Fecha uma Porta
Cuidado para quem você fecha a porta hoje.
Amanhã essa mesma pessoa pode ter a chave da porta que você vai querer atravessar.
Nunca esqueça: a roda da vida gira.
Na velocidade do dia, temos a consequência de tudo.
se uma porta se fecha,
É sábio que o vento corra por entre as frestas
e no curso do dia uma boa nova nos traga.
Depois de algumas escolhas
Nada é tão certo quanto a folha que resseca e cai
todos os dias.
Filho, quando procurar um amor, procure aquele que fecha a porta das opções, apaga às luzes do passado e abra as janelas das novas oportunidades.
Quem fecha a porta para um convite de negócio muitas vezes está fechando a porta para a própria liberdade financeira.
"Observe que sempre que se fecha uma porta em sua vida, outra se abre. A maioria se abate com tanta tristeza com a porta fechada que deixa de perceber a que se abriu."
A única porta que se fecha e nunca mais se abre é a do caixão.
Enquanto há vida, ainda há tempo para recomeçar.
Viva intensamente. Seja feliz.
Tem coisa que parece desvio, mas é direção. Porta que fecha, pessoa que vai embora, sonho que desaba. E você pensa que perdeu o rumo, mas Deus só tirou o que te atrapalhava de chegar onde Ele queria. O destino não é uma linha reta. É cheio de voltas, curvas, pausas e silêncios. Mas nenhuma dor é em vão. Nenhuma lágrima é desperdiçada. Se doeu, ensinou. Se ficou, fortaleceu. Se partiu, libertou. E mesmo sem entender agora, uma hora tudo se encaixa. Porque o que é plano de Deus resiste ao tempo, atravessa os desvios e te encontra no tempo certo.
Tem coisa que parece desvio, mas é direção. Porta que fecha, pessoa que vai embora, sonho que desaba. E você pensa que perdeu o rumo, mas Deus só tirou o que te atrapalhava de chegar onde Ele queria.
Ela chega devagar, como um sopro novo,
fecha a porta do descanso, abre o caminho.
Não é só o início de uma nova jornada,
mas uma página em branco para escrever carinho.
Traz um pouco de cansaço, sim, é verdade,
mas também força que renasce sem parar:
é o empurrão suave da realidade,
convite para recomeçar e brilhar.
Com café quente, passos firmes e esperança,
ela nos ensina a ter pé no chão:
segunda‑feira é a porta da mudança,
o primeiro passo para a realização.
Vamos dançar!
E quando a porta fecha, as palavras andam em curvas no desfiladeiro da possessão,
Admito sofrer de um leve desvio entre a verdade e a negação,
Outro dia vi uma árvore a beira de um rio observando a força de sua correnteza com atenção por horas, ali ela percebeu que tudo tem seu tempo para acontecer tanto na revolta quanto na calmaria,
Cada experiência tende a nos despertar para um chamado diferente e cheio de emoções,
O que nos permite ressignificar a nossa história é saber acessar o nosso passado buscando luz e inspiração para se apaixonar pelo novo com sabedoria e reciprocidade,
Então, vamos dançar no labirinto sem repetir os mesmos passos e que o encantamento de cada momento nos faça abrir as portas certas da nossa curiosidade.
Minha epifania não veio como luz.
Veio como uma porta que se abriu apenas para revelar outra fechada atrás dela.
Por alguns instantes, acreditei que a vida finalmente havia decidido me surpreender com gentileza. A notícia chegou como quem devolve o ar aos pulmões de alguém que estava se afogando. Sorri. Acreditei. Permiti-me imaginar possibilidades que eu havia enterrado há muito tempo.
Mas algumas esperanças são frágeis demais para sobreviver à verdade.
Então veio a segunda notícia.
E com ela, a compreensão cruel de que aquilo que parecia uma bênção era apenas um erro. Um equívoco. Uma felicidade enviada ao destinatário errado.
Minha epifania foi perceber que, às vezes, a pior notícia não é aquela que chega trazendo dor. É aquela que primeiro chega trazendo esperança.
Porque a dor machuca.
Mas a esperança, quando é arrancada das mãos, leva junto pedaços de nós que nem sabíamos que ainda estavam vivos.
- Tiago Scheimann
Algumas despedidas não terminam quando a porta se fecha; continuam acontecendo dentro de nós por anos, em silêncio, como um inverno que se recusa a partir.
Eu digo que tô bem
como quem fecha a porta devagar.
Por dentro,
tudo faz barulho.
Não é dor,
é cansaço de existir acesa.
Queria um lugar sem nome,
onde eu pudesse cair
sem ninguém me pedir força.
Se eu ficar em silêncio,
talvez eu me encontre.
Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"
Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc
Vigiai... é a Lei
QUANDO A AFLIÇÃO FECHA ATÉ A PORTA LARGA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A afirmação é profunda. Até mesmo a porta larga, que simboliza as facilidades morais e as ilusões do imediatismo, torna-se inviável diante da aflição verdadeira.
O sofrimento possui uma pedagogia severa. Ele desestrutura as falsas seguranças, dissolve as máscaras sociais e expõe a nudez espiritual do ser. Aquilo que parecia amplo e confortável revela-se estreito e insuficiente quando a dor visita o espírito.
No ensino do Cristo, conforme registrado no Evangelho segundo Mateus 7 13 e 14, a porta larga conduz à perdição. Contudo, quando a aflição se instala, até mesmo esse caminho de ilusões perde sua aparência de viabilidade. O prazer não consola a culpa. A superficialidade não sustenta a consciência inquieta. O orgulho não cura a angústia.
Sob a ótica espírita, segundo a interpretação moral consolidada em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 5, Bem aventurados os aflitos, a dor é instrumento de progresso. Não é punição arbitrária, mas mecanismo de reajuste e esclarecimento. A aflição obriga o espírito a confrontar-se com a própria realidade. Nesse confronto, a porta larga deixa de ser opção plausível, porque o sofrimento exige verdade.
A crise existencial é o grande desmascarador. Ela revela que não há fuga psicológica capaz de suprimir as leis morais que regem a vida. O indivíduo pode tentar evadir se pela distração, pelo poder ou pela negação. Entretanto, quando a aflição é autêntica, essas vias mostram se impotentes.
Nesse sentido, a dor, paradoxalmente, estreita o campo das ilusões e conduz o ser à necessidade da porta estreita. Não por imposição externa, mas por exaustão das alternativas inferiores. O espírito, cansado de enganos, começa a buscar consistência.
A porta larga é possível apenas enquanto a consciência permanece adormecida. A aflição desperta. E, ao despertar, o ser percebe que não pode mais regressar à antiga superficialidade.
A dor fecha caminhos ilusórios para abrir horizontes de maturidade.
E é nesse momento decisivo que o espírito compreende que a única passagem verdadeiramente viável é aquela que conduz à retidão, à responsabilidade e à fidelidade ao Cristo.
Pois tem olhar que sufoca, palavra que corta
Gente que te usa e depois fecha a porta
Tem gente que controla e usa a culpa
Que usa o passado e depois te julga
