Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Se não estamos cientes do passar do tempo, o senhor das horas nos rouba a noção de movimento e nos subtrai a medida do que passou.
Amor
Há quanto tempo me desejo, mas tinha medo do desejo porque não me reconhecia. A solidão é quando estamos perdidos de nós mesmos. Compreendo o mundo, é como uma garrafa que jogamos no oceano, é a esperança de encontrar maior riqueza além de nós, naquilo que não viveríamos se não soubéssemos usar o desejo.
Erudição
não sou ateu nem sigo qualquer religião, isso só me empata o meu tempo disponível para outras coisas...
As reminiscências são a forma mais sutil de percorrer o túnel do tempo, não com o corpo, pois o tempo não retorna, mas com a alma, que revisita o passado para resgatar momentos, imagens e encontros que se tornaram inesquecíveis.
:As reminiscências é a forma de percorrer o túnel do tempo, não fisicamente, porque o tempo não volta, mas revisitar o passado para resgatar momentos, imagens, encontros, que se tornaram inesquecíveis."
“Pode-se maquiar as marcas que o tempo imprime, mas não se pode bani-las. Elas persistem como testemunhas silenciosas da jornada, lembrando que o tempo é juiz imparcial: não persegue, não perdoa, apenas cumpre sua marcha.”
Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível. Tão valiosos quanto mais for viciados, indignados, distraídos, polarizados e desinformados, do que se fôssemos humanos livres e vivos. A nova tecnologia de informação e contato social nos domesticou para ser um novo tipo de humano.
Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível.
Não é no nosso tempo, não é no tempo dos outros, tudo acontece somente no tempo de Deus, apenas aperfeiçoamos o caminho.
O tempo é um aristocrata ofendido.
Uma vez que se vai, não volta nem para buscar o chapéu. Edgard Abbehusen
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
Talvez o mais trágico não seja os humanos terem que provar para as máquinas, o tempo todo, que não são uma delas.
O drama maior parece estar na naturalidade com que passamos a imitá-las — e, pior, na pressa com que nos deixamos confundir com elas.
A máquina não sente cansaço moral, não hesita diante do outro, não se constrange com a própria indiferença.
Quando o humano começa a responder sem escuta, decidir sem empatia e repetir padrões sem reflexão, não é a tecnologia que o desumaniza: é a abdicação silenciosa daquilo que o tornava distinto.
Há um perigo sutil em trocar o tempo do cuidado pelo tempo da eficiência, a dúvida honesta pela resposta pronta, o encontro pelo desempenho.
Nesse processo, já não é a máquina que nos exige provas de humanidade; somos nós que, pouco a pouco, deixamos de exigi-las de nós mesmos.
No fim, talvez a pergunta mais urgente e necessária não seja “como convencer as máquinas de que somos humanos?”, mas “em que momento nos tornamos tão confortáveis em agir como se não fôssemos?”.
Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.
Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.
Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.
São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.
Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.
Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.
Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.
É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.
Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.
Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.
Que energia é recurso sagrado.
Que paz não é covardia — é estratégia.
E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.
Felizes os que discernem.
Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.
Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.
Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.
Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…
Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.
Distante Daquele que até dele é Senhor.
Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.
Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.
Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.
Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.
Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.
O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.
E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?
No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.
É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.
Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!
O fogo não veio para te destruir e sim para te lapidar. Quanto maior a promessa maior é o tempo de preparação. Seu silêncio é lapidação, provação e amadurecimento. Ame o processo!
Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato.
O tempo de Deus é diferente do nosso, às vezes queremos mas não estamos prontos, ou seja, maduros o suficiente para administrar o desejo tão querido.
