ainda mais sutis e quem conquistasse o mental teria como legado infinitos níveis de consciência nos limites do universo, e seria uno em todas as coisas. A base para compreensão está no eneagrama, que pode ser expresso como oitavas da escala musical " dó, ré, mi, fá, sol, lá, si " e dentro da escala tradicional os semitons, que aparecem entre os intervalos " mi-fá e si-dó " que derivam os "choques externos".
Eternas saudades, de meu e nosso inesquecível Profeta Gentileza, nas barcas e andando com um buque de flores pela Avenida Presidente Vargas, pelo centro do Rio. Sabedoria e simplicidade comparável em tese ao magnifico Bispo do Rosário eternizado pelo Museu do Inconsciente, da tão muito querida e simples Dra Nise da Silveira, na época que clinicava em Todos os Santos no RJ. Nas minhas saída cedo da Gama Filho, volta e meia visitava. Momentos mágicos que ainda povoam por felicidade de ter tido as oportunidades de conhece los, vivico sempre com eternas saudades em um lugar muito especial de minhas singulares grandes oportunidades e hoje memorias.
Ó meu eterno ex-amor, o eco doce de um adeus.Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,Mas hoje a saudade é um cais para os dias meus,Onde a brisa da memória afasta as melancolias.Tu foste o fogo que com paciência me moldou,E em cada cicatriz guardo o ouro do aprendizado.Transformaste-me em alguém que a vida abençoou,Um novo ser que nasceu mais forte e preparado.Agradeço, sim, pela pessoa que hoje me tornei,Mais madura, mais consciente, cheia de paz e luz.Em cada passo novo e em tudo o que conquistei,Levo a canção de ninar que a alma ainda reproduz.Obrigado por me transformar com o teu carinho,Nesta jornada linda, onde o sol voltou a brilhar.Sou uma estrela que hoje ilumina o teu caminho,Pois a chama que fomos nunca vai se apagar.Hoje compreendo o tempo e o valor de cada estação,Como o rio que aceita o seu curso em direção ao mar.Guardei a parte mais pura da nossa antiga união,E fiz do término um jeito mais bonito de te amar.Guardo em segredo o toque suave das tuas mãos,A calmaria que o teu abraço sempre me trazia.Mesmo distantes, cruzamos os mesmos céus vãos,Unidos pela força oculta de uma eterna poesia.O teu nome é um verso que o meu peito ainda canta,Uma melodia doce que o tempo não pode apagar.Há um brilho sagrado em ti que me encanta,E que sempre será o meu farol ao luar.Se fecho os olhos, ainda consigo te sentir aqui,Como um perfume nobre impregnado no meu ar.A melhor parte de tudo o que sou eu te devotei,E nem a própria eternidade pode isso roubar.Teu amor foi o cais onde a minha nau ancorou,O caixilho de ouro que emoldurou o meu viver.Nenhum beijo no mundo apaga o que começou,Naquela tarde linda que nos viu florescer.O nosso sentimento desafia as leis do espaço,É uma constelação viva gravada no meu peito.Mesmo que o mundo desabe e desfaça o laço,Amar-te em segredo sempre será o meu direito.Vejo o nosso passado como um céu no entardecer,Onde a luz doura o topo das montanhas da vida.Foi preciso a distância para a alma florescer,E curar com doçura toda e qualquer ferida.Abro as janelas da alma para o vento da manhã,Sinto o perfume das flores que o tempo semeou.A nossa história foi linda, sincera e soberana,Uma bênção sagrada que o destino abençoou.Foste o meu sol da meia-noite, a minha calmaria,O abrigo perfeito onde o meu peito descansou.Mesmo que a rotina traga uma nova melodia,Nenhuma voz apaga o que a tua em mim marcou.Olho para o horizonte com o peito leve e em paz,Sorrindo pelas lembranças que o vento traz no final.O que ficou entre nós não se perde e nem desfaz,É um laço eterno, sublime, nobre e atemporal.Sei que o fio do destino é misterioso e forte,E que o amor verdadeiro nunca morre em vão.Tu és a minha bússola, o meu ponto do norte,A batida mais bonita do meu coração.Sou o fruto maduro de tudo o que a gente viveu,Um espelho que reflete gratidão e calmaria.O amor não se perdeu, ele apenas renasceu,Transformado em poesia, em luz e em harmonia.Se o destino quiser nos trazer um novo amanhecer,Minha alma estará pronta, despida de qualquer temor.Pois o fio invisível que insiste em nos prender,É a prova mais pura do que chamam de amor.Guarda contigo a certeza de que foste a minha cura,A primavera mais linda que o meu inverno viveu.Mesmo que a vida nos leve por linhas escuras,O meu coração para sempre será teu e só teu.Sou o belo paradoxo entre partir e renascer,Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.Sou o silêncio doce que aprendeu a compreender,Um lindo jardim florido sob chuvas e sob céus.E se a saudade apertar no meio da madrugada,Olha para a lua e escuta o silêncio do luar.Saberás que em algum ponto da longa estrada,Existe alguém que nunca vai deixar de te amar.
Nunca desista de um sonho, porque aquela pessoa que desiste do seu sonho nunca vai conquistar nada nesta vida
Para quem duvida do eterno mistério da vida
e do sumo encantamento da morte,
os sentidos naturais nos convidam
à uma reflexão filosófica:
A música de Bach, o prodígio divino de Beethoven
as óperas Wagnerianas, o virtuosismo de Chopin
para mim seria suficiente, mesmo que
me faltassem todos os outros sentidos.
Se eu não pudessem ler os poemas de Camões
nem as odes de Horácio e de Cícero
ou ainda as "odisseias" de Homero,
e os poemas de Pessoa. Mesmo assim
estaria convencido da existência
de um espirito eterno e sábio
que sopra aos humanos tanta
beleza e espanto... e divindade.
Olhe que não citei Verdi
Foi ontem, quando começou nossa eternidade! Quando nos reconhecemos, assim o amor se fez, de uma vez para nunca mais se repetir igual e tão perfeito!
"A vida poderia ser uma eterna Noite na Taverna, onde os homens contariam seus feitos, reais e imaginários, entre um gole e outro, para entreter e aliviar seus pares das dores do mundo, que se agigantam ao amanhecer."
AMIZADE, O VERDADEIRO AMOR.
Não há outra forma de relação capaz de ser eterna, de perdurar por toda uma vida. Poucos amores conseguiram isso. Nas relação humanas, só a amizade tem provado que é forte o suficiente para suportar as adversidades que são comuns entre pessoas de diferente classes sociais e origem étnica.
Até na literatura, é a amizade que supera os romances, geralmente os romances mais famosos são trágicos ou tratam de um amor impossível.
Mas veja o caso de amizade mais grandioso da literatura universal, e sem dúvida concordará comigo.
Se ainda não leu, com cuidado merecido que devemos ao esta obra, faça-o agora e constate o que digo.
Dom Quixote, a relação de amizade que se eterniza ali tem ressonâncias inimagináveis, quem não deseja um amigo como Sancho Pança?
Letícia, Literatura e o Mar
Chegamos ao Rio numa tarde que parecia prometer eternidade.
A cidade tinha essa qualidade enganosa — como se tudo ali fosse durar mais do que realmente dura.
Era a semana mais aguardada da turnê. Três eventos. Três palcos. Três oportunidades de repetir o mesmo ritual: tocar, seduzir, partir.
A carreta estacionou perto da Urca, com o mar logo ali, como se observasse.
Foi no segundo evento que a vi.
Letícia.
Nada nela chamava atenção de imediato — e talvez fosse isso. Enquanto o resto gritava presença, ela permanecia. Morena clara, cabelos soltos, um livro aberto nas mãos como se fosse uma extensão do corpo.
Clarice Lispector.
Aproximei-me sem estratégia. Apenas curiosidade.
— Você lê no meio disso tudo?
Ela levantou os olhos, demorou um segundo antes de responder.
— É o único jeito de não desaparecer.
Sorri.
— E funciona?
— Às vezes. E você? Toca para aparecer ou para sumir?
Não respondi. Pela primeira vez em dias, não havia resposta pronta.
Naquela noite, o show aconteceu como sempre.
Luzes. Som. Gente. Movimento.
Mas algo havia mudado.
Eu tocava — e sabia exatamente onde ela estava.
Na lateral do palco.
Olhando sem pressa.
Não como quem admira.
Mas como quem analisa.
Depois, ela me esperava.
Sempre com um livro diferente.
Bukowski.
Pessoa.
Florbela.
Não me oferecia o corpo primeiro.
Oferecia linguagem.
— Leia isso — dizia, abrindo uma página ao acaso.
Eu lia.
Às vezes entendia. Às vezes não.
Mas entendia ela.
Caminhávamos pela orla como se não houvesse destino.
Falávamos de coisas que não cabem em conversas rápidas:
amor que não se sustenta
verdades que chegam tarde
gente que finge sentir
Ela já tinha amado um poeta.
— Ele escrevia bem — disse —, mas mentia melhor.
— E você sabe a diferença?
Ela me olhou como quem já decidiu.
— Sei quando alguém usa palavras para esconder. E quando usa para sobreviver.
O beijo não veio por impulso.
Veio por acúmulo.
Lento. Contido. Preciso.
Como se ambos soubéssemos que aquilo não era começo —
era intervalo.
Na segunda noite, me levou ao apartamento.
Ladeira do Leme.
Um quarto simples, mas habitado. Livros espalhados. Discos antigos. Um silêncio confortável.
Fizemos amor.
Sem pressa.
Sem espetáculo.
Havia desejo, claro. Mas havia outra coisa — uma tentativa de tradução.
Ela dizia coisas durante o ato.
Frases soltas, quase literárias.
Como se estivesse escrevendo enquanto sentia.
E eu respondia do único jeito que sabia: ficando.
No dia seguinte, escrevi algo no livro dela.
“A Hora da Estrela”.
Não foi um gesto pensado.
Foi necessidade.
“Você carrega o mundo como quem não percebe que ele já é seu.”
Ela leu.
Não reagiu.
Apenas guardou.
Como quem entende mais do que diz.
Na última noite, toquei diferente.
Menos intensidade.
Mais precisão.
Quando comecei “Tocando em Frente”, nossos olhos se encontraram.
E ali ficou claro.
Não havia continuidade possível.
E, pela primeira vez, isso não doeu.
Na despedida, ela não chorou.
Me abraçou com calma.
— Você é como os livros que não terminam bem — disse.
— Eu gosto desses.
Assenti.
Porque também gostava.
---
Voltei para o caminhão em silêncio.
Boca me olhou, sem perguntar.
— Foi diferente?
— Foi mais.
Ele riu, como quem já sabia.
Seguimos estrada.
Mas o que ficou não foi o corpo dela.
Nem a voz.
Foi outra coisa.
A sensação rara de ter sido lido
antes mesmo de tentar me explicar.
"Aquele que reina, é fiel, e a sua justiça é eterna, tudo ali gira em torno de sua verdade e amor, ninguém é maior que Ele, jamais haverá outro"
Que hoje e sempre vocês possam dividir e conquistar com seus amores a felicidade, a prosperidade, a paz que cada casal merece, a vocês homens nao esqueçam que até uma flor dada com carinho significa para uma mulher um tesouro inestimável.
Fabio Alexandre
Estudante.
I. A Origem e o Olhar Infantil
Na luz do eterno desejo primordial,
éramos crianças observando os céus,
reluzindo os sentidos do microcosmo.
A jornada começa na pureza do olhar. O microcosmo da mente humana se alinha à imensidão do universo, enxergando no espaço não um vazio inerte, mas uma simplicidade carregada de significado. É a escuridão que busca, na sua própria solidão, compreender a existência.
II. O Caos, a Lágrima e a Grande Obra
Vórtices dentro do cosmos são expostos nos níveis mais profundos:
achamos sentido no puro caos.
Depois que a órbita elíptica se transformou numa lágrima do universo,
o olho de Deus aprimorou seu brilho.
Numa nuvem que corta os nuances do tempo e espaço,
transcendendo sua própria existência magnânima,
a ópera magnânima se torna resiliência cósmica.
Aqui, o caos não é destruição, mas a matéria-prima do sentido. A figura da órbita que se molda como uma lágrima reflete a dor e a beleza da criação. A resiliência cósmica surge como a grande resposta da matéria e da vida contra a finitude.
III. O Despertar da Primeira Molécula
O degelo do foco num despertar arcaico da ilusão oponente
das falanges momentâneas são fragmentos esquecidos
da primeira molécula criada no universo.
Há um retorno às origens mais remotas. Ao dissolver as ilusões passageiras do cotidiano (as "falanges momentâneas"), a consciência humana reconhece sua ligação direta com a química primordial do cosmos. Somos feitos do mesmo tecido da primeira criação.
IV. O Crepúsculo do Espírito e a Fissura do Tempo
No envelhecer do meu espírito, vejo ventos solares dos sóis binários:
abre-se a subversão do mar do buraco negro,
difundindo numa ponte entre minha decadência,
vendo seus sonhos num buraco de minhoca.
Sendo instável a evolução de sina de outra era,
irrelevante — pois ainda estamos apaixonados
entre as eras do conhecimento.
O político mais perigoso não é o que nega Deus, mas o que aprende a usar Seu nome para conquistar homens que já não discernem entre fé e poder.
- Relacionados
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Frases de impacto que inspiram, motivam e transformam
- Frases de Parabéns
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de Amor Eterno
- Frases para Conquistar
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
