Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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O corredor da espera não é um tempo perdido, mas o lugar onde Deus confronta nossa autossuficiência. Adorá-lo nesse intervalo é a prova de que não amamos a Deus apenas pelo que Ele nos dá, mas por quem Ele é. Adore-O enquanto Ele molda seu coração para a próxima porta.

O tempo não é propriedade nossa, mas um dom sagrado do Criador. Somos mordomos de cada minuto, e no último dia, prestaremos contas de nossas escolhas.

O Dia da manifestação de Cristo não será apenas mais um evento na linha do tempo. Será o ponto de ruptura absoluto de toda a história humana. Será uma mudança chocante, definitiva e existencial que revelará a soberania absoluta de Deus exatamente onde o homem achava que mandava.

Não há tempo a perder. Você já está pisando no umbral da eternidade. Acorde e viva com a lucidez de quem sabe disso.

O tempo está passando rápido demais.
A terra gira silenciosamente.
O tempo não espera por ninguém; ele passa no mesmo ritmo para quem está sofrendo pela distância e para quem está distraído com o dia a dia. Enquanto uns sentem cada segundo dessa ausência, outros parecem seguir em frente sem notar o peso dos anos que se vão.

O valor do tempo perdido em nossa vida não nos dá troco.

O amor, o tempo, o nada, não podem ser medidos, dissecados. A Verdade é a minha percepção, agora.

Não há como desenvolver a inteligência. Não é questão de tempo, de medida, mas de como a mente está organizada. A inteligência é a qualidade da percepção.

Se não estamos cientes do passar do tempo, o senhor das horas nos rouba a noção de movimento e nos subtrai a medida do que passou.

Amor


Há quanto tempo me desejo, mas tinha medo do desejo porque não me reconhecia. A solidão é quando estamos perdidos de nós mesmos. Compreendo o mundo, é como uma garrafa que jogamos no oceano, é a esperança de encontrar maior riqueza além de nós, naquilo que não viveríamos se não soubéssemos usar o desejo.

Enxergando a totalidade, não há tempo nem movimento, só a consciência se expandindo.

Quem investiu tempo no próprio conhecimento não oferece opinião a quem não pediu; muito menos por insegurança.

Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos

O seu maior obstáculo para performar não é a falta de tempo, é o excesso de cobrança na sua própria cabeça.

Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.

⁠por uma geração onde as pessoas deixem claras as suas intenções. já não tenho mais tempo pra amores confusos. tem hora pra tudo, e tem momentos q cansa, será que simplesmente falar o que sente é tão difícil assim? qual a graça em brincar, iludir e atrasar o futuro dos outros? chega a ser impressionante como existem pessoas na sociedade e no mundo, que achem graça em fazer esses tipos de atitudes. o amor é tão bom quando se é de verdade, algo simples onde o pouco agrada, onde sem nem falar, tudo vira palavra, o vento se torna canção, e a companhia vira paz.

⁠⁠não tem a ver com sorte, tem a ver com esforço; o tempo todo as pessoas dizem que o mundo não é perfeito, mas as mesmas usam isso como desculpa para adiar coisas que as próprias têm medo de fazer.

Mosaico do Tempo e a Ilusão da Causa
​O erro do paradoxo temporal pode não ser um erro de fato, mas um caminho não intrusivo. Afinal, a coexistência simultânea parece impossível até mesmo no microcosmo — a menos que consideremos a possibilidade da entropia existir dentro da própria visão. O que significa existir em um universo etéreo, onde a luz replica a si mesma? Na coexistência entre a sombra e o "eu", há uma aparente igualdade que logo se desfaz, pois é a luz que coordena e dita essa existência. O ser existe porque o caleidoscópio é parte intrínseca da visão cubista.
​Compreender os mistérios exige olhar para dentro deles, e não apenas especular. Buscamos a solução de tudo na equação e no equilíbrio do todo para o todo; mas, quando nos deparamos com o caos e com aquilo que não conseguimos explicar, criamos fantasias e medos, transformando a dúvida em crônicas de mito e misticismo. O tempo necessário para a compreensão ainda faz parte da Caverna de Platão: um olhar moldado pelo medo e pela desconfiança. No entanto, ao olharmos para os céus como grandes edificações, o tempo passa e aquilo que tanto nos intrigava torna-se irrelevante. O jogo terminou.
​Diante da fusão do pensamento, a realidade torna-se um mosaico temporal, um passado congelado pela força da emoção. O estado analógico fez o pássaro voar dentro de uma condição assimilada pela teoria do espelho: a existência do mundo macro depende do observador, e a mutabilidade da causalidade temporal transforma-se na bebida dos deuses. A existência emerge pelo simples e puro fato de existir.
​Contudo, quando os adereços da causalidade são reunidos no estopim de um evento, a causa se torna o ponto mais fascinante: todos os desfechos convergem para ela, independentemente do que façamos. Mas o que acontece quando essa interação ganha novas sombras e novos observadores? Terá a história o mesmo final? Guardará ela a mesma propriedade na profundidade das probabilidades?
​A construção de uma nova realidade é ambígua. Na arquitetura de um megacubo espacial — um cubo desdobrado no espaço-tempo —, o som finalmente seria compreendido através da distorção da gravidade. Haveria uma defasagem da história no próprio ato de sua escrita, uma nova proposta de criação vinda de um mundo de sombras.
​O som viaja pelo espaço, mesmo quando este se mostra vazio e translúcido. É quando a gravidade o toca que invocamos novos acordes ou o silêncio absoluto; a atração o torna inerte, transformando-o na imagem de um passado guardado em nossas lembranças. O cubismo fragmenta essa imagem. O som pode ser distorcido, e o próprio movimento da gravidade pode ser modificado pela força do simples querer, pela pura manifestação da vontade. É quando a lei da relatividade, enfim, transcende a própria causalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamentos

Temporal
​Se viajamos no limite do espaço e do tempo relativos, a diferença em casa já não existiria. Talvez as crianças — que outrora estudavam a origem da vida e os frutos da alienação — seriam agora apenas pontos ancorados na sua própria mente. Uma mente que se manteria em uma forma constante, pois o coma o reteve exatamente ali: no último e eterno instante de consciência.
​— Por Celso Roberto Nadilo

O tempo não debocha;
somos nós que, tantas vezes,
não sabemos vivê-lo.