Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Alguns meninos acham que nós meninas somos como um livro. Se a capa não for bonita, eles não querem nem saber do conteúdo. Que coisa mais ridícula!
Há pessoas muito importantes na nossa vida. Não nos lembramos bem como é que elas apareceram e, muitas vezes, nem sequer sabemos porque sairam, mas apesar de tudo é impossivel esquece-las e esquecer muitos momentos pelos quais passamos.
No entanto, em determinada altura precisamos de nos convencer que essas pessoas pertencem ao nosso passado e que não podem influenciar o nosso presente e muito menos condicionar o nosso futuro.
Esta é a teoria. Mas e a prática?É assim tão simples atirar as pessoas para trás das costas? Não, a pratica é bem mais complexa. Afinal como fazer para que uma pessoa importante para nós não influencie a nossa vida? Como lembrar alguem, sem o procurar em todas as pessoas que conhecemos? Como seguir em frente quando acreditamos que deixamos a felicidade para trás?
Podemos mesmo resumir todas aquelas pessoas que marcaram a nossa vida a simples recordações?
"E a gente tem mesmo é que se libertar do que nos deixa triste. Deixar de lado tudo o que não nos acrescenta. Porque o que não vier para o nosso lado com o intuito de trazer leveza, que tome o caminho de volta."
Medo, dúvida ou ilusão?
Muitos adiam a felicidade,
Obedecendo ao próprio orgulho,
Não por falta de humildade,
Mas por medo do futuro.
Muitos amam em segredo,
Cruzam-se e, fingem nem se conhecer,
Quando sentem na verdade um desejo,
De dizer “amo você”!
Muitos preferem disfarçar,
Com silêncio e pensamento,
É bem mais fácil do que falar,
E deixar fluir o sentimento.
Muitos escolhem sonhar,
Tentam contradizer a razão,
Vivem tristes a chorar,
E se entregam a solidão.
Muitos deixam a vida passar,
E com ela a realidade,
Esquecem a lógica de amar,
E vivem apenas de saudade.
Muitos evitam aquele olhar,
Mas se observam com paixão,
Discretos, sem deixar notar,
O amor guardado no coração.
Pessoas interessantes não necessitam falar muita coisa, chamam atenção simplesmente com sua presença.
Não possuímos direito maior e mais inalienável do que o direito ao sonho. O único que nenhum ditador pode reduzir ou exterminar.
Não é o toque que me prende,
nem o desejo que me arrasta.
Se a alma não me chama antes,
o corpo nunca me basta.
Chega uma hora, em que você entende que o que as pessoas falam, é só o que elas falam.
E não o que você é.
Não atinge, não incomoda, não ofende.
Porque você só se culpa, se sua consciência permitir.
E se ela está tranquila, qualquer tipo de ataque alheio, é o mesmo que nada.
Aí você aprende que cada um oferece o que tem.
E você pára de revidar, de se preocupar, de se abalar com julgamento de quem vive de mal com a vida.
Você percebe que atrai o que transmite, e passa a usar seu tempo só com quem te faz bem. E aí, fica em paz.
Porque a gente ganha uma briga, quando 'foge' dela.
Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate e nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva!
O amor é como uma roda de capoeira, sempre deve estar com um pé atraz para não levar um tombo violento!!
Não roube os meu desejos mais secretos. Deixe-os guardados e calmos no canto que os escondi. Deixe os meus suspiros e arrependimentos em tranqüilidade aparente. Não é a hora exata? Não somos exatos! A exatidão me aborrece. A compreensão me deprime. Sua solidão me enlouquece.
Ganhar, mas não destruir; conquistar, mas não humilhar: é isso que é a verdadeira conquista!
(Rider)
O Fim Silencioso do Amor
O amor não termina com gritos ou despedidas dramáticas. Ele se desfaz no silêncio, nos gestos repetidos que já não emocionam. Acaba quando você percebe que o outro se tornou um roteiro previsível, um ciclo exaustivo onde cada ação já tem um desfecho conhecido.
Você sabe quando ele vai se calar, em qual ponto irá fugir, mergulhando no vácuo de silêncio para, mais tarde, retornar como se nada tivesse acontecido. E é nesse padrão que a esperança morre, sufocada pela certeza de que nada vai mudar.
Então começa o processo mais cruel: sentir falta de si mesma. Lembrar que já foi mais feliz, que seu coração já bateu forte por motivos simples. Agora, a presença que deveria ser companhia se tornou peso, roubando seu tempo e sua essência.
Você se vê sugada por uma monotonia que apaga o encanto das palavras e silencia o diálogo. O ânimo escapa, e o amor, antes vibrante, agora se dissolve em indiferença.
Talvez o amor acabe assim: não com um ato final, mas com a ausência de surpresa, quando você entende que a vida é curta demais para amar apenas por hábito.
