Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Com o tempo passando,o sorriso vai mostrando nossas rugas no rosto, elas são as marcas de guerras e de vitórias, que somente os vencedores alcançam, são cicatrizes de um(a) guerreiro(a) sobrevivente vencedor(a) das grandes batalhas da vida.
Meu namoro escondido, com a filha do patrão, me trouxe um tempo sofrido de amor e ilusão. Sua sua família deu uma bronca danada, obrigando a minha amada e querida, a viver sufocada na sua paixão proibida. Hoje ela é casada, e está vivendo na cidade, eu aqui no sertão, estou morrendo de saudade e solidão. O meu coração não se emenda, e não aprendeu a lição, porque todas as vezes que ela vem à fazenda, passear, fazer uma visita, o meu coração se agita e começa a palpitar, ansioso para amar. Vai ficando difícil de cumprir a minha missão, de segurar amor e arrumar mais espaço no meu coração, para sufocar o valor de uma paixão. Procuro disfarçar os meus tristes ais, e até me esconder, porque sei que ela sofre muito mais quando me vê.
A ganância e a ambição, te faz sofrer e produzir ingratidão, te faz esquecer do carinho, o tempo que você não pôde andar sozinho, e de quem te deu a mão.
O tempo vai passando e deixando a dor de uma certeza; o ser humano esta ficando sem amor e gentileza.
A humanidade segue em ansiedade e desalento, querem falar, falar, todo tempo, e na hora de escutar, não têm tempo.
Neste mundo de tristeza com façanha de guerra e terror,nem percebem a sua beleza e há quanto tempo que você não ganha uma flor.
A pior perda de tempo, é a vã discussão política, onde cada um tenta convencer a cada um, que o seu candidato não é pior do que nenhum.
Dando Tempo ao Tempo
[Verso]
De tempo ao tempo dizem por aí
Como se fosse esperar de algum jeito viver
Mas nessa espera acabamos por cair
Encontramos o vazio antes de perceber
[Verso 2]
Dê tempo ao tempo sussurram na noite
Como se o futuro fosse um lugar seguro
Contando os dias como se fossem açoite
Perdemos a vista de um horizonte puro
[Coro]
Dando tempo ao tempo perdemos o agora
Procrastinamos sonhos em papel sem tinta
Em cada segundo nosso tempo evapora
Deixamos no ar o que a alma já sente
[Ponte]
No relógio dos tolos eternos é mentira
Vivendo do tempo que não temos na mão
Achamos conforto numa linha tão fria
Esquecemos o pulso do próprio coração
[Verso 3]
Dê tempo ao tempo é um verso vazio
Carregue no peito suas éguas de fé
Não se afogue na esperança de um rio
Viva tua verdade como ela é
[Coro]
Dando tempo ao tempo perdemos o agora
Procrastinamos sonhos em papel sem tinta
Em cada segundo nosso tempo evapora
Deixamos no ar o que a alma já sente
Dê Tempo ao Tempo
[Verso]
De tempo ao tempo cai na armadilha
Perdemos a vida nessa trilha
Dê tempo ao tempo e ajude a passar
Enquanto você não sai do lugar
[Verso 2]
Cada segundo perdido não vai
Esperando que você encontre uma solução
Morto em vida assim devagar
Aguarda o futuro que nunca virá
[Refrão]
Dê tempo ao tempo e veja escapar
O instante perfeito que não vai voltar
Perdemos a vida na falsa ilusão
Que o tempo parado nos traz solução
[Ponte]
E quando enfim você percebe
Que o tempo ao tempo um pouco vai fazer
As horas já foram os anos passaram
E os seus sonhos no espelho ficaram
[Verso 3]
Nas horas vazias de espera solenemente
Cada decisão fugiu da mente
Perdemos a vida na esperança incansável
Desejando o impossível inabalável
[Refrão]
Dê tempo ao tempo e veja escapar
O instante perfeito que não vai voltar
Perdemos a vida na falsa ilusão
Que o tempo parado nos traz solução
“Lição de eficiência: com o tempo, aprendemos a contornar os problemas com menos combatividade e mais resiliência.”
“À medida que a maturidade se amplia, a urgência perde valor, a contemplação se impõe, e o tempo se dissolve na compreensão de que somos apenas passagem.”
”Um dia pode ser pouco tempo. Um dia pode bastar. Um dia pode ser inesquecível. Um dia, para se esquecer. Um dia de paz. Um dia de guerra. Um dia feliz. Um dia triste. Um dia, aprendemos. Um dia, não lembramos mais. Um dia com saúde. Um dia sem forças. Um longo dia. Um breve dia. Um dia, morremos.”
Como reconstruir algo que foi perdido no tempo, reconstruir sentimentos, sensações, confiança, prazeres.
Como parar de sentir dor, a dor de algo que é inevitável, um áudio inaudível, um ato devastador.
Irei eu transgredir a efemeridade? Ou deixa-la ser parte de mim?
Que as lágrimas que hoje escondo, dentro de um soluço interno de coragens pedindo socorro, não me sufoquem, mas que me levem por esse mar ao destino certo.
hector: Sabes? Uma vez dediquei-lhe uma canção. Costumávamos cantá-la à noite ao mesmo tempo, mesmo que estivéssemos muito distantes. O que eu daria para voltar a cantar para ela...uma... última... vez..
Natal é tempo de enterrar todo tipo de ódio e rancor para caminharmos juntos atrás da estrela que leva ao amor.
