Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Senhor, perdoa-me por qualquer dor que causei e cura os feridos. Deus, Tua bondade é infinita. Não deixemos o desespero dominar, mas busquemos a Ti em qualquer situação. A verdadeira fé se revela em nossas ações.Que nossa conduta mostre nosso compromisso com o bem, apesar do sofrimento.
“Vive a vida menina como se não houvesse amanhã... procure a felicidade nas coisas simples e nos momentos singulares... não há felicidade completa, mas também não existe infelicidade eterna... a vida é feita de pequenos momentos e momentos podem ser intensamente vividos e principalmente felizes... “
Na arte não pode haver censura... se houver não é arte!
Ela não foi feita para agradar ninguém... nem fazer sentido
Nem quer dar exemplos e muito menos seguir qualquer tipo de realidade
A arte é feita de estética, às vezes, só dela...
Muitas vezes, ela terá em sua natureza o impacto do choque, da rejeição, da revolta, do insulto
Ela te arranca da zona de conforto...
Porque a arte provoca...
Sejam mais Românticos que o Chocolate
Namorem todos os dias. Não escolham ocasiões ou datas especiais para “celebrar” sentimentos. O Amor é: espontaneidade, desprovido de manuais de instrução. Namorar com a Vida é uma forma de entender o ritmo da própria existência, — estar embevecido — deliciosamente com a existência de alguém. Namorar significa reciprocar emoções, afectos — internos ou externos, cumplicidades que, revelam as intimidades dos sentidos, — utilizando a alma e todo o corpo. Existem múltiplas possibilidades de celebrar a felicidade, — esta é impreterivelmente — uma delas. Sejam mais românticos que o chocolate, este derrete em qualquer boca. Não existe prazo de validade para amar e ser amado.
A saudade de um animal
que partiu é a prova silenciosa
que não leva apenas o corpo,
leva também a parte de nós que somente ele sabia despertar.
O fundo do poço é o lugar mais visitado do mundo, mas ninguém tira selfie nele. Não se iludam e nem se sintam inferiores com a vida perfeita das pessoas nas redes sociais.
O narcisista que parece santo, mas não é!!!
Sam Vaknin, especialista em narcisismo, descreve o “narcisista comunal” como um subtipo específico de narcisista, que busca suprir suas necessidades egoístas por meio de comportamentos aparentemente altruístas, empáticos e morais.
Você não precisa temer que ele “ficará bem demais”.
A paz que você tem no seu coração — mesmo ferida — ele não tem.
O amor verdadeiro que você deu — ele perdeu.
A dignidade que você mantém — ele não tem.
A vida dele carrega um buraco que não fecha:
o buraco de ter ferido quem só queria fazer o bem.
Essa é a verdade que te entrega tranquilidade:
a vida cobra, sim.
Cobra quando ele menos espera.
Cobra da forma que ele mais teme.
E cobra sem você tocar um dedo.
Muitos desejam viver em PAZ e procuram por ela, mas não conseguem compreender que viver em PAZ significa respeitar a individualidade de cada SER que vive ao seu redor. (Priscilla Rodighiero)
Naquela época vocês deveriam ter curtido mais, não é estranho? Amigos podem derpedaçar uns aos outros quando algo assim acontece. É como se a satisfação de vocês dependesse da desgraça do outro.
Um verdadeiro artista não é aquele que precisa de inspiração, mas aquele que inspira outras pessoas
Às vezes, erros podem resultar em algo bom. Podem nos levar ao que não esperamos.
O Silêncio Entre Dois
A pior solidão não é estar sozinho.
É dormir ao lado de alguém que já foi amor e perceber que, entre os dois, agora existe apenas silêncio.
O silêncio em um relacionamento não é ausência de som; é um muro de concreto erguido tijolo por tijolo. Quando um dos dois escolhe se calar, não está apenas guardando palavras, está retirando o oxigênio da relação.
O silêncio não chega de repente. Ele se instala aos poucos, como uma neblina que invade a casa sem que ninguém perceba exatamente quando tudo deixou de ser claro.
No começo são pequenas pausas, respostas curtas, olhares que se desviam. Depois vêm os dias em que as palavras parecem pesadas demais para serem ditas. E então o silêncio passa a ocupar todos os espaços.
O corpo fala, um ditado antigo, repetido tantas vezes, mas que revela a verdade que as palavras tentam esconder. Basta olhar para a cama no fim do dia. Antes havia dois corpos agarrados, entrelaçados, dividindo calor e sonhos como se o mundo lá fora não existisse.
Agora cada um ocupa o seu lado, como se um oceano invisível tivesse surgido entre os dois.
O toque que antes era espontâneo agora parece evitado. Um vira para um lado, o outro para o outro. E naquele pequeno gesto silencioso existe uma distância maior do que qualquer discussão.
Nesse cenário, o silêncio se torna ensurdecedor porque ecoa todas as inseguranças de quem ficou do outro lado do muro. Cada porta fechada com mais força, cada olhar que evita encontro, cada resposta monossilábica parece carregar uma mensagem que ninguém teve coragem de dizer em voz alta.
É nesse momento que nasce aquela sensação difícil de explicar. Primeiro uma leve impressão de que algo mudou. Depois uma suspeita persistente que se instala no peito. E por fim a dor da quase certeza de que talvez exista outra pessoa ocupando um espaço que antes era seu.
E como dói essa possibilidade.
Não é apenas o medo da traição. É a sensação de estar sendo lentamente apagado da própria história, como se aquilo que foi construído a dois estivesse sendo substituído sem aviso, sem explicação, sem despedida.
Para quem recebe esse silêncio, o que resta é um cansaço profundo. Existe uma vontade desesperada de reagir, de sacudir o outro, de exigir uma explicação ou até mesmo um ponto final. Mas o silêncio prolongado drena a energia. Ele esgota até a capacidade de brigar.
Então você se vê preso em uma paralisia estranha: acompanhado, mas profundamente só. Dividindo o mesmo teto, a mesma cama, a mesma rotina, e ainda assim sentindo-se como o ser mais solitário do mundo.
É o luto de uma pessoa viva.
Eu já passei por isso. E não morri.
“Ninguém morre por amor”, eles dizem.
Talvez seja verdade.
Mas alguns amores não nos matam, apenas nos deixam vivos demais para esquecer.
