Felicidades
A disposição entre a felicidade e a dor me torna, ora mais forte, ora mais frágil.
A grandeza de sorrir, ou simplesmente chorar para aliviar.
A magnitude da vida, ou a mera permanência na inércia.
K.B
Se sua felicidade estiver no material, ela será apenas um vento que passa. Mas, se estiver além da matéria, ela será eterna.
A felicidade jurídica talvez seja viver em uma sociedade na qual ninguém precise lutar diariamente pelo reconhecimento de sua dignidade.
“A vida não nos deve felicidade; no máximo, concede-nos algumas noites decentes antes de cobrar, em silêncio, o preço de termos estado vivos.”
A felicidade não nasce de possuir respostas definitivas, mas de construir uma vida que consiga coexistir com perguntas sem solução.
A felicidade talvez seja uma porta que só se abre quando deixamos de arrombá-la; há destinos que recuam justamente diante daqueles que tentam possuí-los à força.
A felicidade frequentemente escapa àquele que tenta capturá-la diretamente; algumas coisas só permanecem conosco quando deixamos de tratá-las como propriedade.
A felicidade talvez não consista em possuir tudo o que se deseja, mas em reduzir o poder que o desejo exerce sobre aquilo que somos.
Algumas pessoas desejam tanto a nossa felicidade que ficam profundamente incomodadas quando descobrem que nossa tristeza também pode ser legítima.
Algumas pessoas levam felicidade para qualquer lugar. Outras conseguem melhorar o ambiente simplesmente quando vão embora.
A juventude frequentemente projeta a felicidade no futuro; a maturidade começa quando a consciência percebe que viver também significa aprender a administrar aquilo que não pode controlar.
A felicidade não é um instante de prazer, mas o resultado de uma vida orientada pela virtude, pela razão e pela realização de suas próprias potencialidades.
A felicidade não é simplesmente aquilo que sentimos, mas aquilo que construímos quando uma vida inteira se orienta pela virtude.
