Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Cada dia é um presente
Hoje é o seu agora
Use o tempo com sabedoria.
Vida temos uma só, ame-se!
Agradeça mais e reclame menos
Seu comportamento revela tudo.
O presente é um estado de atenção que absorve, conscientemente, as informações do espaço, transformando-as em tempo, memórias.
“Com o passar do tempo conseguimos perceber que as pessoas se tornaram menos humanas e mais sentimentais. Onde o “eu” é mais importante independente do que aconteça.”
Passe muito tempo deixando pessoas tomarem minha vida pra si, a dona da empresa voltou, e agora é minha vez de continuar meu legado.
Tudo tem seu tempo, sua hora
O relógio da vida tem seu próprio tempo para nós dar o que queremos
Quantas vezes pensamos em acelerar, em adiantar esse relógio
Mas precisamos entender que isso não será possível
A cada minuto tenha a certeza que estará mais próximo dos seus objetivos
E quando alcançado terá um valor ainda maior
E assim você poderá desfrutar de todo o tempo que foi esperado
E saberá que valeu muito a pena...
Todos somos criminosos esperando um julgamento que há de chegar, mas sem data marcada, pode ser hoje, amanhã ou daqui a mil anos. O que nos desfere é o que fazemos enquanto ele não chega, alguns procuram se redimir, outros aproveitar a falta de punição que acham que têm, e por fim os que já aceitaram a sua sentença...
O amor, sublime fusão do imperfeito com o perfeito, revela em sua existência a promessa de novas experiências vividas na abstração do sentir. Este sentimento alimenta a perspectiva de um futuro para além do acaso, promovendo o renascimento daquele que, um dia, se perdeu entre o véu da solidão e o vasto azul que se estende sobre nossas cabeças. Por meio do amor, desbravamos uma nova rota no inexplicável labirinto da inexistência, desencadeando uma jornada de redescoberta e renovação, onde cada batida do coração ressoa a melodia da ressurreição, mesmo que esse amanhecer seja, inevitavelmente, uma dádiva que jamais se repetirá para alguns.
Hoje, as cartas foram substituídas pelas mensagens instantâneas, mas a nostalgia desse tempo ainda ecoa em nossas lembranças.
"MEMÓRIAS DA MATERNIDADE"
Do primeiro choro ao primeiro sorriso, das mãozinhas pequenas agarrando seu dedo aos primeiros passos inseguros. Cada fase única, intensa e fugaz.
Num piscar de olhos, aquele recém-nascido que cabia em seus braços agora explora o mundo com curiosidade. E num dia bem próximo, sem perceber, será a última vez que aquelas mãozinhas pequenas vão depender da segurança do seu dedo pra caminhar.
O tempo vai sem dó, mas as memórias que você cria vão ficando nos detalhes, nos gestos, nas fotos que contam a história desse amor imenso. Tudo o que você vive agora é a construção do seu refúgio de paz e será para sempre o seu caminho de volta, aquele que costumamos chamar de Lar.
Tudo é fugaz. Os papeis que exercemos,as relações que cultivamos, a situação que vivemos, os desentendimentos, as decepções, as dores, as alegrias... enfim, "tudo passa, tudo sempre passará".
"Houve um tempo em que todos olhavam para frente, uma época em que as pessoas se abriam. Naquele tempo ao invés de olharmos para o celular olhávamos mais para os outros."
Onde a vontade permanece viva, até o tempo se curva em respeito — porque os sonhos que dançam dentro de nós recusam-se a envelhecer.
Em meio ao turbilhão da vida, conceder-se o precioso instante de contemplação é um ato sublime. Que, ao olhar para o horizonte infinito, possamos redescobrir a arte de simplesmente existir, com a alma leve e o coração em paz, imersos na grandiosidade deste mundo que, com sua beleza serena, nos ensina a arte de viver.
O Abismo do Paraíso
Você me olhava, olhos feitos de abismos,
Uma pergunta silenciosa queimava no ar:
É amor o que sangra em nós,
Ou será a dor que nos costura à beira do precipício?
Não há resposta que não fira,
Não há verso que não rasgue o peito.
Somos feitos de incêndios silenciosos,
De um fogo que tanto aquece quanto consome.
Amamos como quem pisa em cacos,
Cada passo ressoa um lamento cortante.
A dor é irmã gêmea do êxtase,
E juntos, dançamos na corda tênue da perdição.
Talvez sejam os dois, amor e dor,
Misturados como veneno e cura,
Nos levando pela mão a um destino cego,
Um salto sem redes para o abismo do paraíso.
Caminhamos sem olhar para trás,
Como loucos que amam seus próprios cárceres.
Você me olhava e eu sabia—
Não fugiremos, nem queremos.
Esse amor é nossa ruína,
Mas também o céu pintado por nossas mãos.
Se há um fundo no abismo,
Que seja feito de estrelas,
E que ao cair, toquemos o impossível.
E assim seguimos, entre beijos que cortam
E abraços que selam feridas invisíveis.
Rumo ao desconhecido, de olhos fechados,
Para cair ou voar.
Pouco importa—
O paraíso sempre começa na queda.
