Felicidade Casamento

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⁠Minha Filha, Minha Flor

Foi durante o inverno
Que nasceu minha flor de primavera
Mais uma alma que brotou na terra
Flor linda da minha vida

Pai de uma menina
Felicidade total
Amor paternal
Essa flor é minha filha

Desde o primeiro dia
Que a vi pela primeira vez
Senti que algo mudaria
E tudo seria mais doce, mais feliz

És meu sol em dias frios
Minha luz em momentos sombrios
És a razão do meu viver
E meu coração nunca vai te esquecer

Minha filha, minha flor
Que encanta a todos com teu amor
És minha vida, minha paixão
E nunca vou te abandonar, não

Que tu cresças forte e saudável
Com alegria em teu coração
E que nada te impeça de ser feliz
E realize todos teus sonhos de menina

Minha filha, minha flor
Que enche minha vida de amor
Eu te amo mais do que tudo
E para sempre serei teu pai protetor.

Inserida por francisco_dantas

⁠ A Liberdade do Amor

No fluir do tempo, no encontro de almas,
Desvendamos o segredo das jornadas calmas.
Se pudermos ser autênticos, sem disfarçar,
A essência do amor poderá florescer, desabrochar.

Quando somos nós mesmos, sem falsidade,
O relacionamento encontra sua verdade.
É no sincero ser, sem medo ou artifício,
Que o amor se fortalece, ganha benefício.

A aceitação mútua é o alicerce seguro,
Construído com afeto, carinho e futuro.
Ser quem somos, com a pessoa amada,
É a chave para uma relação saudável, abençoada.

Nas asas da confiança, voamos juntos,
Desbravando o amor, sem nenhum confronto.
Na essência de ser, encontramos a paz,
E a felicidade transborda, não se desfaz.

Portanto, em cada passo dessa jornada,
Sejamos nós mesmos, em cada alvorada.
Amar e ser amado na totalidade,
É viver um relacionamento de plenitude e liberdade.

Inserida por francisco_dantas

⁠Pedras da Labuta

No palco da vida, os contrastes se entrelaçam,
Onde uns têm praias e outros, a labuta sem parar.
Choro e fome afligem os humildes,
Enquanto fama joga prata ao vento no ar.

Tempo impiedoso no ambiente ruge,
Escurecendo lembranças na memória,
O calor arde, o dragão voraz.

Partimos repentinamente,
Sem delongas, seguimos em frente,
O passado não mais nos satisfaz.

Ser feliz é sonho a alcançar,
Sorrir e cantar é a essência a buscar,
Mil invenções borbulham em nossa mente,
Mas é quando a poesia se arrebenta,
Que as pedras, enfim, revelam seu canto apaixonado.

Neste mundo diverso, desigual,
Paisagem que oscila entre luz e sombra,
A música dos destinos ecoa, sem igual.

Quem é próspero vive à beira-mar,
Mas quem labuta sem ter lar.
Quem não chora, passa fome a penar,
Mas quem tem fama, joga prata no ar.

O tempo, implacável, impõe suas marcas,
Nos desafios, construímos nossa história,
Caminhamos sem parar, em busca do lugar
Onde a felicidade vem nos abraçar.

Com sorrisos e canções a acompanhar,
Criamos o verso, a prosa, a melodia no ar,
E quando a poesia ressoa e se liberta,
São as pedras que cantam, enfim, com alma inquieta.

Inserida por francisco_dantas

" Aquele que afirma “não vou mudar” não revela firmeza, mas medo; não expressa identidade, mas apego; não manifesta convicção, mas resistência ao próprio crescimento. Psicologicamente, trata-se de um mecanismo defensivo; filosoficamente, de uma negação do devir; espiritualmente, de um atraso voluntário no caminho da evolução.
Mudar não é trair a própria essência, mas permitir que ela se manifeste em níveis mais elevados de consciência. A verdadeira fidelidade a si mesmo não está na rigidez, mas na coragem de transformar-se. Somente aquele que ousa abandonar as antigas máscaras pode, enfim, aproximar-se daquilo que verdadeiramente é. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

" O ser não é algo concluído, e sim um acontecimento em curso. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O que nos encara no abismo não deseja resposta, mas lucidez.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Último Encanto e o Cântico do Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O último encanto de alguém não se extingue no instante da desilusão. Ele se recolhe. Regressa ao âmago do ser como uma chama que já não ilumina o exterior, mas passa a aquecer o interior da consciência. É nesse ponto silencioso que o encanto deixa de ser promessa e torna-se revelação. A desilusão não rompe o espírito. Antes o depura. Retira dele o excesso de expectativa e o conduz à nudez essencial do sentir.
É nesse território que surge a alma. Não como figura ornamental do sonho, mas como presença litúrgica do abismo. Ela não habita a luz que distrai, nem a cor que seduz. Habita o cinza primordial onde o ser aprende a sustentar o próprio peso. Seu domínio é o porão, não como cárcere, mas como útero do sentido. Ali, onde a consciência desce sem testemunhas, o espírito encontra sua matéria mais pura.
A alma não dança para ser vista. Ela se move para escutar o eco daquilo que foi esquecido. Cada gesto seu é um rito silencioso em que o eu se dissolve e dá lugar ao essencial. Não há ornamentos em seu percurso, pois toda ornamentação seria excesso diante da verdade que carrega. Sua dança não pede aplauso. Constrange ao recolhimento. Ela ensina que somente quem suporta a própria sombra pode tocar a inteireza do ser.
O porão que ela habita não é negação da luz, mas sua gestação. Ali a consciência aprende que o brilho superficial cansa, enquanto a penumbra forma. A alma revela que a maturidade espiritual não se alcança ascendendo, mas descendo. Despojando-se. Permanecendo. É nesse silêncio espesso que o encanto se refaz sem ilusões e o amor abandona a promessa para tornar-se presença.
Por isso, quando o encanto se desfaz, não é o fim. É a passagem. A alma deixa de buscar cores e aprende a ouvir a música anterior à forma. É essa música! . É esse o estro grave que sustenta o edifício invisível do ser. No seu porão, a alma encontra aquilo que a eleva sem ruído, sem brilho e sem máscaras. E ali compreende que a verdadeira luz não cintila. Ela permanece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A DISCIPLINA DO ESPÍRITO ANTES DO IMPULSO.

“Pensar antes de agir é o primeiro ato da razão soberana. Reagir antes de pensar é a abdicação silenciosa da consciência.”
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
O pensamento é o intervalo sagrado entre o estímulo e a decisão. Nele repousa a dignidade humana, tal como sempre foi compreendida pelas tradições clássicas da ética e da filosofia moral. Agir sem refletir é entregar o governo da alma ao acaso das paixões, enquanto pensar antes de agir é restaurar a hierarquia natural, onde a razão conduz e o instinto obedece.
A reação imediata nasce do automatismo psicológico dependente do desequilíbrio e da desordem. Já o pensamento pausado é fruto de educação interior, de memória histórica e de autocontrole, virtudes que o passado sempre soube preservar e que o presente insiste em esquecer, por razões pessoais bem egoístas. Quem pensa governa. Quem apenas reage é governado.
Que cada gesto seja precedido pelo silêncio do juízo, pois é nesse breve recolhimento que o ser humano reafirma sua grandeza moral e reconquista o domínio de si mesmo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O DEGRAU QUE NÃO CONDUZ.
CAPÍTULO XIX.
DO LIVRO: NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO.
- Dissertações Psicológicas.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O porão não se revela de súbito. Ele consente. Há dias em que apenas respira por entre frestas invisíveis, exalando uma umidade antiga que não é da terra, mas da memória. Descer é sempre um gesto tardio, porque aquilo que aguarda já estava ali antes do primeiro passo. Nada no porão começa. Tudo continua.
Assim aprendi que o degrau mais perigoso não é o primeiro, mas aquele em que julgamos já conhecer a profundidade. É nesse instante que o chão parece firme, quando na verdade apenas se acostumou ao peso da dúvida. O corpo avança, mas a consciência hesita, pois sabe que cada descida remove uma camada de esquecimento cuidadosamente construída para tornar a vida possível.
Ali há objetos que não pedem nome. Permanecem imóveis não por estarem mortos, mas por saberem demais. Uma cadeira vazia conserva a forma de quem nunca mais voltou. Um espelho opaco não reflete o rosto, apenas devolve a sensação de ter sido visto por algo anterior a nós. No porão, a matéria é cúmplice do silêncio e o silêncio é uma professora severa .
Não há consolo ali. E talvez por isso haja verdade. A dor não se exibe, não suplica, não dramatiza. Ela apenas permanece, como um animal antigo que aprendeu a conviver com a própria ferida. Descobri que sofrer não é o pior destino. O pior é fingir que não se sofre, porque isso exige um esforço diário de mentira que corrói mais do que qualquer ferida aberta.
Então o amor também desce ao porão, mas não como promessa. Ele chega como recordação imperfeita, manchada, por vezes irreconhecível. Ama-se aquilo que não pôde permanecer. Ama-se aquilo que não soube ficar. E nesse amor tardio reside uma ética silenciosa, a de aceitar que nem tudo o que foi verdadeiro conseguiu durar, por isso é ética e não verdade.
Quando retorno à superfície, levo menos do que trouxe. Essa é a única regra que o porão ensina sem palavras. Ele não oferece respostas, apenas retira ilusões. E ao subir, compreendo que viver não é escapar da escuridão, mas aprender a caminhar com ela sem pedir permissão à luz.
Porque quem ousa descer com honestidade jamais sobe vazio, sobe mais lúcido, mais inteiro, e suficientemente forte para sustentar o peso da própria verdade diante do mundo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O PESO DE SUMIR.

Sumir não é desaparecer do mundo. É retirar-se do excesso. É calar onde o ruído se tornou moralmente insuportável. É um desejo que não nasce da covardia, mas do cansaço antigo de existir sem abrigo. Há quem deseje sumir não para morrer, mas para finalmente respirar fora da vigilância alheia.
Na vida a dois, o desejo de sumir assume outra densidade. Não se trata apenas de fugir de si, mas de ausentar-se do olhar que cobra constância, presença contínua, resposta imediata. Amar também cansa quando o amor é vivido como obrigação de permanência absoluta. O convívio diário pode transformar-se em tribunal silencioso onde cada gesto é julgado e cada silêncio interpretado como culpa.
Sumir, então, passa a ser um pensamento recorrente. Não como traição, mas como defesa. Um recolhimento íntimo onde a alma tenta reorganizar-se longe das expectativas. Há amores que não percebem quando o outro precisa recolher-se para não quebrar-se. E há silêncios que não são abandono, mas súplica por compreensão.
O peso de sumir é carregar a ambiguidade de querer ficar e, ao mesmo tempo, desejar não ser visto. É amar e sentir-se exausto. É desejar o colo e, simultaneamente, a solidão. Na vida a dois, esse peso se agrava porque o sumiço nunca é neutro. Ele sempre fere alguém, mesmo quando é necessário.
Entretanto, ignorar esse desejo é mais perigoso. Quem nunca pode sumir um pouco acaba desaparecendo por dentro. O afastamento consciente pode ser mais honesto que a presença vazia. Às vezes, amar exige a coragem de permitir que o outro se recolha, sem transformá-lo em réu, sem exigir explicações que nem ele mesmo possui.
Desejar sumir não é negar o amor. É tentar salvá-lo do desgaste. É compreender que a vida a dois só permanece digna quando respeita os intervalos da alma. Permanecer não é estar sempre. Permanecer é voltar inteiro.
E somente quem aceita o peso de sumir com lucidez descobre que o verdadeiro compromisso não é com a presença constante, mas com a verdade silenciosa que sustenta o vínculo mesmo quando o mundo exige máscaras.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Você tem o poder de se tornar a principal referência para o seu filho, se quer que ele seja feliz? Mostre a felicidade para ele.

Inserida por maurosatros

A gratidão no contentamento, deve ser a mesma no sofrimento;
A fé da vitória, deve ser a mesma na derrota;
A força da realização, deve ser a mesma na insatisfação;
O amor da felicidade, deve ser o mesmo na dificuldade;

Inserida por Tisantana

⁠Eu escolhi trilhar meu próprio caminho, guiado por escolhas conscientes e não por acasos. Prefiro ser impulsionado pela motivação interna, não controlado por mãos alheias. Quero ser útil pelo que sou, não usado pelos interesses de outros. Escolho destacar-me pelas minhas ações, não pela necessidade de competir. Cultivo amor-próprio em vez de me prender à autopiedade. Ouço minha voz interior, não os ecos das opiniões externas. Decido ser fiel à minha essência, não às expectativas alheias. Enfrento batalhas com coragem, sabendo que cada derrota é aprendizado. E a felicidade? Não é um destino, mas o jeito que escolhi viver.

Inserida por MarceloViana

⁠É simples ser feliz. E o Rio nos lembra disso como nenhum outro lugar no mundo.

Inserida por pensador

⁠Precisamos entender que nós nascemos para manter comunhão com o nosso Deus. Se deixarmos essa comunhão em segundo plano, nunca nos sentiremos verdadeiramente felizes.

Inserida por AngelaCaldas

⁠Ser feliz é desejar aquilo que já se tem!

Inserida por bobkowalski


Dizem que é mais fácil alguém chorar com a tristeza do outro, que vibrar de alegria com a felicidade e conquista de alguém. Isso porque poucas pessoas realmente ficam felizes com o sucesso e conquista dos outras. Feioisso, não é?
Mas é verdade.

Inserida por barbaramelosiqueira

Desacelerei de verdade agora. Estou sem pressa nenhuma. Meus 47 anos, estão exigindo que eu viva intensamente cada instante, cada momento. Não posso perder de vista meu amanhã, e nem poderia deixar de viver e sentir o agora, que é urgente, mas o vivo sem pressa. Deixando que meu corpo e minha mente, sintam a paz do respirar, do sentir o ar nos pulmões, do calor de um abraço, do beijo ardente ou maternal, do sorriso na face do outro, e do riso que amo sentir brotar de mim. E assim, dentro da minha serenidade necessária, a paixão pela vida é fogo ardente em mim, vivendo o hoje, na certeza de um amanhã sempre feliz.

Inserida por barbaramelosiqueira

⁠Ata do Quórum
Por:Secretário Emanuel bruno Andrade
Lisboa Portugal 2024


Quórum de Élderes

Aos 23 dias do mês de junho de 2024, às 10:40 reuniu na capela do Templo na sala cultural da Ala Tejo, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Moscavide, Lisboa, Portugal. Para realização de debate de reunião referente ao discurso do orador: Dieter F. Uchdorf "Uma alegria mais alta." Da Conferência de Abril de 2024 da Igreja de Jesus Cristo.

Como anuncios: relembrar as novas duplas de ministradores e que há irmãos com esposas, Quem não recebeu mensagem falar com o Secretário Emanuel Andrade.

Oração de abertura Odair Sanches.


A reunião do Quórum de Elderes, foi presidida pelo presidente de Estaca Ricardo Moura.


Esteve também presente no Quórum de Élderes o, segundo conselheiro da Presidência de Estaca, presidente Dimitrov.

Foi dirigida pelo: Segundo conselheiro da presidência do Quórum de Elderes, presidende Hélder Santos.



Antecipadamente foram convidados os membros e amigos para frequência da reunião na Capela da Ala Tejo.

Estiveram presentes 16 membros e 9 visitantes, o que perfaz 25 frequências, nesta reunião dominical.



Passo a resumir o debate segundo minhas anotações e sentimentos, inspirados no moderador Exenord Lordius que facilitou com a leitura do discurso, pensamentos ilações e questões no decorrer da aula debate, onde houve uma activa participação dos membros do Quórum.

-Podemos acreditar que todos podem ser felizes?

-No entanto há pessoas infelizes.

De onde vem essa felicidade?Onde podemos encontrar felicidade?

Onde está o nosso coração está decerto o nosso tesouro.

Ao cumprir convénios, ao servirmos, ao darmos o nosso testemunho a felicidade duradoura passa pela importância de momentos felizes, essa felicidade está em cumprir ensinamentos que Deus nos dá por intermedio das escrituras, das revelações do profeta, apostolos e pode-se ter revelações pessoais para nossa vida geral segundo a nossa dignidade e intigridade para ser perceptivo as verdades eternas segundo orientação do Espirito Santo.
Havendo uma alegria que se encontra no amor, no servir.e dar.


Nas coisas do mundo há uma alegria passageira, momentanea.
Há uma musica que diz:"Eu deixaria a eternidade, por uma noite".
O plano de Satanás faz que nós acreditemos que devemos ter felicidades efémeras.
Devemos ter muito cuidado com os vários tipos de felicidade.

A vida tem maior felicidade maior com evangelho.

Aquilo que entesourar no coração é o que vai fazer pervalecer na vida.
Ao colocar Jesus Cristo em na vida como mediador e redentor, pode encontrar transformações numa beleza mais refinada e pura de felicidade, pelo serviço de obras feitas em benefício do proximo.

Nós temos o nosso caminho, nós devemos ter que atingir os objectivos.

Avançando nos objectivos esperar que Deus mude o nosso tranjecto, mesmo demonstrando que somos crentes e estando no caminho, vai haver sempre desafios.

Os nossos convénios é que nos ajudam a aumentar nossa fé e por sua vez vai trazer felecidade.

Somente Deus tem o poder se pensarmos que podemos estabelecer em algum outros Deuseses outros seres, que não seja Jesus Cristo, porque ele é o caminho a verdade e a vida e a felicidade duradoura.

Só o aceitando podemos ser felizes, humildes, vivendo com o quanto basta, ver um por sol, estar seguro, ter paz e tranquilo, ter um teto e o que comer, ter meio de sustentabilidade.

Todas pessoas conseguem ter estados de felicidade.

O evangelho traz felicidade duradoura.

O envagelho ensina-nos o caminho na vida e transforma-nos.

No principio os nossos desejos eram outros.

A medida que adquerimos conhecimento do envagelho expadimos para outro patamar temporal, e espiritual.
É algo gradual vamos-nos tornando semelhantes a Jesus Cristo a medida que conhecemos a Doutrina.

Porque as vezes somos todos errantes, por vezes temos que saber onde pisamos, onde caminhamos, porque vai refletir nas nossas vivências.
A alegria depende de nós da maneira que agimos.

O senhor pode curar sempre
que eu fizer o que estiver a meu alcance.

Nos temos a felicidade mais alta em Jesus Cristo por ter fé e ter o evangelho, posso superar melhor os momentos baixos.


Findou a reunião com a oração de encerramento de do irmão Mário Rodrigues

Secretário do Quórum
Emanuel Bruno Andrade

Inserida por EmanuelBrunoAndrade