Felicidades na Vida
Não deixem que os problemas da vida lhe façam infeliz, aproveita para curtir momentos felizes em cada um dos 365 dias do ano, vivendo assim você conhecerá a felicidade...
Há algum tempo resolvi dar importância as coisas simples da vida
O arroz que sobrava do almoço, jogava para alguns passarinhos no telhado de um pequeno porão no quintal de minha casa. Com o tempo uma orquestra com sons variados dos cantos de passarinhos transformou o meu pequeno quintal em um lugar de alegria para os passarinhos e de felicidade para todos nós, que temos o privilégio de conviver com estes seres especiais da natureza.
A vida é para viver com alegria e prazer
Abra suas asas da esperança e inicie os procedimentos do seu voo...
Nada mais impede a realização daquilo que mais deseja.
Acredite nada é impossível quando a determinação, a coragem e a sua fé está motivando um vento favorável para você decolar e viajar no tempo, com destino ao amanhecer e o renascimento de uma vida de plena felicidade.
Não é o que você possui ou que conquistou na vida que gera a inveja de outrem mas, a sua luz que brilha com a sua felicidade interior estampado em seu sorriso de forma espontânea e natural, que incomoda aqueles que cultivam trevas em seu interior se tornando pobres de espírito.
Tudo o que se pretende na vida é ser feliz...
E nesta busca insana...
Esquecemos o principal...
Os pequenos momentos
Que nos trazem a própria felicidade!
'SOMOS ARTISTAS...'
A vida pendurada na janela.
Avenidas em molduras,
martelos.
Antes a paisagem fosse risonha,
cantada à beira-mar,
neblinas suaves,
amplificadas.
A vida sempre ecoa,
mistérios,
limoeiros,
marteladas...
Pequenos e grandes passos se vão,
agora nevoeiros,
escadarias.
Matéria diluída,
sem paradeiro,
saguão.
Deixar-nos-emos saudades.
Eis o retrato da vida:
passageiro como trem!
Bela arte,
invenção...
'PENSAMENTO SOBRE A VIDA'
A vida é mesmo assim
Com seus melancólicos horrores
Da 'capa' diária das horas
Da soberba enraizada
Das coisas que se demoram
E dos 'eus' que não se apagam
Tão indefeso mas com surpreendente valor, vieste para dá vida. Pairou sobre mim a bênção dos Deuses. Imortalizou o que estava extinto e trouxestes tamanha admiração. Que tua caminhada seja por entre os vales do bem e que o mal não te aflijas. Obrigado por termos o mesmo ano de nascimento.
As mazelas da vida nos fazem mais românticos. Mais poéticos. Vem também com a súbita ideia de que levamos uma vida prosaica.
A graciosidade dos acidentes da vida me fazem crer que o mundo é um poço esbaldante de conhecimento e aventura. E que sem esses, nossa vida não teria o recheio do aprendizado brutal, tão necessário para nosso crescimento diário.
'UM SER ESTRANHO'
Em algum momento da vida, o tempo nos converte naquilo que mais deveríamos temer: um ser estranho. A partir daí, passamos a ver o mundo com outros olhos e o mundo nos ver diferente. A sensação de ver tudo e todos com essa nova perspectiva causa espanto. Medo. Admiração.
Encontrar-se perdido em meio a multidão é consequência do novo. Metamorfose. Mutação. Mutilação. No íntimo, queríamos um outro caminho. Um no qual fosse mais plausível. Mais suportável. Ficar exposto ao sol tem seus agravos e isso, de alguma forma, deixa uma ferida aberta. Custa sarar. Olhar-se diariamente no espelho e não reconhecer-se, sentir a sensação de falta mesmo nas conquistas causa aflição. Terror. Pânico.
A vida é uma moeda. Sempre haverá o lado bom. Admirar o que a maioria não consegue deixa-nos afortunados mesmo estando na miséria profunda. E os sentimentos de conflitos nos fazem um ser melhor. Mais humanos. Generosos. Essa mistura incompreensível de um ser indecifrável trás uma sensação intrigante e avassaladora: como somos parecidos e como somos incomuns!
'Vejo cada absurdos nesse mundo. Nesses meus anos e anos de vida, nunca compreendi os reais propósitos de Deus
'ÍMPETO'
É no ímpeto das tempestades que aprendemos
a valorizar as pequenas coisas da vida.
E no silêncio de escutar,
vem a sabedoria que tanto precisamos.
Sentindo o valor do próximo,
desfragmentamos o amor para nos tornarmos grandes.
E na simplicidade de se doar,
aprendemos sobre 'felicidade' mesmo sabendo das várias montanhas a escalar.
'RETRATOS'
Olhares fixados na Nebulosa que dá vida. Sorrisos obscuros, talvez verdadeiros. Abraços gigantes, protetores, outros singelos. Mãos escorregadias. A meia órbita exige uma corrente que comove uma nova linguagem. A fóton miragem é sempre imitante. Assim como os vasos ornamentais, o melhor alvo tem que ser lapidado, trabalhado com as mãos. Refeito às suas indisposições.
O passado congelado. Vivificado com suas folhas sob o chão de lama. A trilha encontra-se letárgica, atônica. E os pássaros voando sob o céu fatigado? A lagoa onde reavivávamos a vida ainda resiste? Nessa outra, o violão fala diversas possibilidades: harmonias, melodias, melopeias. A 'nova criatura' reflete o nobre, o profano, a vida, a morte.
Capturando estrelas, profundezas. Em cavernas colecionando meteoros. Andando descalços. Desnudo. Confuso. Sorrindo. Algumas dizem adeus, esclerosadas com o acético do tempo. Exteriormente cabulosos, mas na alma, uma infinidade bucólica, sementes, lembranças.
Não queremos perspectivas, esboços, formas livres, abstrações ou tampouco efeitos caóticos. Queremos paraíso, Ícaro. Desvenda-nos a cada olhar turvo. Faz-nos ausente, presente, poeta, singular.
A vida é um pouco 'disso' misturado à 'aquilo'. Mistura invulgar. Cachoeiras. Ribanceiras. A vida torna-se retratos. Cria novos quadros. A vida só faz sentido quando a soma dos vários sorrisos, tornam-se maiores e verdadeiros.
Escrevera uma vida falando de um poema. E no final, percebera que o poema eram apenas rabiscos. Não valera tanto a pena!'
'JANELA II' - [Fragmentos...]
Bebe-se uma tequila,
a fome é lembrar dela:
pobre vida!
Na madrugada ornamentando sequelas.
Recriando canções,
há de se sonhar com elas,
bravejando capelas,
sons oblíquos,
imensidão que não se vê.
A janela só tem sentido fechada...
