Felicidade Casamento
"Um casamento feliz é conduzido por Deus: há paz no lar, e os momentos irritantes tornam-se raríssimos."
— Anderson Silva
Eu não acredito em fases do amor, em tipos de amor.
A vida tem fases, a lua tem fases, o casamento tem fases, o amor, não tem.
Ele só tem começo, não existe meio e fim.
Quanto termina, é porque não era amor, era paixão.
Paixão é assim, quanto você pensa que está começando, ela já chegou ao fim.
Amor é eterno, é sólido...
Não existe outros tipos de amor.
Amor não tem ponto e nem vírgulas.
O amor é assim...
Simplesmente amor.
“Tem mulheres que preferem ficar presas a um contrato de casamento, desde que isto lhe traga vantagens materiais e conforto financeiro. É uma forma diferente de vender seu corpo e seus carinhos.”
Um casamento feliz e saudável contém ingredientes do amor, da aceitação das diferenças, de bases espirituais iguais, dos mesmos objetivos, dos acertos sob o perdão e da mútua fidelidade.
Como um girassol em busca da fonte solar assim é o casamento que firma sua existência, olhando para Deus.
A sucessão de desafios dentro do casamento é uma partida para duas pessoas conhecerem as estratégias de cada um, porém buscando juntos a mesma vitória.
Casamento irresistível é aquele em que os cônjuges, unidos com Deus, superam as crises e adversidades com fé, otimismo e atitude santa.
As dificuldades, os desentendimentos e as diferenças conjugais podem surgir no casamento; mas, são superadas com paciência, oração e sabedoria na prática do bem.
"Se você quiser evitar muitos problemas no seu casamento, nunca more no mesmo quintal de outra pessoa. "
-Anderson Silva
Casamento
Vamos nos casar: te quero atraente.
Um vestido que te faça corpo-ouro reluzente,
branco, branco como neve.
Sapatos cristalinos, marchantes e precisos no corredor principal
Como o ritmo dos clarins te recebendo – em festa.
Num casamento não basta o amor
É necessário o visual:
Te querer mais que a mim - é o que importa.
Te olhar e desejar-te toda torta
Depois da festa
Numa festa
Só nossa.
Casamento?
Pensei em ti, como antídoto de solidão.
Me convida para dançar,
Eu pego tua mão e já não somos um – mas vários sonhos reunidos.
E flutuamos duma nota a outra de melodia, e nossos pés já não tocam mais o chão.
Sinto o perfume das madressilvas,
das rosas desabrochando vida –
pingando cores no borrado que vejo passar por mim quando rodopio em seus braços.
Meu buquê?
No meu abraço
Enlaço-te de uma ponta a outra.
Mordisca minha boca nesta cama tão imensa!
A festa já acabou,
A minha trança se desfez e o que anseio é uma noite carregada de suor e suspiro – sou sua de vez.
Sim, casamento.
O que nutre de verdade?
Amor, num casamento,
não é o prato cheio
quando a mesa está vazia de olhar.
Não é o teto firme
se o silêncio cai pesado
sobre os corpos que dormem longe
mesmo deitados juntos.
Amor é o gesto pequeno
que não pede aplausos:
a mão que procura a outra
no meio da noite,
como quem diz
“estou aqui, você não caiu sozinho”.
É presença que não disputa,
é escuta sem pressa,
é riso que nasce do nada
e faz o dia caber melhor no peito.
Amor nutre
quando toca sem ferir,
quando acolhe sem invadir,
quando cuida sem controlar.
É alimento invisível:
olhar que aquece,
voz que acalma,
corpo que oferece abrigo
sem exigir senha, desempenho ou prova.
Num casamento,
amor não pesa,
ele alivia.
Não cobra ,
ele compartilha.
Não substitui a fome do corpo,
mas alimenta a alma
para que o corpo também queira viver.
Porque pão sustenta a carne,
mas é o afeto que sustenta a vida.
E onde há amor assim,
a casa respira,
o coração descansa,
e viver junto
deixa de ser sobrevivência
para virar caminho.
