Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
3603 🫣 Não fora ou não fosse a Irmã, tudo indica Eu não teria a menor ideia de quem é nem estaria falando do Meu Cunhado FANFO (ou FANFARRÃO). É isso!
3605 🪵 Fui ali, mas já voltei. Ou melhor: voltamos: eu e Minha Única Conta aqui, pois não tenho Duas ou Mais Contas (para tirar vantagem). Eu, não! Eu sou assim... souassim.top! Eu sou. Eu!
3631 🫡 Não sei se todos aí sabem mas... Eu sei o quanto é difícil, desagradável e até nauseante ter Cunhado tipo Meu Cunhado FANFO. E Eu não minto... Eu mesmo, não!
3648 🗳️ Em quem vou votar não é o mais importante para ninguém. Importante é que eu só reconheço e só cumprimento quem vencer no VOTO, nunca no GOLPE. Isso é o importante, o Relevante.
3684 🥱 Não é verdade que Eu POUCO me importo. Na verdade Eu NADA me importo. Essa é a verdade e verdade só há uma!
3710 😁 Não acreditam que seu Candidato vai perder, que pena🪶. Pelo menos acreditam que Eu tenho apenas Uma Conta aqui? E não Duas ou Mais (para tirar vantagem)? Acreditam? Poizés!
3745 😄 Apenas Uma Conta aqui e não Duas ou Mais (para tirar proveito)? Eu! Eu tenho apenas Uma Conta aqui. Não acredita? Averigue, Investigue, Pesquise.
3748 ☺️🦜 Como versou Gonçalves, repito: "Não permita Deus que eu morra" sem antes descobrir, sem antes confirmar o que já acho🦜ou sem antes alguém me convencer por que, exatamente, há brasileiros que se referem a criança como kid. Precisam me convencer... Só falar não vai funcionar!
3775 ⛲ Se eu não citar a fonte do que publicamente afirmo, sem dúvida é porque esqueci ou porque "A Fonte sou Eu ou C'est Moi" , parecido com a declaração dita ou não dita por aquele Rei de França, quando se referiu ao Estado.
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Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/L'%C3%89tat,_c'est_moi
3776 😁 Por que Eu tenho apenas Uma Conta aqui e não Duas ou Mais para passar a vergonha de tirar vantagem ilegítima? Ora, por que a pergunta se a resposta está clara e já está ai? Por que, então, a pergunta? HeuHein!
3788 🪵 E quer que Eu acredite em você🫵? Como será possível se não acredito em Conversa Fiada nem em Desfaçatez? Como será possível? Então, sô, xô daqui e de acolá, Hum!
3789 😁 Quando Meu Cunhado Blasfema mais do que o habitual, eu digo a ele: "E não peça mais para passar dias na Minha Casa de Praia". Nem tenho (mais) Casa de Praia, só que ele não sabe e a sensação, para Mim, é ótima, HeHeHe ou HaHaHa!
3790 😁 Não é verdade que Eu Debocho de Todos ou de Qualquer Um. Não é verdade e, portanto, é Mentira. Eu só Debocho (e não nego) dos Merecedores, dos Necessitados e dos Pedintes, ou seja: de Quem Merece, de Quem Precisa e de Quem Pede. Só, somente só!
Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.
Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.
Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.
Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.
Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.
E está tudo bem.
Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.
Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…
Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.
Nem toda ausência precisa virar ruído.
E nem todo silêncio é pedido de aplauso.
Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.
Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.
Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.
Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.
Que se contente com ela.
E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.
Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.
O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.
É o berço do descanso da alma…
O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.
É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.
E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.
Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.
Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.
É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.
Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.
Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.
Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.
Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…
Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.
Significa calcular riscos.
Medir palavras.
Avisar amigas.
Compartilhar localização em tempo real.
Trocar fechaduras.
Pedir medida protetiva — ou que finge ser.
Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.
E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.
Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.
Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.
A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.
Ensina posse disfarçada de amor.
Controle disfarçado de cuidado.
Ciúme tratado como intensidade emocional.
E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.
Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.
Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.
Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.
Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.
Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.
Toda ação ou reação tem uma história…
Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.
Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.
Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?
Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.
E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.
Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.
Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.
Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.
Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.
Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.
A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.
Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.
Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.
Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.
Acolher antes de interpretar.
Escutar antes de explicar.
E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.
Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.
As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.
