Felicitações Casamento
“Amar é isso: se escolher todos os dias, mesmo que o caminho mude, porque o coração sabe que o destino é sempre o mesmo — estar juntos.”
Eu prometo te amar além do tempo, além dos dias contados, além de qualquer fim que o mundo ouse inventar.
Todos os dias do nosso “pra sempre” terão o teu nome escrito no meu coração, como uma oração que nunca se esquece.
E se existir distância, que ela seja apenas no espaço, porque em mim você permanece inteiro.
Eu já não tenho forças pra viver longe de você… é como tentar respirar sem ar, como silenciar um sentimento que nasceu pra ecoar eternamente.
Fica… porque em você eu encontrei o meu lugar.
E amar você é minha escolha de todos os dias, até o infinito.
Suas almas condenadas por unico pecado amar a escuridão.
Seus demônios são expostos pela sua fé e seus fantasmas expostos na sua face, toquei no abismo e senti seu coração ainda bater.
Suas almas estão condenadas pelo amor.
Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...
Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.
" Amar é o cume. Não como sentimento ingênuo, mas como princípio consciente e deliberado. Amar é querer o bem, inclusive daquele que falhou. "
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.
Viver é amar
Mas amar a quê?
Amar a verdade
Não somente
O conhecimento da verdade
Amar a verdade sobre você
E ter a consciência leve
Compreenda que nem tudo é permitido
A maior verdade da vida
É que a vida é muito breve
Amar ao silêncio
Ouvir a voz do vento entre as folhas
O suave movimento
da aranha que tece a teia
Amar ao emaranhado
da história da sua vida
Enquanto vai sendo tecida
Amar a solidão
Que te faz amar a cada companhia
Amar a luz e a escuridão
Pois cada coisa tem tempo e lugar
Amar ao amor de Deus
Pois só assim se pode ouvir a Deus
Na luz
Na solidão
Na teia que foi tecida
Amar ao tempo que passou
E aprender a não mais lamentar-se
Amar a paz
Aguardar com serenidade
A surpresa que haverá
Ela vem na certeza que há
de um dia, um desenlace
Feliz ou não
Eis aqui toda a importância
de saber amar
A essa vida que não nos pertence
E que há de se apagar como uma vela
Pois um dia
Todo mundo vai ter que prestar as contas
Sobre ela.
Edson Ricardo Paiva.
AMAR ATÉ DOER: A VISÃO ESPÍRITA SOBRE A TRANSFORMAÇÃO DO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Se você nunca sofreu pelo simples fato de amar, não critique quem já não sofre mais por amar.
À primeira vista, essa afirmação pode parecer contraditória. Entretanto, sob a luz da Doutrina Espírita, ela revela um profundo processo de evolução da alma. O sofrimento não constitui a finalidade do amor; é apenas uma etapa transitória do espírito que ainda aprende a vencer o egoísmo, o orgulho e o apego.
Quando o amor é possessivo, ele gera ansiedade, medo da perda, ciúme e decepção. Mas, à medida que o Espírito progride moralmente, compreende que amar não é possuir, dominar ou exigir retribuição. Amar é servir, compreender, perdoar e desejar sinceramente o bem do outro, ainda que isso exija renúncia.
Por essa razão, quem verdadeiramente aprendeu a amar já não sofre como antes. Não porque tenha deixado de sentir, mas porque substituiu o apego pela caridade, a expectativa pela confiança e o interesse pessoal pelo amor desinteressado.
Santa Madre Teresa de Calcutá resumiu essa realidade espiritual ao afirmar:
"Se você amar até doer, não poderá haver mais dor, somente amor."
Esse paradoxo encontra profunda harmonia com o ensinamento de Jesus: "Amai-vos uns aos outros." O Cristo jamais ensinou um amor de martírio permanente, mas um amor capaz de libertar o Espírito das prisões do ego. A dor existe enquanto resistimos à transformação; quando o amor se torna virtude, a dor perde o domínio sobre a alma.
Allan Kardec ensina que a caridade é o caminho mais seguro para o progresso espiritual. O amor verdadeiro é a expressão mais elevada dessa caridade, pois não espera recompensa, não alimenta ressentimentos e não faz do sofrimento uma condição para amar.
Assim, não critique quem já não sofre por amar. Talvez essa pessoa tenha compreendido que o amor, quando iluminado pela consciência e pela lei divina, deixa de ser um peso para tornar-se uma fonte de paz. O Espírito que aprende a amar segundo os ensinos do Cristo continua sensível, mas já não é escravo da dor. Descobre que a felicidade não está em ser amado, mas em aprender a amar cada vez melhor.
O verdadeiro amor não anula o sofrimento da existência, mas transforma a maneira de enfrentá-lo. E, quando a alma alcança esse estado, já não vive para receber amor; vive para irradiá-lo.
Fontes:
Allan Kardec — O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XI ("Amar o próximo como a si mesmo") e cap. XV ("Fora da caridade não há salvação").
Allan Kardec — O Livro dos Espíritos, especialmente as questões 886 a 889 (caridade e amor ao próximo).
Evangelho de João 13:34-35.
Frase atribuída a Santa Madre Teresa de Calcutá:
"Se você amar até doer, não poderá haver mais dor, somente amor."
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" 'Eu sei que vou te amar / Por toda a minha vida, vou te amar...' Foi exatamente o que eu me disse, outra vez, quando me vi, outra vez, em frente ao espelho! Com base nos versos de Vinícius de Moraes, na composição com Tom Jobim."
Frase Minha 0482, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1544
" 'Eu escrevi na fria areia um nome para amar / O mar chegou, tudo apagou / Palavras leva o mar'. Quem cria algo assim, pode descansar de criar por muito tempo (da composição 'Nossos Momentos', de Haroldo Barbosa e Luis Carlos Reis)!"
1636
"Anos depois de ler aquele livro do Mario de Andrade é que descobri que Amar é verbo também Trânsito Direto e Verbo Pronominal. E descobri mais: ninguém, na minha Casa, providenciou uma Fräulein para Mim. E eu gostaria. E eu bem que merecia!
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