Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?
Sonho com uma conexão tão pura
que eu não precise pensar no que digo.
Queria que o outro, ao me ver,
ou sentir, ou apenas por existir no mundo,
soubesse exatamente o que eu sinto.
E eu tenho medo. Medo de não existir um amanhã em que eu possa me refazer.
Medo de me tornar pior do que sou hoje.
Medo de que até esse amanhã, que eu tanto acredito que virá, simplesmente não venha. Um amanhã que nunca vem.
E eu me prendo à possibilidade e, talvez, esqueça de viver o hoje.
Preciso RE-NAS-CER!!!!
Até parado estou sendo. Difícil é deixar de ser, e se eu quiser parar, como paro? Não paro. O coração segue batendo mesmo que eu não queira. Até quando durmo, a mente sonha, o corpo faz questão de lembrar que eu estou aqui, mesmo que sem missão.
Eu acredito que a Inteligência Artificial não substitui o artista — ela expande suas possibilidades.
A criatividade continua sendo humana, sensível e autoral.
A tecnologia é ferramenta.
A visão é minha.
O traço é meu.
A decisão é minha.
IA não é ameaça. É amplificação.
Eu vivo em um país onde os políticos não representam o povo, mas servem banqueiros, investidores, corporações e seus próprios interesses, ignorando as constituições que deveriam cumprir. Usam a mídia para manipular, criar valores falsos e me transformar em um consumista de coisas inúteis. Mas sei que meu valor não está em bens materiais, e sim naquilo que sou internamente.
Quando chamo alguém de ignorante, eu estou sendo mais ignorante ainda por não entender quem eu julgo ser ignorante.
Quando chamo alguém de ignorante, o ignorante sou eu, por não entender direito aquele que eu julgo ser ignorante.
Tudo é como tem que ser. Se fosse diferente, não seria assim. E o que eu vejo e entendo depende de como escolho olhar para as coisas. O que vejo no mundo vem de dentro de mim. Se algo não acontece, é porque não deixei que fosse. No fim, tudo depende de como eu escolho enxergar e viver.
Não sinto falta do que eu fui, nem do que serei, pois minha falta é do que sou, da minha presença hoje, e hoje não tenho falta, pois no bem ou no mal, eu estou sempre presente comigo mesmo.
O que me faz entender minha mente não é o que eu penso, é o que eu coloco em prática daquilo que pensei, ou seja, tudo aquilo que eu faço, pois o que eu faço é que me dá sabedoria no que eu penso.
